Cotidiano

Meu, tô c’uma nhaca hoje… Sei lá, vontade de não fazer absolutamente nada!!! … Sábado eu fui pro Indaiá Clube com o meu namorado. Até que foi legalzinho… A primeira banda, cover do Guns tava com um som tão horrível… não dava nem pra entender direito o que o cara tava cantando… Mas o U2 tava maravilhoso… Eu já tinha visto o show desses caras há alguns anos, lá no Indaiá mesmo e já tinha curtido pra caramba… Mas no final das contas acabei não ficando até o fim do show porque a gente já tava tão cansado que mesmo a cabeça querendo, o corpo já tava pedindo clemência… No domingo preguicei o dia inteirinho…

Eu tava aí com umas idéias meio loucas pro meu outro blog, montei tudo, bonitinho, mas infelizmente não estou tendo tempo de me dedicar a tantas coisas ao mesmo tempo e se for pra fazer um negócio meia-boca é melhor deixar quieto… Então uma amiga minha – a Dê – que viu o meu template já montado e gostou, pediu pra ficar com ele pra fazer o blog dela… Então é isso: o ..::: Devaneios :::.., que nem chegou a começar direito está dando área pro blog da minha ‘miguinha… Assim que tiver tudo legalzinho vou estar colocando o endereço aqui…

Cotidiano

O fim-de-semana tá aí… esse já é um bom motivo pro meu humor começar a melhorar… Só sobrou um pouquinho do cansaço mas, se Deus quiser, isso também vai passar logo… Acho que amanhã vou pro Indaiá Clube, vai ter umas bandas covers do U2 e do Guns N’ Roses tocando lá, meu namorado até já comprou os ingressos… Nossa, faz tanto tempo que não vou a nenhum clube…

Meu irmão veio pra Indaiá hoje, fazia tanto tempo que ele não vinha, acho que mais de um mês, nem sei direito… já tava morrendo de saudades!!! Temos tanta coisa pra colocar em dia…

Ah! Só pra terminar, quero mandar um beijão pro Daniel! Cara, valeu o selinho aí do lado, falou?

Desabafos, Devaneios e Divagações

Juro que quando comecei esse blog minha intenção era falar de coisas boas, coisas legais de mim… Mas de repente acabei entrando numa fase tão perdida da minha vida… Ontem eu já tava meio desanimada, super cansada do serviço e da facul, chego em casa louca por um bom banho, pra relaxar… quando entro em casa topo com aquele climão… Cara, eu já tô tão de saco cheio dessas brigas dos meus pais… Nem sei há quanto tempo é assim… se eu pego meus antigos diários, aqueles que eu massacrava de tanto desabafar neles meus grilos da adolescência, não consigo sequer localizar quando ou como começaram essas neuras! Consigo me lembrar com clareza da minha irmã mais nova, chorando e com medo por causa da gritaria de nossos pais no meio da noite, quando ela saia da cama dela e vinha pra minha, buscando pelo menos um abraço… E naquela fase adolescente, em meio a tantas crises financeiras e os baques que a vida vinha nos dando a sede que eu tinha por uma família unida me sufocava tanto que eu chegava a me sentir mal… Houve uma época que eu decidi pra mim mesma que eu poderia me virar sozinha, sem o alicerce de uma família forte e unida… mas eu sei que isso é tentar enganar a mim mesma…

Desabafos, Devaneios e Divagações

É… as coisas não estão mesmo muito legais… De repente vejo à minha volta uma porção de amigos passando por uma fase tão pra baixo… E eu mesma venho me sentindo tão desanimada ultimamente. Sabe aquele desânimo geral pra tudo? Não tenho vontade de sair, mas também não quero ficar em casa… Não tô com o menor pique pra trabalhar, nem estudar mas também não aguento ficar sem fazer nada… Cara… que neuras!!!

Opinião, Notícias e Atualidades

Alteridade

www.alteridade.hpg.com.br

Essa é a nossa maneira de fazer propaganda. Viemos através desse e-mail tentar fazer a nossa parte na conscientização do desenvolvimento sustentável.

