Livros

Clube de Leitura: Janeiro 2015 – Ficção Científica

Clube de Leitura - Janeiro 2015: Ficção Científica A escolha do tema de janeiro para o Clube de Leitura foi feita através de votação simples pelos participantes do mês de dezembro.

Creio que, a princípio, não há muito o que “explicar”. Valem quaisquer livros que se encaixem no que chamamos ficção científica de forma geral, literatura que inclua a extrapolação de fatos e princípios da ciência – em especial aspectos da astronomia, da física, da química e da biologia – como componente principal.

Como participar

Muito simples: basta ler um (ou mais) livros dentro do tema proposto para o mês e escrever uma pequena resenha contando a sua experiência.

As resenhas podem ser publicadas em seu blog, no Skoob, no Goodreads, no Facebook (desde que compartilhado publicamente) ou até mesmo no Instagram (obviamente, seu comentário sobre o livro não pode se resumir à foto do livro e/ou a um simples “gostei/não gostei”).

Publicou a resenha? Deixe um comentário neste post com o link direto para sua resenha que ele será acrescentado à lista de janeiro nesta página.

Estamos falando preferencialmente de leituras inéditas (não releituras) durante o mês corrente, mas é claro que não teríamos como fiscalizar isso, portanto fica a critério do participante, até porque sabemos que é frustrante não ter o direito de compartilhar as experiências com aquele livro genial só porque você já o tinha lido antes.

Visite e comente as resenhas de outros participantes, participe das discussões e dos debates. Um dos objetivos do clube é promover a discussão e a troca de ideias. Ninguém vai te obrigar a coisa alguma, mas você não concorda que interagir faz a brincadeira ficar muito mais interessante?

Não, você não é “obrigado” a participar em todos os meses. O desafio é seu, para você mesmo. O objetivo do clube não é criar regras, mas incentivar a leitura e a troca de experiências. Ficaremos felizes em “encontrar” você por aqui, sempre que quiser e puder.

Os links para os fóruns de debates serão publicados assim que terminarmos de reconfigurar as ferramentas adequadas.

Sugestões de temas para o próximo mês

Você também pode participar sugerindo temas para o próximo mês, basta deixar um comentário aqui mesmo. O tema será selecionado pelos organizadores do Clube da Leitura e divulgado no inicio do mês.

Pode ser qualquer coisa, um gênero, um tema, uma palavra, um autor, um país… o que a criatividade mandar.

E, sim, os temas podem se repetir. Já tivemos temas recorrentes e com certeza teremos outros mais no futuro.

Mesmo que alguém já tenha citado algum tema em que você tenha interesse, mencione-o novamente. Normalmente escolhemos um dentre os mais citados.

Quaisquer dúvidas, comentários e sugestões, é só entrar em contato!

Cotidiano

Minha palavra para 2015

Equilíbrio

Comecei o ano acompanhada de Jane Eyre, com a barriga cheia de boa comida, perto de pessoas que amo, aliviada por constatar que minha Nickie não se incomodou muito com os rojões, mas incomodada, eu mesma, porque a cabeça não parou de latejar por conta de uma enxaqueca que não cessa há dias. Mais a mais, não tomarei isso como um sinal, o otimismo que sempre me toma de assalto nessa época ainda permanece.

Para mim é inevitável, a virada de ano sempre vem acompanhada de um período de reflexão. O balanço do ano que passou, as expectativas para o que está começando… e, no meio do processo, a escolha daquela que será minha palavra para o ano.

Equilíbrio.

No físico, no psicológico e no financeiro. Depois de um ano repleto de altos e baixos – como todos os outros, sim – mas que foi marcado por oscilações bruscas e grandes contrastes, a palavrinha resume tudo o que quero e preciso para 2015.

Não será um ano fácil, na medida em que impus a mim mesma uma série de desafios que vão de encontro a aspectos que venho querendo mudar e melhorar em mim mesma há muito tempo (e não vou entrar em detalhes porque ainda sinto tudo isso muito pessoal e quero manter para mim mesma). Creio que 2015 será um ano de transformações e, embora essa vibe não pareça combinar com a palavra escolhida, vejo as tais transformações como o caminho para alcançar o equilíbrio que desejo para minha vida. Na minha cabeça tudo se encaixa. Estou otimista, estou esperançosa.

