A long time ago, in a galaxy far far away…

Maratona Star Wars - Parte 1 (by Fotocotidiano) Maratona Star Wars - Parte 2 (by Fotocotidiano)

Star Wars é uma de minhas sagas cinematográficas favoritas! Talvez ainda esteja um tanto quanto longe de poder me considerar uma fã ardorosa, que conhece de cor todos os diálogos, os segredos e os pormenores da trama, mas a-do-ro! Com direito a arrepios de excitação quando o tema de abertura começa a tocar.

Eu já havia assistido a todos os episódios várias vezes (nem me lembro quantas), de maneira alternada, com longos períodos de tempo entre eles e há muito tempo eu queria fazer uma maratona sequencial – do episódio I ao VI. Nenhuma razão muito profunda para isso, apenas a vontade e um “quê” inexplicável que eu tenho com trilogias, séries, sagas e afins.

A princípio eu pretendia alugar os DVDs para colocar a ideia em prática, mas no final do ano passado, aproveitando uma daquelas promoções irresistíveis no Submarino, comprei os dois boxes – a Trilogia Clássica e a Nova Trilogia – e pude cumprir minha agradável “tarefa” com ainda mais gosto! ;)

Muita pipoca, muita groselha e, ao final da maratona, uma certeza: muito em breve vou repetir a dose!

Resenhas não cabem no contexto, a meu ver, são totalmente desnecessárias para este caso. O post é só para registrar mais um item riscado na minha lista de 101 coisas: ;)

  • 60. Cinema e Vídeo – Rever todos os 6 episódios de “Star Wars” na sequência [do Episódio I ao VI]

Edguy - Jerusalem

Livro: Quando as luzes se apagam…, de Helenkay Dimon

Sinopse

Capa: Quando as luzes se apagam..., de Helenkay Dimon Sorte no Amor: Jack MacAllister espera que a sorte esteja a seu lado, naquelas férias em Las Vegas, e a moça vestida de noiva, sentada diante da máquina caça-níqueis perto dele, talvez seja a resposta às suas preces. Não é difícil levar Laine Monroe para seu quarto, nem tirar aquele enorme vestido branco, nem descobrir que ela não é uma noiva, e sim que está ali para investigá-lo… Bem, sorte dela, pois Jack está mais do que disposto a cooperar…

Acordo Perfeito: Jenna Barrister tornou-se diretora de recursos humanos graças à sua personalidade forte e perseverança. Então, por que está tendo tanta dificuldade para demitir Zach Jacobs? Ele é um playboy incorrigível, um conquistador que seduz até mesmo as hóspedes, e precisa ir embora. Mas quando a luz acaba de repente no hotel, a determinação de Jenna cai por terra, bem como suas inibições… Ela quer muito conhecer Zach melhor, e ele está mais do que pronto para isso…

[sinopse da contracapa]

Quando fiz minhas escolhas para o Desafio Literário não me preocupei em selecionar um segundo livro para o mês de janeiro. Eu não acreditei que a leitura do primeiro livro seria tão rápida e considerando que o gênero não é dos meus preferidos imaginei que não teria pique para encarar mais um.

Bom, este tipo de romance ainda está longe de figurar entre os meus tops, mas a “quebra” no meus hábitos de leitura e, principalmente, a troca de ideias com outros leitores e participantes do Desafio foi um experiência tão interessante que me animei a tentar outro.

Desta vez quis mesmo arriscar a sorte, fui a uma banca e “sorteei” um romance “Sabrina”, uma escolha tão aleatória que só me toquei que o livro trazia duas histórias diferentes – embora ambientadas no mesmo hotel-cassino – quando cheguei em casa.

Veredito: o livro definitivamente não se encaixa no meu estilo. Uma leitura super rápida que acabará sendo esquecida em breve. Particularmente, gosto de tramas mais elaboradas, com mais atenção aos detalhes e aos personagens secundários, cenários caprichados, que me façam sentir envolvida. Em Quando as luzes se apagam… a narrativa e as descrições são totalmente centradas nos personagens centrais e as histórias me soaram fraquinhas, pouco convincentes, quase como um pretexto simplório para justificar o encontro dos personagens para que ele pudessem, então, protagonizar algumas cenas tórridas e quiméricas – aqui sim, descritas detalhadamente.