Devido ao presente evento da cúpula mundial do desenvolvimento sustentável que teve sua
abertura no dia 26 de Agosto em Johannesburgo – África do Sul.

Não basta somente os grandes líderes do mundo pensarem a respeito é necessário que a Sociedade tome consciência da nossa auto-destruição. Somente o vínculo entre líderes políticos e religiosos é que poderá provocar uma transformação do absurdo que nos encontramos. Alguns dados:

  • A quantidade sustentável de hectare por habitante no mundo é de 1,9 enquanto o uso médio atual é de 2,3 hectares por habitante. Sendo que os EUA utiliza uma média de 9,6 hectares por habitante e na Europa Ocidental de 5 hectares por habitante.
  • 40% da população mundial sofre de escassez de água.
  • a água contaminada mata 2,2 milhões de pessoas por ano.
  • 9% das espécies arbóreas sofrem risco de extinção.
  • 3 milhões de pessoas morrem por ano pela poluição atmosférica.

O que vem a seguir é o texto de janeiro de 1990, enviado pelos cientistas aos lideres religiosos: “Preservando e protegendo a terra: um apelo a favor do compromisso conjunto da ciência e religião”.

O APELO

A terra é o berço natal da nossa espécie e, ao que se saiba, o nosso único lar. Quando nossos números eram pequenos e a nossa tecnologia fraca, não tínhamos poderes para influenciar o meio ambiente do mundo. Mas hoje, de repente, quase sem ninguém perceber, os nossos números se tornaram imensos e a nossa tecnologia adquiriu poderes enormes, até terríveis. Intencional ou inadvertidamente, somos agora capazes de provocar mudanças devastadoras no meio ambiente global – um meio ambiente a que nós e todos os outros seres com os quais partilhamos a Terra estamos meticulosa e refinadamente adaptados.

Somos agora ameaçados por alterações ambientais auto-infligidas em rápido processo de aceleração, cujas conseqüências biológicas e ecológicas de longo prazo infelizmente ainda ignorados – a diminuição da camada protetora de ozônio, um aquecimento global sem precedentes nos últimos 150 milênios, a destruição de um acre de floresta a cada segundo, a rápida extinção de espécies e a perspectiva de uma guerra nuclear global que piora em risco a maioria da população da Terra. É possível que haja outros desses perigos que, em nossa ignorância, ainda não percebemos. Por mais elevadas e cheia de princípios (ou ingênuas e míopes) que sejam as justificativas para as atividades que provocam esses perigos, eles agora, isoladamente e em conjunto, ameaçam a nossa espécie e muitas outras. Estamos perto de cometer – muitos diriam que já estamos cometendo – o que em linguagem religiosa é às vezes chamado de Crimes contra a Criação.

Pela sua própria natureza, esses ataques ao meio ambiente não foram causados por um único grupo político ou por uma única geração. Intrinsecamente, abrangem muitas gerações, gerações e ideologias. O mesmo acontece com todas as soluções concebíveis. A saída dessa armadilha requer uma perspectiva que abranja os povos do planeta e todas as gerações futuras.

Em problemas dessa magnitude, e em soluções que exigem uma perspectiva tão ampla, deve-se reconhecer desde o início uma dimensão não só científica, como religiosa. Cientes de nossa responsabilidade comum, nós, cientistas – muitos empenhados em combater a crise ambiental –, pedimos insistentemente que a comunidade religiosa do mundo se comprometa, com palavras e ações, e com toda audácia requerida, a preservar o meio ambiente da Terra.

Alguns dos atenuantes a curto prazo desses perigos – como o uso mais eficiente da energia, a rápida proibição dos clorofluorcarbonetos ou reduções modestas nos arsenais nucleares – são relativamente fáceis e em algum nível já estão sendo adotados. Mas outras medidas mais efetivas, de mais longo alcance e mais longo prazo, vão enfrentar inércia, negação e resistência em muitas partes. Nessa categoria estão a conversão de uma economia dependente dos combustíveis fósseis para uma economia de energia não poluente, uma reversão rápida e continuada da corrida de armas nucleares, bem como uma parada voluntária no crescimento da população mundial – sem o que muitas das outras medidas para preservar o meio ambiente serão anuladas.

