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Livro: Bandeira Negra, Amor

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Capa: Bandeira Negra, Amor O desaparecimento de três jovens perto do morro do Borel e o relato de uma testemunha não identificada alegando que eles foram levados por um carro da Polícia Militar é o ponto de partida de Bandeira Negra, Amor, um romance de Fernando Molica onde a trama policial serve como base para uma narrativa que procura expor o racismo brasileiro em diversas facetas.

Beatriz é branca, major e porta-voz da PM, luta para manter a credibilidade na corporação e nos ideais em que acredita. Fred, o menino que cresceu sob a influência de uma mãe que fez de tudo para que ele parecesse branco – ou no máximo “moreninho claro” -, formou-se advogado e é atuante no movimento negro que todos os dias desafia a instituição militar. Entre os dois a diferença de cor, aspirações que que divergem e convergem em diversos pontos de uma mesma trajetória e um caso de amor que não pode ser assumido publicamente.

Enquanto as investigações avançam e as perguntas permanecem sem resposta, Beatriz e Fred se vêem pressionados por um intrincado jogo de interesses e precisam confrontar as consequências – sutis ou escancaradas – do preconceito racial e social.

Gostei bastante da maneira como o autor trabalhou a temática do racismo, expondo pontos de vista diversos e usando o recurso de inserts temporais, evidenciando a gravidade do assunto sem apelar para pieguismos. Humor, sarcasmo, suspense e paixão nas medidas certas.

Leitura rápida, fluida. Não posso dizer que o livro tenha que me arrebatado completamente, mas foi uma boa experiência de leitura e a ciência de que a literatura moderna nacional tem, sim, trabalhos de qualidade soa como um acalanto para o coraçãozinho bibliófilo que anda um pouco cansado da avalanche de modismos de qualidade duvidosa que tem visto por aí…

Bandeira Negra, Amor

Molica, Fernando

Ampulheta

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A visão de uma ampulheta exerce um quê de fascinação sobre mim. A maneira como a areia escorre sem estardalhaço e a enganosa sensação de tranquilidade mascarando a implacabilidade do tempo. A ideia de que às vezes é preciso virar de ponta cabeça para poder continuar, reiniciar o fluxo.

Fiapos de pensamentos. A tal visão resume bem o clima do mês de Março para mim.

Uma sutil mudança no ritmo – algo previsto – e a certeza de que as coisas estão exatamente onde deveriam estar.

Leituras de Março

#reading

  • As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky
  • O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick
  • O Nome da Rosa, de Umberto Eco
  • Carrie, a Estranha, de Stephen King
  • As Aventuras de Tom Bombadil, de J. R. R. Tolkien
  • O Asno de Ouro, de Lucio Apuleio
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • A Long, Long Sleep, de Anna Sheehan (kindle book)
  • Belo Desastre, de Jamie McGuire
  • Os Haicais do Menino Maluquinho, de Ziraldo (kindle book)
  • A Mulher de Preto, de Susan Hill

Minha lista completa de livros e links para as respectivas resenhas aqui.

Filmes de Março

Edição brasileira 2012.

  • O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus (The Imaginarium of Doctor Parnassus, 2010)
  • A Nona Sessão (Session 9, 2001)
  • O Devorador de Pecados (The Order, 2003)
  • Uma Loira para Três (She Done Him Wrong, 1933)
  • Um Corpo que Cai (Vertigo, 1958)
  • Carrie, a Estranha (Carrie, 1976)
  • Os Vampiros que se Mordam (Vampires Suck, 2010)
  • Sexo, Mentiras e Videotape (Sex, Lies and Videotape, 1989)
  • O Circo (The Circus, 1928)
  • Um Cão Andaluz (Un Chien Andalou, 1929)
  • Pi (Pi, 1998)
  • Apenas Uma Vez (Once, 2006)
  • Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Huntsman, 2012)

Minha lista completa de filmes e links para as respectivas resenhas aqui.

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Livro: O Lugar da Verdade, de Christian Jacq

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Capa: O Lugar da Verdade No quarto e último livro da série A Pedra da Luz, escrita por Christian Jacq, acompanhamos as transformações psicológicas e comportamentais sofridas por Paneb, o Ardoroso, para se tornar o novo mestre-de-obras da confraria e conseguir cumprir com todas as pesadas missões que lhe foram confiadas: proteger a vida da Mulher Sábia, construir o mais belo templo de milhões de anos e descobrir, de uma vez por todas, o traidor que há tanto tempo vem tentando sabotar a confiança dos faraós n’O Lugar da Verdade.

Tal como eu já havia comentado na resenha de Paneb, o Ardoroso há tempos minha empolgação com esta série não é mais a mesma, foi arrefecendo, visivelmente, a cada volume. Não tenho medo de grandes volumes de páginas e longas sagas, mas este é um caso em que não acredito que tudo isso fosse realmente necessário. Resultado? Fiquei feliz em alcançar a última página e poder deixar a série para trás, não vivenciei o desfecho com grande emoção e não tenho muito mais a acrescentar depois dos posts anteriores sobre a série, no geral as impressões sobre o estilo, a evolução e o ritmo permanecem as mesmas.

Alguém aí já leu outras séries do autor? Apesar do sentimento de alguma frustração o Antigo Egito ainda é um assunto muito me interessa, ainda penso em arriscar a leitura de outras obras de Jacq

Lugar da Verdade, O

Jacq, Christian

  • Série: A Pedra da Luz
  • Editora: Bertrand Brasil
  • Categorias: Literatura Estrangeira, Romance Histórico, Egiptologia
  • Título Original em francês: La Place de vérité
  • Avaliação: ★★½☆☆