Sinopse
Sorte no Amor: Jack MacAllister espera que a sorte esteja a seu lado, naquelas férias em Las Vegas, e a moça vestida de noiva, sentada diante da máquina caça-níqueis perto dele, talvez seja a resposta às suas preces. Não é difícil levar Laine Monroe para seu quarto, nem tirar aquele enorme vestido branco, nem descobrir que ela não é uma noiva, e sim que está ali para investigá-lo… Bem, sorte dela, pois Jack está mais do que disposto a cooperar…
Acordo Perfeito: Jenna Barrister tornou-se diretora de recursos humanos graças à sua personalidade forte e perseverança. Então, por que está tendo tanta dificuldade para demitir Zach Jacobs? Ele é um playboy incorrigível, um conquistador que seduz até mesmo as hóspedes, e precisa ir embora. Mas quando a luz acaba de repente no hotel, a determinação de Jenna cai por terra, bem como suas inibições… Ela quer muito conhecer Zach melhor, e ele está mais do que pronto para isso…
[sinopse da contracapa]
Quando fiz minhas escolhas para o Desafio Literário não me preocupei em selecionar um segundo livro para o mês de janeiro. Eu não acreditei que a leitura do primeiro livro seria tão rápida e considerando que o gênero não é dos meus preferidos imaginei que não teria pique para encarar mais um.
Bom, este tipo de romance ainda está longe de figurar entre os meus tops, mas a “quebra” no meus hábitos de leitura e, principalmente, a troca de ideias com outros leitores e participantes do Desafio foi um experiência tão interessante que me animei a tentar outro.
Desta vez quis mesmo arriscar a sorte, fui a uma banca e “sorteei” um romance “Sabrina”, uma escolha tão aleatória que só me toquei que o livro trazia duas histórias diferentes – embora ambientadas no mesmo hotel-cassino – quando cheguei em casa.
Veredito: o livro definitivamente não se encaixa no meu estilo. Uma leitura super rápida que acabará sendo esquecida em breve. Particularmente, gosto de tramas mais elaboradas, com mais atenção aos detalhes e aos personagens secundários, cenários caprichados, que me façam sentir envolvida. Em Quando as luzes se apagam… a narrativa e as descrições são totalmente centradas nos personagens centrais e as histórias me soaram fraquinhas, pouco convincentes, quase como um pretexto simplório para justificar o encontro dos personagens para que ele pudessem, então, protagonizar algumas cenas tórridas e quiméricas – aqui sim, descritas detalhadamente.
Veja bem, não estou dizendo que é ruim, apenas não é do meu gosto. Penso, inclusive, que muita gente prefere uma narrativa assim – direta e reta – e que para a sorte de todos nós existem livros para todos os gostos!
Valeu a experiência? Claro! Mas com certeza vai demorar muito para outro desses passar pelas minhas mãos…
Quando as luzes se apagam…
Dimon, Helenkay
P.S. do P.S. do P.S.
Atendendo a pedidos de alguns amigos – especialmente aqueles que têm blogs no Blogger e costumam “seguir” os blogs amigos pelo painel integrado ao Friend Connect – coloquei de volta o widget para os visitantes se cadastrarem e seguirem o blog (ali, no final da página). Da minha parte, prefiro assinar os feeds diretamente no GoogleReader, mas se for útil aos visitantes… não custa nada, não é?
Sonata Arctica - The Truth Is Out There