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Livro: Não Conte a Ninguém, de Harlan Coben

David e Elizabeth podiam ser considerados o casal perfeito: companheiros desde a infância, foram o primeiro amor um do outro e continuavam apaixonados mesmo depois de 13 anos juntos. Alguns meses depois de seu casamento eles voltam ao Lago Charmaine para comemorar o aniversário de seu primeiro beijo, mas o que deveria ser um fim de semana romântico acaba por se transformar em um pesadelo quando eles são brutalmente atacados. Ele, desacordado por um forte golpe na cabeça, não pôde impedir que sua mulher fosse sequestrada e assassinada por um serial killer que mais tarde viria a ser preso e condenado.

Oito anos depois David ainda não superou completamente a perda de Elizabeth, mas tenta seguir sua vida, afundando-se em seu trabalho como médico pediatra. É então que novos fatos trazem o caso à tona novamente: dois corpos são descobertos enterrados na região do lago em que tudo aconteceu, junto com o taco de beisebol que teria sido usado para desacordar David, ao mesmo tempo em que ele começa a receber enigmáticos emails que parecem ter sido enviados por sua falecida esposa.

Começa então uma busca frenética pela verdade. David precisa descobrir o que realmente aconteceu naquela noite no lago há oito anos, mas também precisa provar sua inocência, já que à luz das novas provas ele passa a ser considerado o principal suspeito da morte de Elizabeth.

Não digo que a trama de Não Conte a Ninguém esteja entre as mais criativas com as quais já me deparei – o tempo todo, inclusive com o desfecho, tive aquela sensação de “já vi essa história antes” pairando sobre a leitura – mas não se pode negar que Harlan Coben consegue, independente dos clichés, prender a atenção, manter um ritmo frenético e despertar aquela sede irresistível pela próxima página. Justamente como, na minha opinião, um thriller policial deve ser.

Minha principal reserva, no entanto, fica por conta de um aspecto bem mais pessoal, coisa minha mesmo: o personagem principal não conseguiu me cativar por completo e eu “preciso” disso para conseguir torcer por ele e sentir seu drama. Nada de errado em sua construção, mas algumas atitudes, daquelas que causam “vergonha alheia”, me afastaram um pouco dele.

De qualquer maneira uma leitura empolgante, entretenimento de muita ação, repleta de reviravoltas e exercícios para os neurônios.

Mais um livro lido para o item 36 da minha lista de 101 e desta vez a indicação partiu da Tábata. Muito obrigada pela recomendação e pela colaboração com o meu projeto, querida!!

Não Conte a Ninguém

Coben, Harlan

Capa: Não Conte a Ninguém

  • Editora: Arqueiro
  • Categorias: Literatura Estrangeira, Policial, Thriller, Suspense
  • Título Original em inglês: Tell No One
  • Site do autor: http://www.harlancoben.com
  • Avaliação: ★★★½☆
Projetos Pessoais

Você tem alguma fobia estranha?

Phobia

Foto: (cc) JD @ Flickr

Fobia estranha?? Gente, é cada pergunta que vocês jogam no meu colo… 😛

Tenho para mim que toda fobia é estranha para quem não sofre do mesmo mal e está apenas observando “de fora”, mas vá lá, algumas realmente nos parecem mais estranhas do que outras.

Em termos de fobia mesmo, no sentido mais extremo da palavra, acho que a única da qual sofro é mesmo a catsaridafobia, o medo irracional, incontrolável e atordoante de baratas – aliás, comentei um pouco sobre isso recentemente nesse post. Não creio que seja uma fobia assim tão estranha, muita gente tem problema com essas monstrengas, mas concordo que em um nível tão problemático como o meu é caso mais raro.

Respondida sua pergunta, Mari? Obrigada pela participação! 😉

ico_plug Este post é uma resposta à pergunta da Mari no Pergunta que eu respondo!, uma seção do blog onde respondo, com posts, às perguntas dos leitores. Para saber mais, enviar a sua pergunta ou ver a lista de perguntas/respostas já publicadas espia aqui.

Projetos Pessoais

52 Objetos – #10: Diana Mini

52 Objetos - #10: Diana Mini

  • O quê: toy camera
  • Onde: quando não estou usando fica na minha estante
  • Origem: comprada por mim mesma na Lomography

Eu comecei a brincar com fotografia ainda na época do filme, mas só depois que o domínio digital já havia se consolidado é que minha paixão pela fotografia analógica realmente despertou. Gosto de fotografar com filme de maneira geral, mas tenho um especial interesse pela lomografia e quando descobri esse mundo, foi inevitável: não sosseguei até adquirir minhas próprias câmeras de brinquedo.

Hoje tenho outras câmeras desse tipo (e outras tantas na wishlist), mas a Diana Mini foi a minha primeira e por isso a escolhida para representar o grupo no 52 Objetos. Além de uma atividade divertida, acho essas câmeras super charmosas, quando não estou usando as minhas ficam todas expostas como se fossem bibelôs.

Embora essas câmeras sejam, no geral, consideradas de “baixo custo” a brincadeira em si não sai muito barata, além do que é difícil encontrar filmes e bons laboratórios para a revelação, motivos pelos quais só me dedico ao hobby eventualmente. Mas aí está, mais um objeto que diz um pouquinho sobre a minha pessoa e minhas paixões nessa vida. 😉

» Este post faz parte do Projeto 52 Objetos que consiste em postar, uma vez por semana, durante um ano, objetos que sejam significativos para mim e digam um pouco sobre a minha pessoa. Para saber mais espia aqui e para ver os objetos já publicados aqui.

Palavras garimpadas

Palavras Garimpadas #25

O mundo são as circunstâncias em volta da vida da gente. Não são as coisas, fatos e fenômenos que ocorrem no planeta: o mundo da gente não é o planeta Terra; este a gente vê no cinema e na televisão, sabe pelos jornais, mas não é o mundo dela. Diz-se do ser humano que é ser-no-mundo porque o mundo parte intrínseca do seu ser: são as relações pessoais, as pessoas com quem fala e convive, as coisas que faz, a sua ocupação, o seu trabalho, os seus projetos. O mundo é maior ou menor conforme a largueza dessas circunstâncias.

Os Quatro Contos do Mundo – R. Saturnino Braga