Assim como nas questões da paz, dos direitos humanos e da justiça social, as instituições religiosas também podem exercer uma forte influência nesse caso, encorajando iniciativas nacionais e internacionais nos setores públicos e privados, bem como nas diversas áreas do comércio, educação, cultura e meios de comunicação de massa.

A crise ambiental requer mudanças radicais, não só na política publica, mas também no comportamento individual. O registro histórico deixa claro que o ensino, o exemplo e a liderança religiosos são poderosamente capazes de influenciar a conduta e os compromissos individuais.

Como cientistas, muitos de nós tivemos profundas experiências de temor e reverência diante do universo. Compreendemos que aquilo que é considerado sagrado tem mais probabilidade de ser tratado com amor e respeito. Os esforços para salvaguardar e proteger o meio ambiente precisam ser incutidos como uma visão do sagrado. Ao mesmo tempo, é necessário uma compreensão muito mais ampla e mais profunda da ciência e da tecnologia. Se não compreendemos o problema, é improvável que sejamos capazes de corrigi-lo. Assim, há um papel vital tanto para a religião como para a ciência.

Sabemos que o bem-estar do nosso meio ambiente planetário já é uma fonte de profunda preocupação nos seus conselhos e congregações. Esperamos que este Apelo estimule um espírito de causa comum e ação conjunta que ajude a preservar a terra.

Pouco depois, uma resposta a este Apelo dos cientistas a favor do Meio Ambiente foi assinada por centenas de líderes espirituais de 83 países, inclusive 37 chefes de comunidades religiosas nacionais e internacionais. Entre eles figuram os secretários-gerais da liga Muçulmana Mundial e do Conselho Mundial de Igrejas, o vice-presidente do Congresso Judaico Mundial, os Católicos de Todos os Armênios, o Metropolitano Pitirim da Rússia, os grandes muftis da Síria e da ex-Iugoslávia, os bispos regentes de todas as igrejas cristãs da China e das igrejas episcopal, luterana, metodista e menonista nos Estados Unidos, bem como cinqüenta cardeais, lamas, arcebispos, rabinos chefes, patriarcas, mestres muçulmanos e bispos das principais cidades do mundo. Afirmavam:

Ficamos emocionados com o espírito do Apelo e nos sentimos desafiados pelo seu conteúdo. Partilhamos o seu senso de urgência. Este convite de colaboração marca um momento e oportunidade únicos na relação entre a ciência e a religião.

Muitos na comunidade religiosa têm acompanhado com crescente alarme os relatórios de ameaças ao bem-estar do meio ambiente de nosso planeta, como as que foram apresentadas no Apelo. A comunidade científica prestou um grande serviço à humanidade ao evidenciar a existência desses perigos. Encorajamos uma investigação escrupulosa continuada, e devemos levar em conta os seus resultados em todas as nossas deliberações e declarações a respeito da condição humana.
Acreditamos que a crise ambiental é intrinsecamente religiosa. Todas as tradições e ensinamentos religiosos nos instruem firmemente a reverenciar e amar o mundo natural. Mas a criação sagrada está sendo violada, e acha-se em grande perigo por causa do comportamento humano de longa data. Uma resposta religiosa é essencial para reverter esses padrões duradouros de negligência e exploração.

Por essas razões, aconselhamos com prazer o Apelo dos cientistas e estamos ansiosos para explorar, assim que possível, formas concretas e específicas de colaboração e ação. A própria Terra nos convoca para novos níveis de compromisso em conjunto.

Pedimos que envie essa mensagem para todos os seus conhecidos para que a corrente se propague. Estaremos abertos para opiniões ou informações que você possa querer compartilhar.

Um abraço do Grupo Alteridade