E você, que esperanças está depositando neste novo ano que desponta cheinho de novas oportunidades?

BlogosferaLivros

Retrospectiva Literária 2014

Retrospectiva Literária 2014

A aventura que me tirou o fôlego:

Capa: Asteca (Gary Jennings) Asteca (Gary Jennings)
Um romance histórico que relata a história do povo asteca através das aventuras de Mixtli. A personagem principal é fictícia, mas a consistência das informações históricas é impressionante, dizem que o autor desprendeu muitos anos em pesquisas minuciosas para escrever o livro. Embora algumas pessoas não o considerem uma “aventura” foi o sentimento que tive, uma aventura de tirar o fôlego.

O terror que me deixou sem dormir:

Capa: A Profecia (David Seltzer) A Profecia (David Seltzer)
Este não foi um ano de literatura de terror para mim, depois de uma overdose de Stephen King no ano passado estou dando um tempo para o gênero. A Profecia foi um dos poucos que li este ano. Não, não me deixou sem dormir, mas tem lá seus méritos e até consegue criar um clima ligeiramente assustador.

O suspense mais eletrizante:

Capa: Relíquias Relíquias (Tess Gerritsen)
Li vários livros da Tess Gerritsen (uma das minhas favoritas no gênero) no final deste ano, gosto bastante do ritmo frenético que ela consegue empregar em suas histórias. Fiquei na dúvida sobre qual deles poderia ser o mais “eletrizante”, então escolhi simplesmente um dos que mais gostei.

O romance que me fez suspirar:

Capa: A Última Carta de Amor A Última Carta de Amor (Jojo Moyes)
Não sei se “me fez suspirar” descreve bem minha reação ao livro, embora eu me considere romântica e emotiva, não faço o tipo que fica suspirando por histórias de amor. Gosto de ler, acho bonitinho, e só. Dos poucos romances mais açucarados que li este ano é um dos que mais gostei.

A saga que me conquistou:

Capa: Eragon Capa: Eldest Capa: Brisingr Capa: Herança

Ciclo da Herança (Christopher Paolini)
Comecei a ler esta série no ano passado, mas concluí este ano. De todas as sagas que li recentemente esta com certeza foi a mais marcante, uma história bem desenvolvida, que não foge de alguns clichés mas é gostosa de acompanhar, emociona em muitos momentos e retrata bem o desenvolvimento da escrita do autor que começou a escrevê-la quando ainda era muito jovem.

O clássico que me marcou:

Capa: O Corcunda de Notre Dame O Corcunda de Notre Dame (Victor Hugo)
Li muitos clássicos este ano por conta do desafio dos 1001 livros e vários deles me marcaram bastante, não foi nada fácil escolher apenas um. Esta é uma história que eu conhecia apenas da versão Disney e, apesar de saber que estas versões são sempre suavizadas e romantizadas, não imaginava que o original de Victor Hugo fosse tão mais interessante, tão repleta de meandros e de escrita tão caprichada. Um clássico imperdível.

O livro que me fez refletir:

Capa: Precisamos Falar Sobre o Kevin Precisamos Falar Sobre o Kevin (Lionel Shriver)
Impactante, cruel e, embora parta da premissa de um acontecimento que parece distante da vida de muitas pessoas, é tremendamente realista em tudo o que envolve. Um exemplo perfeito de livro “tapa na cara” que me fez refletir bastante a respeito de questões como sociopatia, sociedade e maternidade.

O livro que me fez rir:

Capa: A Cor da Magia A Cor da Magia (Terry Pratchett)
Embora eu seja chorona e me renda às lágrimas com relativa facilidade enquanto estou lendo, com o riso a coisa não é tão fácil, não me lembro de um livro que tenha me feito rir de verdade. Escolhi A Cor da Magia, não porque tenha me feito rir, mas porque é o mais “bem humorado” das minhas leituras deste ano. Um senso de humor um tanto quanto sarcástico, é verdade, mas bastante engraçado em diversos momentos.

