LivrosProjetos Pessoais

Que livro você me recomenda?

15 livros recomendados por 15 amigos

Na minha 3ª lista de 101 coisas eu havia acrescentado um item onde eu deveria ler livros recomendados por amigos. A lista acabou sendo cancelada por motivos de “minha vida virou de ponta cabeça” e eu não cheguei a completar todas as leituras, mas ainda assim, com os que eu já havia conseguido ler, tive o vislumbre de quão interessante é esse tipo de experiência.

É por isso que na minha lista atual fiz questão de acrescentar um item parecido. A diferença é que desta vez não vou pedir recomendações a pessoas específicas, mas confiar que alguns amigos queiram me fazer alguma recomendação espontaneamente.

Então a pergunta é:

Que livro você me recomenda?

Vale qualquer tipo de livro, aquele que foi especial para você por qualquer motivo, aquele que você acha que eu iria gostar, aquele que você considera importante na vida de uma leitora ávida, aquele que você simplesmente acha interessante/diferente/intrigante/emocionante/bonitinho, o que for.

Para cumprir a meta vou considerar 10 das recomendações recebidas – vou ler primeiro aqueles que tiver mais facilidade de encontrar, mas todas as sugestões serão anotadas.

Vocês me ajudam a cumprir mais uma meta da minha lista de 101 coisas?

Projetos Pessoais

52 Objetos – #4: curvex

52 Objetos - #4: curvex

  • O quê: curvex
  • Onde: na minha caixa de maquiagem
  • Origem: o que estou usando atualmente comprei em uma perfumaria há quase 2 anos, substituo a borrachinha ou o próprio aparelho sempre que necessário

Acredito que se meus cílios fossem apenas curtos ou ralos eu poderia dar um jeito neles de maneira razoavelmente satisfatória com camadas generosas de um bom rímel e o curvex seria apenas um acessório para dar uma levantada extra no olhar. A questão é que, além disso, eles são também retos e voltados para baixo, de maneira que o acessório, para mim, ganhou status de necessidade básica.

Comecei a usar o curvex há muitos anos, ainda criança, em uma época em que nem ligava para detalhes estéticos, por recomendação de um oftalmologista que alegava que os cílios ficavam na frente dos meus olhos atrapalhando a vista. Não era algo que eu enxergasse, nunca notei qualquer tipo de “sombra” na visão decorrente disso e não sei se a informação realmente procede ou era apenas uma implicância da parte do médico, mas fato é que acabei me acostumando e, com o passar dos anos, percebendo a necessidade do estranho aparelhinho.

O curvex não faz milagres, mas faz muita diferença, me permite usar o rímel (já que, se o fizer sem o curvex antes, os cílios de cima ficam roçando as pálpebras de baixo e me deixando com a aparência de um urso panda) e suaviza o olhar caído (aquela indesejável “cara de sono”). Hoje é um dos meus acessórios indispensáveis, mais um com o qual não vivo sem.

» Este post faz parte do Projeto 52 Objetos que consiste em postar, uma vez por semana, durante um ano, objetos que sejam significativos para mim e digam um pouco sobre a minha pessoa. Para saber mais espia aqui e para ver os objetos já publicados aqui.

Projetos Pessoais

101 Coisas: [✔] 39. Reorganizar minha estante e separar mais livros para troca/doação

Livros

Uma daquelas atividades que eu deveria encarar com mais frequência mas que, por motivos de “procrastinar é meu segundo nome”, sempre acabo deixando para depois.

Costumo tirar a poeira e arejar os livros da estante com regularidade, mas não posso dizer o mesmo da organização. Não tenho um método muito específico, os livros ficam agrupados de acordo com um conjunto de critérios – que misturam lidos/não lidos, coleções, autores, tamanho – que só eu mesma entendo.

