Sobre a Autora

Últma atualização: 15/05/2008

Luma por ela mesma

Day 197/365 (by Luma Kimura)

Tímida por herança. Desconfiada por aprendizado. Sonhadora por natureza. Melancólica por tendência. Orgulhosa por auto-defesa. Independente por sobrevivência. Contraditória, indecisa e incoerente sempre. De lua e prisioneira de minha própria ânsia de liberdade.

Orgulho-me de ter um gênio difícil, tenho crises insuportáveis de mau humor, mas do contrário posso ser muito simpática, carinhosa, sociável e brincalhona.

Escrevo compulsivamente sobre o que sinto, mas tenho sérias travas para falar sobre isso pessoalmente. Sou boa ouvinte e péssima conselheira. Digo o que não quero quando estou de mal com o mundo e depois fico com a consciência pesada por causa disso.

Prefiro a noite ao dia, o inverno ao verão, o anonimato à fama, a solidão às más companhias, o silêncio a falar qualquer babaquice só porque estou sem assunto. Tenho horror a barata e não como peixe.

Adoro tomar banho de chuva, sentir o vento no rosto, observar tempestades e morro de vontade de conhecer neve.

Tagarelo muito quando estou animada, faço caretas e falo sozinha enquanto estou trabalhando, mordo os lábios quando algo não está muito bem.

Não tenho medo de tocar as pessoas e acarinhar meus amigos. Costumo ser muito intensa quanto a tudo que sinto e algumas vezes tenho medo disso, mas ainda que esteja em turbilhão ostento quase sempre a máscara da fleuma.

Gosto de homens afetuosos, mas firmes. Amoooo beijo na boca! Fico nas nuvens com um bom cafuné, acalento e carinho, mas odeio grude! O que me encanta em um primeiro encontro: simpatia, olho no olho, lance de pele e química!

Tenho uma tara inexplicável por cabeludos, uma certa fascinação por olhos claros, um ‘quê’ de atratividade por rapazes mais novos. Não necessariamente tudo isso junto.

O cara ideal não existe, mas tenho minhas referências: quero alguém que não queira ser meu protetor, nem meu protegido, mas meu companheiro.

Fico emocionada com sorriso de bebê e casal de velhinhos de mãos dadas.

Ainda acredito no ser humano?

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