O livro que me fez chorar:

Capa: Como Eu Era Antes de Você Como Eu Era Antes de Você (Jojo Moyes)
Bem, como dito, eu sou uma chorona. Sem mais.

O livro de fantasia que me encantou:

Capa: O Oceano no Fim do Caminho O Oceano no Fim do Caminho (Neil Gaiman)
Fantasia é um dos meus gêneros favoritos e quase sempre me encanta. Escolhi um dos que mais gostei de ter lido este ano.

O livro que me decepcionou:

Capa: Eu Sou o Mensageiro Eu Sou o Mensageiro (Markus Zusak)
Depois de me deliciar com a escrita de Markus Zusak em A Menina Que Roubava Livros fiquei louca para conhecer outros tabalhos dele e corri logo atrás de outros títulos. Bem, só o fato de mencionar isto aqui já esclarece que a experiência não foi, nem de longe, a mesma. Eu Sou o Mensageiro não é um livro ruim, mas não me cativou, em grande parte por causa das expectativas frustradas.

O livro que me surpreendeu:

Capa: A Casa do Sono A Casa do Sono (Jonathan Coe)
Comprei este livro por impulso em uma banquinha de ofertas na Fnac e o deixei “de molho” na estante durante muuuito tempo porque não me animava a encarar. Acabei pegando para ler apenas porque já estava começando a me sentir incomodada com ele “me encarando” fixamente toda vez que eu parava em frente à estante para escolher a próxima leitura e, grata surpresa, acabou sendo para mim uma das melhores leituras deste ano.

O thriller psicológico que me arrepiou:

Capa: No Escuro (Elizabeth Haynes) No Escuro (Elizabeth Haynes)
A temática não é, de maneira alguma, inédita ou absolutamente criativa, mas me surpreendeu a maneira como a autora consegue conduzir a narrativa – e o leitor -, fazendo-nos sentir tudo junto com a personagem principal. Tenso e sufocante, como um bom thriller psicológico deve ser.

O livro mais criativo:

Capa: Se um viajante numa noite de inverno Se um viajante numa noite de inverno (Italo Calvino)
Não há muito o que comentar, é o tipo de livro que é preciso ler para entender porquê o considero o mais criativo das minhas leituras este ano. Uma história em que a personagem se funde e se confude com o leitor, com o livro, com a história, com outro livro, com outra história, com outro leitor, com o livro, com a história, com o leitor…

A melhor HQ:

Capa: Koko Be Good - Não É Fácil Ser Boazinha (Jen Wang) Koko Be Good – Não É Fácil Ser Boazinha (Jen Wang)
Muito bom, sem dúvida, especialmente nos traços que me encantaram, mas fica com a posição de “melhor do ano” porque não teve outros concorrentes, foi a única HQ que li este ano.

O infanto-juvenil que se superou:

Capa: Ponte para Terabítia Ponte para Terabítia (Katherine Paterson)
Outro gênero que não marcou grande presença nas minhas leituras este ano, creio que este foi um dos poucos (se não o único) por isso fica com o posto embora “se superou” não o descreva para mim. Tem algo de previsível, mas é bonitinho e emociona, um livro que eu indicarei alguma dia para meus sobrinhos.

A capa mais bonita:

Capa: The Color Purple (Alice Walker) The Color Purple (Alice Walker)
Adoro capas com ilustrações estilizadas.

A personagem do ano:

Capa: Os Miseráveis (Victor Hugo) Jean Valjean de Os Miseráveis (Victor Hugo)
Não me pergunte o porquê – eu não saberia explicar com clareza, mas eu simplesmente adoro esse cara.