Veja bem, não estou dizendo que é ruim, apenas não é do meu gosto. Penso, inclusive, que muita gente prefere uma narrativa assim – direta e reta – e que para a sorte de todos nós existem livros para todos os gostos! :D

Valeu a experiência? Claro! Mas com certeza vai demorar muito para outro desses passar pelas minhas mãos…

Quando as luzes se apagam…

Dimon, Helenkay

P.S. do P.S. do P.S.

ico_exclaim Atendendo a pedidos de alguns amigos – especialmente aqueles que têm blogs no Blogger e costumam “seguir” os blogs amigos pelo painel integrado ao Friend Connect – coloquei de volta o widget para os visitantes se cadastrarem e seguirem o blog (ali, no final da página). Da minha parte, prefiro assinar os feeds diretamente no GoogleReader, mas se for útil aos visitantes… não custa nada, não é? ;)

Sonata Arctica - The Truth Is Out There

Vídeo: Animator vs. Animation

Relógio de pulso

Mais um item da minha lista de 101 coisas riscado no ano passado que eu ainda não havia comentado aqui:

  • 78. Comprar (ou ganhar): Relógio de pulso

Relógio de pulso (by Luma Kimura) Adquirir um relógio de pulso pode parecer uma tarefa simples demais para merecer o status de meta no Projeto 101 Coisas em 1001 Dias, principalmente se considerarmos que eu não queria nada dispendioso (não me sinto a vontade em andar por aí com um treco caro enroscado no pulso), nem marcas de grife, nem modelos raros… o problema é que eu sou chata, enjoada e frescurenta.

Não gosto de relógios grandes demais, nem de cores berrantes ou cheios de strass. Não gosto de relógios com pulseira de plástico, nem com tachinhas ou apliques. Não gosto de relógios de pulso digitais, mas o de ponteiros precisa ter os números em algarismos indo-arábicos claramente dispostos em seus devidos lugares e aqueles “risquinhos” que demarcam cada 1/60 da circunferência.

É sério, não me olhe assim! :P

Não sei se existe um nome específico para isso, mas devo ter algum tipo de dislexia que me impede de ver as horas com facilidade em um relógio de ponteiros que não tenha estas características. E isso vem de longe, lembro-me claramente do desespero que eu sentia quando tinha que encarar aquelas provas de escola no primário (ou ensino básico, que seja, na minha época era primário e ponto!) em que precisava desenhar os ponteiros dentro do círculo para indicar a hora pedida. Tenho pesadelos com isso até hoje.

Ah, é claro que um relógio assim facilita, mas não resolve… se você me perguntar as horas já fique preparado para um delay básico de vários alguns segundos, para que eu tenha tempo de contar, um por um, os tais “risquinhos”.

Enfim. A despeito de tudo isso eu queria um relógio. Queria, porque queria, porque gosto de usar e não-discuta-comigo. A minha grandissíssima sorte é que minha família me conhece bem, ganhei este relógio do pessoal de casa no meu aniversário e nem preciso dizer: e-xa-ta-men-te o que eu estava procurando.

Mais um item riscado e um boba feliz! :D

Livro: Persépolis Completo, de Marjane Satrapi

Sinopse

Capa: Persépolis Completo Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita – apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa. Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama — e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

[sinopse da contracapa]

Se eu fosse escrever uma resenha completa dos quadrinhos autobiográficos de Marjane Satrapi acabaria por repetir praticamente tudo o que já disse depois de assistir a animação, mas acho que posso resumir o essencial em apenas um trecho do meu post anterior:

Persépolis nos conta a história de um jeito simples e, por isso mesmo, cativante. Uma história dramática sem exageros apelativos. Embora mantenha sempre um clima sombrio, o longa livro consegue ser ao mesmo tempo ousado e encantador. O desenho não tridimensional em preto-e-branco carrega, mesmo na simplicidade dos traços grossos e arredondados, no cenário chapado, sutilezas que fazem toda a diferença na absorção da ideia, que marcam o sarcasmo, que nos fazem abraçar a causa. Uma animação leitura envolvente, que traz o espectador leitor para dentro de seu ritmo e sua história.

Não vou me alongar mais, se tiver curiosidade dá uma espiadinha no post que eu citei. Por aqui basta dizer que mesmo já conhecendo a história, os traços e o estilo, a leitura de Persépolis me emocionou e entrou para a galeria dos meus favoritos e recomendados. ;)

Persépolis [recomendado]

Satrapi, Marjane

  • Título Original: Persepolis
  • Categorias: Quadrinhos, Biografia, Islamismo
  • Avaliação: ★★★★★

Sonata Arctica - No Dream Can Heal A Broken Heart

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