Desabafos, Devaneios e Divagações

É… as coisas não estão mesmo muito legais… De repente vejo à minha volta uma porção de amigos passando por uma fase tão pra baixo… E eu mesma venho me sentindo tão desanimada ultimamente. Sabe aquele desânimo geral pra tudo? Não tenho vontade de sair, mas também não quero ficar em casa… Não tô com o menor pique pra trabalhar, nem estudar mas também não aguento ficar sem fazer nada… Cara… que neuras!!!

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Alteridade

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Essa é a nossa maneira de fazer propaganda. Viemos através desse e-mail tentar fazer a nossa parte na conscientização do desenvolvimento sustentável.

Devido ao presente evento da cúpula mundial do desenvolvimento sustentável que teve sua
abertura no dia 26 de Agosto em Johannesburgo – África do Sul.

Não basta somente os grandes líderes do mundo pensarem a respeito é necessário que a Sociedade tome consciência da nossa auto-destruição. Somente o vínculo entre líderes políticos e religiosos é que poderá provocar uma transformação do absurdo que nos encontramos. Alguns dados:

  • A quantidade sustentável de hectare por habitante no mundo é de 1,9 enquanto o uso médio atual é de 2,3 hectares por habitante. Sendo que os EUA utiliza uma média de 9,6 hectares por habitante e na Europa Ocidental de 5 hectares por habitante.
  • 40% da população mundial sofre de escassez de água.
  • a água contaminada mata 2,2 milhões de pessoas por ano.
  • 9% das espécies arbóreas sofrem risco de extinção.
  • 3 milhões de pessoas morrem por ano pela poluição atmosférica.

O que vem a seguir é o texto de janeiro de 1990, enviado pelos cientistas aos lideres religiosos: “Preservando e protegendo a terra: um apelo a favor do compromisso conjunto da ciência e religião”.

O APELO

A terra é o berço natal da nossa espécie e, ao que se saiba, o nosso único lar. Quando nossos números eram pequenos e a nossa tecnologia fraca, não tínhamos poderes para influenciar o meio ambiente do mundo. Mas hoje, de repente, quase sem ninguém perceber, os nossos números se tornaram imensos e a nossa tecnologia adquiriu poderes enormes, até terríveis. Intencional ou inadvertidamente, somos agora capazes de provocar mudanças devastadoras no meio ambiente global – um meio ambiente a que nós e todos os outros seres com os quais partilhamos a Terra estamos meticulosa e refinadamente adaptados.

Somos agora ameaçados por alterações ambientais auto-infligidas em rápido processo de aceleração, cujas conseqüências biológicas e ecológicas de longo prazo infelizmente ainda ignorados – a diminuição da camada protetora de ozônio, um aquecimento global sem precedentes nos últimos 150 milênios, a destruição de um acre de floresta a cada segundo, a rápida extinção de espécies e a perspectiva de uma guerra nuclear global que piora em risco a maioria da população da Terra. É possível que haja outros desses perigos que, em nossa ignorância, ainda não percebemos. Por mais elevadas e cheia de princípios (ou ingênuas e míopes) que sejam as justificativas para as atividades que provocam esses perigos, eles agora, isoladamente e em conjunto, ameaçam a nossa espécie e muitas outras. Estamos perto de cometer – muitos diriam que já estamos cometendo – o que em linguagem religiosa é às vezes chamado de Crimes contra a Criação.

Pela sua própria natureza, esses ataques ao meio ambiente não foram causados por um único grupo político ou por uma única geração. Intrinsecamente, abrangem muitas gerações, gerações e ideologias. O mesmo acontece com todas as soluções concebíveis. A saída dessa armadilha requer uma perspectiva que abranja os povos do planeta e todas as gerações futuras.

Em problemas dessa magnitude, e em soluções que exigem uma perspectiva tão ampla, deve-se reconhecer desde o início uma dimensão não só científica, como religiosa. Cientes de nossa responsabilidade comum, nós, cientistas – muitos empenhados em combater a crise ambiental –, pedimos insistentemente que a comunidade religiosa do mundo se comprometa, com palavras e ações, e com toda audácia requerida, a preservar o meio ambiente da Terra.

Alguns dos atenuantes a curto prazo desses perigos – como o uso mais eficiente da energia, a rápida proibição dos clorofluorcarbonetos ou reduções modestas nos arsenais nucleares – são relativamente fáceis e em algum nível já estão sendo adotados. Mas outras medidas mais efetivas, de mais longo alcance e mais longo prazo, vão enfrentar inércia, negação e resistência em muitas partes. Nessa categoria estão a conversão de uma economia dependente dos combustíveis fósseis para uma economia de energia não poluente, uma reversão rápida e continuada da corrida de armas nucleares, bem como uma parada voluntária no crescimento da população mundial – sem o que muitas das outras medidas para preservar o meio ambiente serão anuladas.

Assim como nas questões da paz, dos direitos humanos e da justiça social, as instituições religiosas também podem exercer uma forte influência nesse caso, encorajando iniciativas nacionais e internacionais nos setores públicos e privados, bem como nas diversas áreas do comércio, educação, cultura e meios de comunicação de massa.