A questão é que com o andamento das leituras e o constante acréscimo de novos títulos a coisa toda acaba ficando meio bagunçada e a falta de espaço me obriga a passar adiante aqueles que não pretendo, realmente, manter em minha biblioteca pessoal. Há tempos eu precisava dar uma geral completa na estante e finalmente tomei coragem para dar um jeito na coisa toda.

É claro que esta não é uma tarefa que termina aqui, preciso fazer disso um hábito a ser observado de tempos em tempos, mas para o projeto das 101 coisas a missão foi cumprida, a estante está organizada e 78 títulos foram separados para troca.

A quem possa interessar, os títulos disponíveis para troca estão todos lá no meu Skoob. 😉

Cinema e Vídeo

Filme: Vidas que se cruzam

Cenas do filme

Sylvia (Charlize Theron) é a rígida gerente de um restaurante em Portland que transa com diversos desconhecidos sem nunca se permitir criar um vínculo amoroso. Maria (Tessa Ia) é uma menina que vive no México com o pai amoroso (Danny Pino) até que um acidente de avião o coloca entre a vida e a morte. Mariana (Jennifer Lawrence) é uma adolescente de 16 anos que descobre que sua mãe Gina (Kim Basinger) está traindo o marido com Nick (Joaquim de Almeida), um homem que também tem é casado e tem um filho adolescente chamado Carlos (J. D. Pardo).

A ideia de várias histórias aparentemente desconexas, deslocadas no tempo e no espaço, que se cruzam em algum momento não é novidade. Vidas que se cruzam se apóia em uma fórmula já bastante usada, mas que ainda parece funcionar bem e que Guillermo Arraiga parece estar querendo fixar como sua assinatura.

A história é boa, o roteiro está bem estruturado e bem dosado em sua carga de drama e melancolia, consegue moldar o suspense e atiçar os mais ávidos por quebra-cabeças de segredos e atitudes humanas e ganha mais pontos ao trabalhar com uma grata sutileza os elementos que fazem as ligações entre as vidas das discrepantes personagens.

O elenco é outro ponto positivo, com destaque para o núcleo de personagens femininas: Charlize Theron, Jennifer Lawrence, Kim Basinger e, ouso incluir também, a pequena Tessa Ia apresentam-se muito bem sintonizadas com seus papéis, competentes e expressivas em seus dramas pessoais.

A parte estranha é que o resultado final não consegue realmente impressionar. Tudo isso faz um bom filme, mas não o torna extraordinário e por mais que tenha tentando refletir a respeito, não consegui chegar a uma boa conclusão a respeito do que é que faltou. É um filme para o qual eu diria coisas positivas se me perguntassem, mas dificilmente o incluria em quaisquer “listas top” das minhas experiências cinéfilas do ano…

Vidas que se cruzam

The Burning Plain (Argentina / EUA, 2008, 106 min.)

Cartaz: Vidas que se cruzam

  • Direção: Guillermo Arriaga
  • Roteiro: Guillermo Arriaga
  • Gênero: Drama
  • Elenco Principal: Charlize Theron, Kim Basinger, Jennifer Lawrence, José María Yazpik, Joaquim de Almeida, Tessa Ia, Diego J. Torres, J.D. Pardo, Danny Pino
  • Avaliação: ★★★★☆

Trailer

Música

Na Minha Playlist: Rhian Sheehan

Rhian Sheehan

Rhian Sheehan é um compositor e produtor musial neozeolandês, mais conhecido pela participação em compilações e pela trilha sonora de documentários para canais como Discovery Channel e NatGeo, comerciais para TV, trailers e curtas.

Encontrei Rhian Sheehan no Spotify, quando procurava por músicas instrumentais para ouvir durante minhas leituras. Duas ou três faixas e me dei conta de que era exatamente o que eu procurava: um som cristalino aos ouvidos, que se espalha pelo ambiente sem interferir, ao mesmo tempo que não deixa de ter uma “personalidade própria”.

Algumas das músicas que tenho ouvido com mais frequência:

Rhian Sheehan

(Dados coletados em Janeiro/2015)