7 fatos marcantes

A Nanda me convidou (coloco o link assim que conseguir acessar novamente o blog dela) para um desafio: relatar 7 fatos marcantes na minha vida e depois convidar mais 7 amigas para fazer o mesmo. Bem, não sei qual será a parte mais difícil, escolher os fatos ou indicar as amigas, hehe, mas vamos lá!

Tive que refeltir um pouco antes de decidir o que poderia listar como “fatos marcantes”. Eu poderia listar um mundo de coisas, tinha que procurar alguns critérios e, ao final, cheguei a uma lista de 7 episódios da minha vida que realmente deixaram marcas a longo prazo, que de alguma forma mudaram minha vida.

Em ordem cronológica:

  • Quando li meu primeiro livro inteiro sozinha: Um livrinho infantil chamado “Os Três Incríveis”, de Stella Carr. Eu tinha acabado de fazer 6 anos de idade e engoli o livro de uma tacada só. Lembro exatamente de como me diverti, o quanto fiquei maravilhada com as aventuras dos 3 irmãos, personagens do livro. Tenho certeza de que nasceu aí a minha paixão por livros e leitura. Detalhe: tenho o livrinho guardado até hoje.
  • Quando meu pai foi trabalhar no Japão: Meu pai viveu 3 anos no Japão, a trabalho. Minha mãe, meus irmãos e eu ficamos aqui. Conviver com a distância e as limitações que isso acarretava na época não foi fácil, a comunicação não era tão simples como hoje, não havia internet, telefonemas eram absurdamente caros e o maior contato era através de cartas. Eu sou a filha mais velha e tinha 11 anos quando ele viajou, tinha na cabeça a idéia fixa de ajudar minha mãe e dar força para meus irmãos. Inegável o crescimento pessoal pelo qual todos nós passamos durante todo este período.
  • Quando ganhei minha primeira câmera fotográfica: Meu pai me trouxe de presente quando voltou do Japão. Era uma camerazinha pequetita, de filme, apesar de super simples eu me divertia à beça. Na época não abusava tanto quanto hoje, pela dificuldade do preço do filme e da revelação tirava bem menos fotos, mas já estava despertando para mais esta paixão na minha vida.
  • Quando mudei para Indaiatuba: Acho que toda mudança, de alguma maneira, é marcante. Eu nasci em São Paulo e morei lá até os 14 anos de idade, logo que meu pai voltou do Japão viemos para Indaiatuba. Reviravolta completa na minha vida, outro esquema no cotidiano, outros amigos, outro ambiente, tudo diferente! Nunca tive vontade de voltar, adotei a cidade e fui adotada por ela. Amo viver aqui e não tenho a menor vontade de sair daqui tão cedo.
  • Quando entrei para o curso técnico de Processamento de Dados na FIEC: Eu terminei o colegial e não fazia a menor idéia do que queria fazer na vida, para não ficar parada me matriculei em um curso de Processamento de Dados – que era o único para o qual não torci muito o nariz dentre os oferecidos. A bem da verdade não fazia a menor idéia do que se tratava no início, mas fui aprendendo, pegando gosto. Logo que saí do curso prestei vestibular para a área de desenvolvimento em informática. Hoje é minha profissão e uma das minhas paixões na vida.
  • Quando decidi mudar do Fotolog para o Flickr: No início, criei uma conta no Flickr apenas para poder comentar nas fotos dos amigos que havia migrado para lá por conta dos problemas do Fotolog. Aos poucos fui gostando da coisa e aquilo virou um verdadeiro vício! Através dos contatos feitos no Flickr aprendi muito sobre fotografia, conheci muita gente, fiz muitos amigos (alguns amigos de verdade!). Até meu namorado, o Leo, eu conheci lá.
  • Quando o Polenguinho apareceu na minha vida: Eu nunca havia pensando na idéia de adotar um bichinho, nem era fã de gatos, quando, do nada, um gatinho apareceu em casa. Muito magro e sujo não queria ir embora de jeito nenhum e venceu-nos pelo cansaço, se queria ficar que ficasse, mas nós faríamos a coisa direito! Levei-o ao veterinário, dei banho, vacinas e me apaixonei por aquela criaturinha linda, carinhosa, que se tornou foco das nossas atenções. Infelizmente ele ficou conosco por pouquíssimo tempo, mas o suficiente para o apego deixar marcas profundas. Durante algum tempo eu não quis outro gatinho, achava que nenhum iria substituir o Polenguinho, mas passado o baque inicial, sobrou o vazio. Aprendi que não seria uma substituição. Em setembro do ano passado adotamos a Nickie, é a xodó de todos aqui de casa e eu sou loucamente apaixonada por ela.

Convites

Agora a parte mais difícil: passar para 7 amigas… Bem, farei algumas indicações, mas não quero que ninguém se sinta na obrigação, ok? Odeio me sentir responsável por sensações assim, hehe. E claro, fica aberto para quem mais quiser listar os seus próprios fatos marcantes. ;)

PS: Mas por quê só amigAs?

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