A crise ambiental requer mudanças radicais, não só na política publica, mas também no comportamento individual. O registro histórico deixa claro que o ensino, o exemplo e a liderança religiosos são poderosamente capazes de influenciar a conduta e os compromissos individuais.

Como cientistas, muitos de nós tivemos profundas experiências de temor e reverência diante do universo. Compreendemos que aquilo que é considerado sagrado tem mais probabilidade de ser tratado com amor e respeito. Os esforços para salvaguardar e proteger o meio ambiente precisam ser incutidos como uma visão do sagrado. Ao mesmo tempo, é necessário uma compreensão muito mais ampla e mais profunda da ciência e da tecnologia. Se não compreendemos o problema, é improvável que sejamos capazes de corrigi-lo. Assim, há um papel vital tanto para a religião como para a ciência.

Sabemos que o bem-estar do nosso meio ambiente planetário já é uma fonte de profunda preocupação nos seus conselhos e congregações. Esperamos que este Apelo estimule um espírito de causa comum e ação conjunta que ajude a preservar a terra.

Pouco depois, uma resposta a este Apelo dos cientistas a favor do Meio Ambiente foi assinada por centenas de líderes espirituais de 83 países, inclusive 37 chefes de comunidades religiosas nacionais e internacionais. Entre eles figuram os secretários-gerais da liga Muçulmana Mundial e do Conselho Mundial de Igrejas, o vice-presidente do Congresso Judaico Mundial, os Católicos de Todos os Armênios, o Metropolitano Pitirim da Rússia, os grandes muftis da Síria e da ex-Iugoslávia, os bispos regentes de todas as igrejas cristãs da China e das igrejas episcopal, luterana, metodista e menonista nos Estados Unidos, bem como cinqüenta cardeais, lamas, arcebispos, rabinos chefes, patriarcas, mestres muçulmanos e bispos das principais cidades do mundo. Afirmavam:

Ficamos emocionados com o espírito do Apelo e nos sentimos desafiados pelo seu conteúdo. Partilhamos o seu senso de urgência. Este convite de colaboração marca um momento e oportunidade únicos na relação entre a ciência e a religião.

Muitos na comunidade religiosa têm acompanhado com crescente alarme os relatórios de ameaças ao bem-estar do meio ambiente de nosso planeta, como as que foram apresentadas no Apelo. A comunidade científica prestou um grande serviço à humanidade ao evidenciar a existência desses perigos. Encorajamos uma investigação escrupulosa continuada, e devemos levar em conta os seus resultados em todas as nossas deliberações e declarações a respeito da condição humana.
Acreditamos que a crise ambiental é intrinsecamente religiosa. Todas as tradições e ensinamentos religiosos nos instruem firmemente a reverenciar e amar o mundo natural. Mas a criação sagrada está sendo violada, e acha-se em grande perigo por causa do comportamento humano de longa data. Uma resposta religiosa é essencial para reverter esses padrões duradouros de negligência e exploração.

Por essas razões, aconselhamos com prazer o Apelo dos cientistas e estamos ansiosos para explorar, assim que possível, formas concretas e específicas de colaboração e ação. A própria Terra nos convoca para novos níveis de compromisso em conjunto.

Pedimos que envie essa mensagem para todos os seus conhecidos para que a corrente se propague. Estaremos abertos para opiniões ou informações que você possa querer compartilhar.

Um abraço do Grupo Alteridade

Cotidiano

Mais um fim-de-semana passou voando… Não tô nem um pouco animada pra voltar pro trampo amanhã cedo, mas fazer o quê… E pensar que eu já curti tanto esse trampo… O sábado e o domingo foram aquela pasmaceira, nada de novo, nada de interessante… Sábado eu fiz umas comprinhas no centro com a minha irmã: comprei 2 calças e um tamanco, nada muito caro nem muito espalhafatoso… Depois eu fiquei tão cansada que nem aguentei fazer mais nada, acabei capotando e nem vi a hora que meu namorado foi embora de casa…

Desabafos, Devaneios e Divagações

Putz! Hoje eu tô passada… nem tanto de cansaço, é mais saco cheio mesmo… Sabe aqueles dias que a gente nem devia ter saído da cama? É meio por aí… O dia inteiro foi aquela coisa, eu já quase me arrastando de tanto desânimo e agora, pra finalizar bem a noite o carro deu um tilt bem lá no pedágio, não queria pegar de jeito nenhum, fiquei um tempão parada lá, debaixo da chuva, no vento… Aaaaaaaaah! Ando tão desanimada esses dias… uma vontade louca de sair correndo e gritando… e nem sei direito o porquê….

Palavras garimpadas

“Se eu morrer antes de você, faça-me um favor.
Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser boa e amiga.
Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles.
Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
– “Foi minha amiga, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!”
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituída, irei cuidar de minha nova tarefa, seja onde eu estiver.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu…

“Ser seu amigo já é um pedaço dele…”
(Autor Desconhecido)