Miau
Ele “apareceu” aqui em casa e não quis mais ir embora de jeito nenhum. E olha que, no começo, a gente tentou espantá-lo daqui. Cena cômica: minha irmã ouviu os miados dele quando estava começando a passar a tintura nos meus cabelos e lá estava eu, com a cabeleira semi-empastelada e vassoura na mão (só com o intuito de empurrá-lo, porque eu não sou tão sem coração a ponto de partir para vassouradas), tentando fazer com que ele saísse para a rua.
Inúteis tentativas, ele sempre voltava como uma flecha.
Engraçado como são as coisas, o auê que um bicho tão pequeno pode causar na gente. Nunca tivemos animaizinhos de estimação em casa (só aquários, que também adoro!) e nunca cheguei a sentir falta de um. Mas de repente o gatinho cativou toda a família. Virou assunto, mascote, necessidade.
Ele nos escolheu, nos adotou. E nós o adotamos.
Então, se é para ficar aqui, que seja bem cuidado.
Levei-o na quarta-feira na veterinária para uma consulta geral, colocar as vacinas em dia, tomar vermífugo e um banho. Tudo certo com a saúde, certo até demais para um gato que supostamente teria vindo da rua.
E ele é um doce. E lindo. Macho, uns 5 ou 6 meses, todo dengoso e carente, muito tranquilo. Já ganhou cama, banheiro, ração e muito colo e cafuné.
Só falta agora o nome. Sugestões?
Within Temptation - Angels




















