Projeto 12×12 > Junho: Comida > Semana 4

Fotos da última semana do segundo mês do projeto! Foi uma semana atribulada por aqui e na fala de tempo para o preparo de comidas muito elaboradas ou mesmo para pensar em qualquer coisa mais criativa, apelei mesmo para o registro simples das refeições básicas do dia a dia.

Karê

Karê

Maçã

Maçã

Carne de Panela

Carne de panela

Veja as fotos dos outros participantes do projeto na página do grupo no Flickr! ;)

Vídeo: Stop Motion Drawing

Desafio 10 Livros em 10 Dias – 10º Dia

No último dia do desafio tenho que citar o livro mais velho que já li. Assim como a Tábata, fiquei na dúvida quanto à definição de “velho”. Devo considerar quando foi escrito? A publicação? A edição que li?

Grande parte das edições mais antigas que li foram emprestados de bibliotecas. Muitos deles, especialmente os clássicos, eram mesmo livros beeem antigos e com certeza o mais velho neste sentido está entre eles, mas… você deve imaginar, impossível averiguar agora.

Então, para fechar o desafio, vou considerar como os mais velhos aqueles que foram escritos há mais tempo.

Início da Odisseia em seu idioma original

Início da Odisseia em seu idioma original.[1]

A obra literária mais antiga que consegui me lembrar – obviamente considerando somente as que já li – foi a Odisseia, atribuída a Homero. O original, que conta a jornada de Odisseu (Ulisses) na volta para casa após a queda de Tróia, é considerado uma das obras fundamentais da Grécia Antiga e foi escrito no final do século VII a.C.. Porém… sim, é claro que há um porém, o original foi escrito em forma de poema e a versão que li era uma adaptação em prosa, portanto talvez não seja justo considerar a obra como a mais antiga que eu já tenha lido.

A Arte da Guerra - livro em bambu

A Arte da Guerra, em livro de bambu da época do Imperador Qianlong, séc. XVIII.[2]

Procurando por outras obras que eu poderia citar lembrei que também já li A Arte da Guerra, escrito pelo estrategista militar chinês Sun Tzu no século IV a.C.. É óbvio que não li o livro em bambu, muito menos em chinês, mas ninguém pode negar que é “velho”, anh? ;)

Aqui também há quem levante controvérsias sobre as edições distribuídas por aqui dada a dificuldade de tradução do chinês antigo para as línguas ocidentais. Parece-me que a primeira tradução ocidental considerada fidedigna data de 1927 e em português brasileiro, somente 1995!

Capa da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572

Capa da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572.[3]

Então, só para que não digam que não citei nada que tenha lido em versão mais próxima do original, vou encerrar com a epopeia portuguesa Os Lusíadas, que Luís Vaz de Camões terminou de escrever, provavelmente, em meados de 1556.

Se você ainda não leu, a obra encontra-se integralmente disponível em diversos sites na internet e no GBooks é possível encontrar, inclusive, as versões traduzidas para outras línguas.

[1] (c) Wikimedia Commons – Domínio Público.
[2] (cc) Wikimedia Commons – Creative Commons Atribuição 2.0 Genérica.
[3] (c) Wikimedia Commons – Domínio Público.

Desafio 10 Livros em 10 Dias – 9º Dia

No nono e penúltimo dia do desafio devo citar a série de livros que mais gosto.

Eu a-do-ro séries de livros! Nem sei bem como a paixão começou, mas sou daquelas que fica com “saudade” dos personagens quando termino um bom livro, então é ótimo poder reencontrá-los em novas tramas e aventuras. Gosto de acompanhar o desenvolvimento dos personagens, de sentir a evolução da trama principal e também das histórias paralelas (os livros “unitários” já não permitem tanta atenção aos pequenos dramas, não?). Enfim, gosto dessa “intimidade”, desta sensação de proximidade que a leitura encadeada permite.

Tenho seguido várias séries e outras tantas que já concluí a leitura passaram pela minha cabeça, mas para a tarefa do dia vou ficar mesmo com Harry Potter, de J. K. Rowling.

Saga Harry Potter

Como série de livros, acho que a saga do menino Potter é muito bem estruturada – nem todas as séries conseguem se manter com tanta firmeza. Começa bem, termina bem, não perde o ritmo, nem fica cansativa no meio do caminho.

Eu sei que, por um lado a saga tem muitos fãs, por outro muita gente desdenha e nem mesmo considera literatura válida. Bla-bla-bla, bla-bla-bla, não vou entrar nos méritos de uma discussão que na maioria das vezes se mostra infrutífera para ambos os lados. Eu gosto e pronto, sem pestanejar cito como a minha série preferida.

Desafio 10 Livros em 10 Dias – 8º Dia

Oitavo dia do desafio e hoje devo citar o livro que menos recomendo. Na verdade não entendi muito bem o que pede a tarefa, devo citar um livro que simplesmente “não recomendo” ou um que “recomendo não ler”? (Deu para sacar a diferença? ??)

Dificilmente você me verá dizendo a sério: “não leia o livro tal”, mesmo que não tenha gostado dele – eu posso não ter gostado, mas se vejo que a pessoa está procurando justamente um livro com aquelas características, por que não?

Para cumprir a tarefa procurei pensar naqueles livros que eu jamais me imaginaria recomendando a quem quer que seja, uns 2 ou 3 títulos me vieram à cabeça e, olha só, nunca havia reparado nisso, mas todos eles são de auto-ajuda. Quem conhece um pouco dos meus hábitos de leitura sabe que não sou muito chegada no gênero de um modo geral, na maior parte das vezes simplesmente porque não me absorve. Não tenho nada contra boa parte deles, já cheguei a ler alguns, mas tenho cá uma birra em particular com aqueles que tentam vender “receitas de bolo” para o que não pode ser generalizado, nem esquematizado.

Capa: Como Pegar Seu Homem Pelo Pé (e Permanecer com Ele), de Rosangela Ojuara Não deu para entender? Um exemplo, que é o que vou citar para a tarefa de hoje, é Como Pegar Seu Homem Pelo Pé (e Permanecer com Ele), de Rosangela Ojuara. Li um bom pedaço deste livro na sala de espera do médico há algum tempo, tomei um baita chá de cadeira (acho que esperei umas 2 horas para ser atendida) e não havia mais nada com que me distrair (sempre carrego um livro na bolsa, mas justamente neste dia havia esquecido) além deste livro e algumas revistas de fofocas (que também não fazem meu gosto) antigas.

Livros que só falam o absolutamente óbvio, que generalizam ao ponto de beirar o preconceituoso, que tentam se vender como reveladores e indispensáveis, mas estão mais para pretensiosos e ditadores, que parecem ignorar o fato de que as pessoas são diferentes umas das outras… bem, estes são livros que nunca recomendarei a ninguém.

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