Música

Na Minha Playlist: Rhian Sheehan

Rhian Sheehan

Rhian Sheehan é um compositor e produtor musial neozeolandês, mais conhecido pela participação em compilações e pela trilha sonora de documentários para canais como Discovery Channel e NatGeo, comerciais para TV, trailers e curtas.

Encontrei Rhian Sheehan no Spotify, quando procurava por músicas instrumentais para ouvir durante minhas leituras. Duas ou três faixas e me dei conta de que era exatamente o que eu procurava: um som cristalino aos ouvidos, que se espalha pelo ambiente sem interferir, ao mesmo tempo que não deixa de ter uma “personalidade própria”.

Uma pequena playlist com algumas das músicas que tenho ouvido com mais frequência:

Require Flash player

Rhian Sheehan

(Dados coletados em Janeiro/2015)

Desenho e Pintura

Sketchbook #2

Desenho, pintura, rabiscos. Taí algumas das atividades para as quais não tenho conseguido dedicar muito tempo, infelizmente. Nos últimos meses tudo o que consegui foi colorir algumas mandalas e um desenho pré-impresso…

Coloring Pages

Mandalas. Lápis de cor.

Coloring Pages

Mandalas. Lápis de cor.

Coloring Pages

Princesas da Disney. Lápis de cor.

Livros

Livro: A Máquina do Tempo, de H. G. Wells

A Máquina do Tempo (H. G. Wells)

Clássico da literatura, considerado o livro mais famoso de H. G. Wells e um dos precursores da ficção científica, A Máquina do Tempo narra as aventuras da personagem conhecida apenas como “O Viajante do Tempo”, que constrói uma máquina capaz de se movimentar livremente através da Quarta Dimensão, a dimensão do tempo, e com ela viaja até o ano de 802.701.

Seu contato com esse futuro longíquo é, a príncipio, extremamente pacífico, quando encontra os elois – remanescentes distantes dos humanos, criaturas pequeninas, belas e delicadas, de temperamento extremamente amistoso, que parecem viver em um mundo paradisíaco, isentos de preocupações de quaisquer ordem, rindo à toa e alimentando-se frugalmente.

O Viajante, porém, não demora a perceber que todo esse mundo idílico também tem seu lado obscuro. Quando sua máquina do tempo desaparece, ele percebe que os elois não são os únicos habitantes desse futuro e acaba por descobrir os morlocks, criaturas de aspecto abominável que não suportam a luz, vivem nos subterrâneos fétidos nas profundezas da terra e se alimentam da carne dos elois.

Escrito em 1895 A Máquina do Tempo tem um quê de visionário, reflete muito das características do próprio escritor conhecido por suas antecipações de assuntos que até hoje são muito atuais, suas análises dicotômicas dos destinos da humanidade frente ao que considerava a degradação da sociedade.

É interessante constatar como, em um número bastante reduzido de páginas – algo em torno de 100 na edição que tenho em mãos -, o livro consegue fazer uma narrativa relativamente detalhada, utilizando a linguagem científica de modo convincente, fazendo com que tudo soe verossimível. Uma história que tanto pode ser lida como uma boa aventura, quanto como material pertinente aos mais variados tipos de discussões. Para ler, refletir, dissecar.

É uma dessas leituras que acrescentei ao meu caderninho das “leituras obrigatórias para a vida”, e indico com veemência, mesmo para aqueles que não costumam ter a ficção científica entre seus gêneros preferidos.

Máquina do Tempo, A [recomendado]

Wells, H. G.

Capa: A Máquina do Tempo

  • Editora: Francisco Alves
  • Categorias: Literatura Estrangeira, Ficção Científica
  • Título Original em inglês: The Time Machine
  • Avaliação: ★★★★½
Projetos Pessoais

52 Objetos – #3: fones de ouvido

52 Objetos - #3: fones de ouvido

  • O quê: fones de ouvido
  • Onde: quando não estou usando fica guardado na minha bolsa
  • Origem: o que estou usando atualmente eu mesma comprei, mas já não me lembro exatamente onde, nem mesmo quando

Não vivo sem. Seja para ouvir música ou, desde mais recentemente, um audiolivro, há muitas ocasiões em que os fones de ouvido são simplesmente “meu melhor amigo”.

Você poderá me ver com fones de ouvido:

  • Executando alguma tarefa de casa – fazendo a limpeza, lavando louça, passando roupas – ou me dedicando a alguma outra atividade manual – artesanato, desenho e pintura, manicure, etc.
  • Viajando como passageira, pode ser de carro, de ônibus, de avião.
  • Trabalhando. Sim, fico com os fones no ouvido o tempo todo no trabalho, não consigo me concentrar com o barulho do ambiente (ruídos em geral e principalmente conversas alheias) mas consigo fazê-lo me isolando em meu mundinho musical (ou com um audiolivro se o serviço que estiver executando for algo que não exija muito raciocínio).
  • Quando quero simplesmente me isolar e ignorar as pessoas e o furdúncio ao meu redor.

A verdade é que não sou uma pessoa muito sociável – nem faço questão – e muitas vezes os fones de ouvido me ajudam a permanecer exatamente no lugar onde prefiro estar.

» Este post faz parte do Projeto 52 Objetos que consiste em postar, uma vez por semana, durante um ano, objetos que sejam significativos para mim e digam um pouco sobre a minha pessoa. Para saber mais espia aqui e para ver os objetos já publicados aqui.

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