O casal perfeito:

Capa: Se Eu Ficar (Gayle Forman) Mia e Adam, de Se Eu Ficar (Gayle Forman)
Admito que um bom trabalho de marketing tem o poder de me convencer a comprar um livro, desperta minha curiosidade. Adquiri este livro porque me convenceram de que seria um dos mais emocionantes que eu leria. Não, para mim não foi, na verdade achei até bem fraquinho, mas gostei bastante do casal central. Mia e Adam são muito diferentes um do outro, mas se encaixam de maneira quase inexplicável. Para mim são o “casal perfeito” porque representam o tipo de relacionamento que eu mesma gostaria de ter na minha vida, aquele com uma pessoa com quem o silêncio pode ser compartilhado sem constrangimentos, com quem sentimos a cumplicidade verdadeira a despeito das diferenças.

O(a) autor(a) revelação:

Capa: Um Cappuccino Vermelho Capa: A Imagem

Joel G. Gomes
Um escritor português, ainda bastante jovem, que “descobri” no início deste ano durante uma de minhas garimpadas na seção de kindle books gratuitos da Amazon.

O melhor livro nacional:

Capa: Gabriela Cravo e Canela Gabriela Cravo e Canela (Jorge Amado)
Li poucos livros nacionais este ano, mas dentro desses poucos constam Jorge Amado, Fernando Sabino e Chico Buarque, portanto vocês já devem imaginar que foi bem difícil escolher “o melhor”.

O melhor livro que li em 2014:

Capa: A Visita Cruel do Tempo (Jennifer Egan) A Visita Cruel do Tempo (Jennifer Egan)
Eleger O melhor do ano é tarefa deveras ingrata, li muita coisa boa este ano e mesmo sendo bastante rígida ainda consigo pensar em 5 ou 6 títulos que eu elegeria como o melhor do ano. Escolhi este porque ainda não foi citado no post de hoje, porque foi uma dessas leituras que me arrebataram completamente e me deixou de “ressaca literária” por vários dias depois de concluída a leitura.

Li em 2014: 129 livros.

A minha meta literária para 2015:

Reduzir ao máximo a quantidade de livros na minha lista de espera (livros adquiridos ainda não lidos na minha estante); ler mais livros da lista “1001 livros para ler antes de morrer”; publicar mais resenhas das minhas leituras no blog.

» Este post faz parte da blogagem coletiva promovida pela Angélica Roz do blog Pensamento Tangencial. Para saber mais a respeito da Retrospectiva Literária 2014, espia aqui.

Cotidiano

Sobre balanços e resumos (e o resumão de dezembro)

Beirutão na Casa da Esfiha seguido de um BAITA banho de chuva. #instafood Tá pronta minha #tbrjar! Meu primeiro sorteio rola ainda hoje. Depois de passar o último mês carregando duas agendas, passo oficialmente para a 2015. #planner #planningtime #stabilo

A partir de agora meus resumos mensais passarão a ser justamente isso: resumos. Algo bem sucinto, recapitulações organizadas em listas, com eventuais comentários rápidos.

Percebi que a parte em que tento fazer um balanço pessoal do mês está ficando cada vez mais vazia e repetitiva, sem contar que muitas vezes deixo para comentar/registrar algum fato do dia-a-dia nesses balanços e acabo simplesmente me esquecendo. Decidi mudar um pouco as coisas.

As listas com os livros lidos, filmes e episódios de séries assistidos e o andamento do meu Projeto 101 Coisas em 1001 Dias continuarão a ser publicados ao final de cada mês, em contrapartida pretendo voltar a publicar alguns posts mais pessoais, retomar um pouco daquela linha “diarinho” e dos simples devaneios, divagações e desabafos que costumavam dominar esse meu cantinho em outras épocas. Escrever sobre tudo isso – tomando o cuidado de não me expor exageradamente – sempre me fez bem e ando sentindo falta disso aqui no blog.

Esta é apenas mais uma das pequenas alterações que pretendo fazer aqui no blog. Nada muito radical, apenas alguns detalhes que poderão até passar despercebidos mas que, eu espero, me ajudem a sentir que o blog realmente é o que nunca deixou de ser: meu blog pessoal.

