Livros

Livro: Um Mais Um, de Jojo Moyes

Um Mais Um (Jojo Moyes)

Quando ficou grávida Jess Thomas largou a escola para se casar com Marty. Oito anos depois Marty saiu de casa e nunca mais voltou.

Lutando em dois empregos para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria como se fosse seu próprio filho, Jess precisa encontrar maneiras de driblar as inúmeras dificuldades de uma vida em condições financeiras extremamente limitadas. Quando Tanzie, um verdadeiro prodígio da matemática, ganha uma generosa bolsa de estudos em uma tradicional escola particular, Jess não tem como pagar a diferença e sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. O problema é que eles não tem condições de chegar lá.

Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, Ed Nicholls, milionário gênio da computação, está se refugiando em sua casa de veraneio por causa de acusações de compartilhamento ilegal de informações sigilosas em sua empresa. A antipatia e o atrito entre os dois são imediatos, mas quando Ed se sente na obrigação de retribuir o gesto depois que Jess se sacrifica para deixá-lo em segurança em casa depois de uma bebedeira, ele acaba se oferecendo para levar Jess, Tanzie, Nicky e o fedorento cão da família em seu carro até a cidade onde acontecerá a competição.

De todos os livros da Jojo Moyes que já li até hoje [1] achei este um do mais fracos, acho que só perde para Sheltering Rain (Em Busca de Abrigo, pela Editora Intrínseca no Brasil), que para mim ocupa a posição do piorzinho da escritora.

Não é que o livro seja ruim, só que não tem nada demais. Uma história mediana que bem poderia ser o roteiro de um filme “tapa-buraco” de programação, que tenta dar lições sobre o que realmente importa na vida, sobre confiança em si mesmo e nos outros, sobre a força de vontade para continuar tentando mesmo que nada pareça dar certo em nenhum momento, mas que… bem, não conseguiu me emocionar em nenhum momento.

Uma das coisas que mais gosto nos livros de Jojo Moyes é que a despeito de uma boa dose de dramalhão seus personagens geralmente conseguem me cativar, são sempre muito humanos e muito intensos. O ponto é que isso não acontece em Um Mais Um. Todos eles – Jess, Ed, Tanzie e Nicky – estão ali, no limite entre o sem graça e o cliché, suas personalidades são pouco desenvolvidas em camadas pobres. Não antipatizei, mas também não tive vontade de abraçar, sabe?

É uma história que dá para ser lida numa boa, que não me arrebatou – como era minha expectativa – mas também não chegou a me irritar – como acontece, às vezes, quando a história é muito ordinária. Para aqueles dias em que a gente quer ler mas não quer pensar muito, para aqueles domingos chuvosos que combinam com histórias para deixar o coração morninho.

Um Mais Um

Moyes, Jojo

Capa: Um Mais Um

  • Editora: Instrínseca
  • Categorias: Literatura Estrangeira, Romance
  • Título Original em inglês: The One Plus One
  • Site do autor: http://www.jojomoyes.com
  • Avaliação: ★★★☆☆

Book Trailer

1. Lidos até o momento: Como Eu Era Antes de Você, Depois de Você, A Garota que Você Deixou para Trás, Sheltering Rain (Em Busca de Abrigo, no Brasil), A Última Carta de Amor e Um Mais Um.

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Por que você não cria um canal no YouTube pra suas resenhas?

Esta é uma pergunta que já me fizeram várias vezes, mas uma ideia que nunca passou pela minha cabeça como uma possibilidade.

Primeiro: sou péééssima para vídeos, não gosto, não me sinto a vontade. Não tenho uma boa dicção – nem gosto muito de falar, para dizer a verdade -, sou tímida e arredia demais para encarar uma câmera e falar com desenvoltura, não consigo me expressar oralmente com espontaneidade, não sei transmitir uma simpatia que não é inerente à minha pessoa e uma postura mais agressiva tampouco faz o meu estilo.

Segundo: não tenho paciência para seguir youtubers, não acho que faça sentido querer ser uma. Assino alguns canais, mas na prática não acompanho, vez ou outra, muito raramente, apenas aquela “espiadinha para ver como estão as coisas”. Nas raras vezes em que realmente abro algum vídeo fico pulando os minutos na esperança de dar a sorte de parar em algum ponto interessante, mas logo desisto.

Vejam bem, não tenho nada contra. Temos público para todos os segmentos e segmentos para todos os públicos, e, sim, muitos youtubers que admiro muito pelo ótimo trabalho e pela qualidade de seus vídeos. Apenas não é a minha. 😉

ico_plug Este post é uma resposta à pergunta da Heloisa Dafner no Pergunta que eu respondo!, uma seção do blog onde respondo, com posts, às perguntas dos leitores. Para saber mais, enviar a sua pergunta ou ver a lista de perguntas/respostas já publicadas espia aqui.

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Música

Na Minha Playlist: aberturas de séries de TV

O post “Na Minha Playlist” de hoje é uma exigência sob ameaça um pedido do amigo Andrey que andou xeretando minha conta no Spotify, descobriu que tenho umas 39279438 variações de playlists relacionadas a trilhas sonoras e ficou me enchendo os pacová porque não entendeu a lógica que uso para criar as listas e classificar as músicas. Esta, a das aberturas de séries de TV foi a que o deixou mais encanado.

Não tem muito o que falar a respeito, não tem lógica para entender, é exatamente o que parece: quando alguma música chama minha atenção quando estou assistindo alguma coisa procuro no Spotify e adiciono na playlist que me parecer mais “adequada”. Simples assim.

Algumas das que tenho ouvido com mais frequência (sim, eu sei, a maior parte aí é de animes, tenho assistido bastante ultimamente):

Ergo Proxy: Monoral – Kiri

Shadowhunters: Ruelle – This is the Hunt

The Big Bang Theory: Barenaked Ladies – The Big Bang Theory Theme Song

Elfen Lied: Kumiko Noma – Lilium

Psycho-Pass: Nothing’s Carved in Stone – Out of Control

Zankyou no Terror: Galileo Galilei – Trigger

Westworld: Main Title Theme por Ramin Djawadi

Game of Thrones: Main Title Theme por Ramin Djawadi