Livros

Infográfico: Minhas Leituras 2017

Inspirada pela Tábata (que, se não me engano, se inspirou na ideia da Ana Paula do saudoso Colorida Vida) juntei coragem para dar uma revisada nas minhas leituras do ano passado, compilar as informações e montar um infográfico.

2017 foi um dos meus “melhores” anos em se tratando de leituras, tanto pela qualidade quanto pelo volume. Foram 123 títulos, atrás apenas de 2015 que foi um ano “excepcional” (não necessariamente por bons motivos porque eu leio muito quando não estou bem), quando contabilizei 167 títulos. Só não digo que foi difícil compilar os dados porque eu já tenho o hábito de registrar informações sobre os livros que leio em uma planilha durante o ano, então o maior trabalho foi mesmo pegar esses dados e encaixar no infográfico.

O visual não está “grandes coisas” porque, né, design não é bem o meu forte, mas gostei da brincadeira e do resultado. A ferramenta escolhida, depois de vários testes com outras similares, foi mesmo o Piktochart. Não tem jeito, para mim é o melhor.

Mas chega de bla-bla-bla que a ideia é que o infográfico seja auto-explicativo, certo?

Infográfico: Minhas Leituras 2017

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Revelação Amigo Secreto Bibliófilos 2017

Amigo Secreto Bibliófilos 2017

Vamos começar o ano fechando as últimas pendências de 2017, certo? Então, conforme prometido, a “revelação” e prestação de contas do nosso Amigo Secreto Bibliófilos 2017!

Considerando o padrão dos anos anteriores podemos dizer que na questão dos envios este foi o ano mais tranquilo, não tivemos devoluções ou entregas erradas, nem mesmo grandes atrasos. Em compensação, pela primeira vez tivemos problemas com uma das participantes que “desistiudepois da realização do sorteio causando uma ruptura no meio da brincadeira. Admito que na hora fiquei um pouco estressada, especialmente porque a moça alegou motivos que nem de longe fizeram sentido para mim, mas no final das contas – sim, vamos cair no cliché – foi melhor assim. Graças à dinâmica do sorteio que fecha em círculo e à colaboração de todas as outras participantes que rapidamente me atenderam quando precisei pedir informações sobre o posicionamento dos envios e da troca de endereços não foi tão difícil descobrir quem ela tinha sorteado e quem a tinha sorteado. Solucionamos o problema com um redirecionamento simples e ninguém ficou sem livro.

Alguns números, a título de curiosidade:

  • Este foi o 4º ano consecutivo de nossa brincadeira.
  • Fechamos com 21 participantes efetivas, todas mulheres!
  • A mulherada poderosa também reinou nos livros enviados, as mais escolhidas foram Chimamanda Ngozi Adichie (4 livros) e Margaret Atwood (2 livros).

Muitíssimo obrigada a todas pela participação e pela confiança! Espero que tenham se divertido e tenham ótimas leituras. No final do ano tem mais!

Vamos ver quem tirou quem e quais foram os livros presenteados? 😉

De: Luma Kimura – Para: Suélen Ribeiro
O Conto da Aia (Margaret Atwood)

De: Suélen Ribeiro – Para: Renata van der Broock
Primeiras Estórias (João Guimarães Rosa)

De: Renata van der Broock – Para: Tatiane Ferreira da Silva
A Máquina de Fazer Espanhóis (Valter Hugo Mãe)

De: Tatiane Ferreira da Silva – Para: Jéssica Ribeiro
A Descoberta da Escrita (Karl Ove Knausgard)

De: Jéssica Ribeiro – Para: Thaizi E. Ono
Estação Onze (Emily St. John Mandel) e Minha Vida Não Tão Perfeita (Sophie Kinsella)

De: Thaizi E. Ono – Para: Rosangela Neres
Melodia Mortal (Pedro Bandeira, Guido Carlos Levi)

De: Rosangela Neres – Para: Jimena Bautista
Diálogos Impossíveis (Luis Fernando Veríssimo)

De: Jimena Bautista – Para: Deniele Rezende
Em Algum Lugar nas Estrelas (Clare Vanderpool)

De: Deniele Rezende – Para: Izabela Cristina
Hibisco Roxo (Chimamanda Ngozi Adichie)

De: Izabela Cristina – Para: Ana Luisa Santa
No Seu Pescoço (Chimamanda Ngozi Adichie)