Em tempo, o ano só termina amanhã mas até lá o resumão de dezembro não deve mudar e como já tenho outros dois posts agendados para o último dia, resolvi postar hoje o resumão do mês. :)

Livros

  • Lugares Escuros (Gillian Flynn) – ebook
  • A Cidade e os Cachorros (Mario Vargas Llosa) – kindle book | 1001 livros
  • As Crônicas Vampirescas #6 – O Vampiro Armand (Anne Rice)
  • O Rei de Amarelo (Robert W. Chambers) – kindle book
  • Vingança da Maré (Elizabeth Haynes) – kindle book
  • Gélido (Tess Gerritsen) – kindle book
  • Crime e Castigo – Volume 2 (Fiódor Dostoiévski) – 1001 livros
  • Fronteiras do Universo #2 – A Faca Sutil (Philip Pullman)
  • O Ladrão do Tempo (John Boyne) – kindle book
  • Cartas de Amor aos Mortos (Ava Dellaira) – kindle book
  • À Procura da Felicidade (Chris Gardner) – biografias e memórias
  • Fronteiras do Universo #3 – A Luneta Âmbar (Philip Pullman)
  • Cotoco (John van de Ruit) – #tbrjar
  • O Amor Começa no Inverno (Simon Van Booy) – #tbrjar

Minha lista completa de livros e links para as respectivas resenhas aqui.

Filmes

  • Meu Monstro de Estimação (The Water Horse, 2007)
  • Os Contos da Noite (Les Contes de La Nuit, 2011)
  • O Professor Aloprado (The Nutty Professor, 1963) – 1001 filmes
  • O Verão da Minha Vida (The Way, Way Back, 2013)
  • O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas, 1993)
  • A Batalha dos Três Reinos (Red Cliff, 2008)
  • O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos (The Hobbit – The Battle of the Five Armies, 2014)
  • Êxodo: Deuses e Reis (Exodus: Gods and Kings, 2014)

Minha lista completa de filmes e links para as respectivas resenhas aqui.

Séries

  • Merlin: S02E01 a E03

Projeto 101 Coisas em 1001 Dias

Status em 30/12/2014

  • Itens concluídos: 9
  • Itens em andamento: 29
  • Itens pendentes: 63

Minha lista completa no Projeto 101 Coisas em 1001 Dias aqui.

Livros

Livro: Água para Elefantes, de Sara Gruen

Água para Elefantes (Sara Gruen)

Jacob Jankowski é um homem de pouco mais de 90 anos de idade que mora em um lar para idosos desde a morte de sua esposa, preenchendo seus dias com ataques de rabugice em um ambiente que o sufoca, entre velhos que considera decrépitos e irritantes, até que um circo itinerante se instala próximo ao asilo despertando lembranças de suas próprias experiências com o “Esquadão Voador do Circo Irmãos Benzini” quando jovem.

O livro alterna os capítulos com Jacob discorrendo sobre sua atual situação no asilo e suas memórias no circo, onde foi parar, aos 23 anos, depois de receber a notícia da morte de seus pais em um acidente de carro e ficar subitamente ciente de que nada mais lhe resta além de um monte de dívidas, uma hipoteca a ser executada em breve e um curso de veterinária inacabado. Perturbado, ele sai perambulando pela noite e pula em um trem em movimento, o trem do circo, e acaba por ser contratado para cuidar dos animais.

Embora eu não simpatize com circos que incluem animais em suas apresentações (e pode dizer que a história se passa em uma outra época, isso não minimiza minha antipatia) não nego que essa temática do circo tem algo de mágico, uma curiosa mistura de revolta e saudade idílica com cheiro de infância. Uma sensação que permaneceu durante toda a leitura.

É uma história de personagens interessantes, com uma narrativa fluida de fácil leitura, que despertou a minha curiosidade em diversos pontos e me fez ficar com vontade de saber mais a respeito da verdadeira história dos circos itinerantes de antigamente, mas não posso dizer que tenha me cativado completamente. A autora até tenta, mas exceto pelos trechos em que o foco é a adorável elefanta Rosie, não conseguiu realmente me emocionar.

Água para Elefantes

Gruen, Sara

Capa:

  • Editora: Sextante
  • Categorias: Literatura Estrangeira, Romance
  • Título Original em inglês: Water for Elephants
  • Site do autor: http://saragruen.com
  • Avaliação: ★★★☆☆