De: Ana Luisa Santa – Para: Kelly Cristina Amaral
Ache Momo (Andrew Knapp)

De: Kelly Cristina Amaral – Para: Leila Regina Santa
No Seu Pescoço (Chimamanda Ngozi Adichie)

De: Leila Regina Santa – Para: Michelle Müller Rossi
A Improvável Teoria de Ana & Zak (Brian Katcher)

De: Michelle Müller Rossi – Para: Thayná Caetano
Piano Vermelho (Josh Malerman)

De: Thayná Caetano – Para: Bárbara Castilho Máximo
A Menina Submersa (Caitlin R. Kiernan)

De: Bárbara Castilho Máximo – Para: Andreza Galvão
O Conto da Aia (Margaret Atwood)

De: Andreza Galvão – Para: Jaqueline Cabral
O Príncipe da Névoa (Carlos Ruiz Zafón)

De: Jaqueline Cabral – Para: Poliana Lachi
O Banquete da Psique (Gustavo Barcellos)

De: Poliana Lachi – Para: Carolina Souza Corrêa
No Seu Pescoço (Chimamanda Ngozi Adichie)

De: Carolina Souza Corrêa – Para: Ana Paula Calabresi
A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água (Jorge Amado)

De: Ana Paula Calabresi – Para: Luma Kimura
Hibisco Roxo (Chimamanda Ngozi Adichie)

Cotidiano

2018: braços abertos ao que vier

2017 passou muito rápido (sim, pode acreditar, eu comecei o post com esse cliché).

Foi um ano cagado? Perdi as contas de quantas vezes ouvi esse veredito – de amigos, de colegas e eventuais desconhecidos – nos últimos dias.

De verdade? Esta tirinha do Armandinho traduz, com exatidão, meu sentimento com relação ao ano:

E para 2018?

Eu sempre disse isto: amo a sensação de renovação, mesmo que simbólica, proporcionada pela virada do ano. Começar uma nova agenda ou um novo diário é, para mim, a representação palpável do que um novo ano representa: um novo livro com 365 páginas em branco para preenchermos com vida. E o que eu quero é o que a vida me reservou, com a certeza de que pode não ser exatamente o que quero, mas será, sim, o que preciso. Fazer a minha parte, tomar o cuidado de manter as expectativas dentro da realidade, acreditando, abraçando o que vier.

Óbvio que fiz planos. 😀

No campo profissional 2017 foi um ano intenso e a tendência é que seja cada vez mais. Não estou pedindo menos trabalho, mas gostaria de trabalhar menos. Confuso? Passei a virada pedindo inspiração e energia para dar conta do grande – e crescente – volume de serviço, com um melhor rendimento, sem precisar recorrer a tantas horas extras. Acredito que fui eficiente no ano passado, agora quero ser mais eficaz. Também quero aprender a dizer não para aqueles freelas que na verdade estão mais para “favores aos amigos”, não compensam financeiramente e apenas rendem muita dor de cabeça.

Vou voltar a estudar: primeiros passos dados, devo começar uma pós-graduação ainda este mês. Esse negócio de frequentar sala de aula, ter horários definidos por terceiros e ser obrigada a socializar não é comigo, então vou recorrer a modalidade EAD que é muito mais a minha cara. Também devo voltar a estudar Alemão – na mesma pegada: com a grana curta e nenhuma vontade de encarar “cursinhos meia-boca”, será por conta mesmo, em casa. Sei que não é a mesma coisa, mas sou um boa autodidata, com os recursos certos e dedicação, funciona bem.

Quero ler menos este ano. Não, você não leu errado, falei ler menos mesmo. Não é o caso de estar tendo problemas com as leituras, perdendo o controle sobre a compulsão, nem vou deixar de ler se for o que tiver com vontade de fazer na hora, apenas quero dedicar mais tempo a outras atividades – filmes, séries, artesanato, fotografia, desenho e pintura – pela quais também sou apaixonada mas que sempre acabo preterindo, apenas e quase sempre, em favor dos livros. Ainda assim (pois é, eu não faço sentido) vou encarar dois desafios este ano: o Desafio Corujesco e o Desafio das Indicações, sobre os quais falarei mais tarde em posts separados.

E é isso. 🙂

Nada de novas metas gigantescas porque um novo ano não significa o cancelamento de sonhos mais antigos e ainda estou mantendo o foco em planos que estão em andamento a um prazo mais longo.

E vocês? O que planejaram para 2018?