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	<title>LumaKimura.net [ Blog ] &#187; Opinião, Notícias e Atualidades</title>
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		<title>O que eu gostaria de dizer&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 05:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião, Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos meus rascunhos para o blog estão pendurados pelo menos meia-dúzia de posts que ensaiei publicar esta semana. Eu quis falar sobre o Pan, sobre vaias e esportes que só ganham apoio quando &#8220;aparecem&#8221; ganhando medalhas, quis falar sobre a tragédia no Aeroporto de Congonhas, quis falar sobre o que fiz nestes dias e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos meus rascunhos para o blog estão pendurados pelo menos meia-dúzia de posts que ensaiei publicar esta semana. Eu quis falar sobre o Pan, sobre vaias e esportes que só ganham apoio quando &#8220;aparecem&#8221; ganhando medalhas, quis falar sobre a tragédia no Aeroporto de Congonhas, quis falar sobre o que fiz nestes dias e o andamento dos meus projetos, quis falar sobre as dificuldades de se construir uma casa.</p>
<p>Quis, escrevi, mas não publiquei. Talvez minha cabeça também esteja querendo férias de postagens. Relendo estes textos nada me parece bom. Palavras desconexas, idéias repetitivas, andamento cansativo. Mal-escritos.</p>
<p>Então tá, vão continuar sendo apenas rascunhos até que eu consiga reescrevê-los, ou me canse de tentar, ou que as idéias alí jogadas percam seu <em>timing</em> e eu apague tudo de uma vez.</p>
<p>Por enquanto vale a pena dar uma espiada no que a galerinha por aí anda dizendo. Não faço de todas as minhas palavras, mas tem muito do que eu gostaria de dizer aí:</p>
<ul>
<li> <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2007/07/18/acidente_uma_ova/" title="Leia o post &quot;Acidente uma Ova&quot; no Pensar Enlouquece">Acidente uma Ova</a>, por Alexandre Inagaki</li>
<li> <a href="http://www.interney.net/blogs/cintaliga/2007/07/18/da_vida_e_seus_designios_sim_mais_um_pos/" title="Leia o post &quot;Da vida e seus desígnios&quot; no Cintaliga">Da vida e seus desígnios</a>, por Patrícia Köhler</li>
<li> <a href="http://www.frigideira.net/blog/2007/07/15/ser-ou-nao-ser-oh-duvida/" title="Leia o post &quot;ser ou não ser, oh dúvida&quot; no Figideira">ser ou não ser, oh dúvida</a> e <a href="http://www.frigideira.net/blog/2007/07/18/pobre-diabo-nao-anda-de-aviao/" title="Leia o post &quot;pobre diabo não anda de avião&quot; no Frigideira">pobre diabo não anda de avião</a>, por Júnior</li>
<li> <a href="http://diadefolga.com/tragedia-anunciada/" title="Leia o post &quot;Tragédia Anunciada&quot; no Dia de Folga">Tragédia Anunciada</a>, por Luciana</li>
<li> <a href="http://www.crisdias.com/2007/07/17/o-ministerio-da-aeronautica-adverte-a-imbecilidade-mata/" title="Leia o post &quot;O Ministério da Aeronáutica adverte: a imbecilidade mata&quot; no CrisDiasWeblog">O Ministério da Aeronáutica adverte: a imbecilidade mata</a>, por Cristiano Dias</li>
<li> <a href="http://www.morroida.com.br/2007/07/18/o-brasil-precisa-ser-explodido/" title="Leia o post &quot;O Brasil precisa ser explodido&quot; no Diário da Morróida">O Brasil precisa ser explodido</a>, por Fabião</li>
<li> <a href="http://incendioacidental.blogspot.com/2007/07/as-vaias-do-pan.html" title="Leia o post &quot;As vaias do Pan&quot; no Incêndio Acidental">As vaias do Pan</a>, por Pablo Pamplona</li>
</ul>
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		<title>Acessibilidade: o problema (e a solução) é de todos nós, sim!!</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2007/acessibilidade-problema-de-todos-nos/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 14:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião, Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma noite de terça-feira comum, Yulia pega seu carro e vai ao supermercado. Felizmente desta vez, como nem sempre acontece, a vaga reservada está disponível. O carro de Yulia ostenta um pequeno selo azul, indicando veículos adaptados para deficientes físicos. Meia-hora depois, quando retorna, encontra um outro carro, sem qualquer selo ou indicação, estacionado sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.lumakimura.net/blog/wp-content/uploads/handcap.gif' alt='Símbolo Internacional para Acessibilidade' class='alignright' /></p>
<p>Uma noite de terça-feira comum, Yulia pega seu carro e vai ao supermercado. Felizmente desta vez, como nem sempre acontece, a vaga reservada está disponível. O carro de Yulia ostenta um pequeno selo azul, indicando veículos adaptados para deficientes físicos. Meia-hora depois, quando retorna, encontra um outro carro, sem qualquer selo ou indicação, estacionado sobre as faixas amarelas ao lado da vaga reservada, espaço destinado à mobilidade e acesso dos deficientes ao seu próprio veículo. Yulia pede ajuda a um funcionário do supermercado e, pelo alto-falante, o dono do carro é chamado a comparecer ao local estacionado. Ninguém aparece. As pessoas começam a se aglomerar ao redor de Yulia, solidárias, mas também sem saber muito bem o que fazer pois até para uma pessoa a pé o espaço é pequeno. O sujeito aparece quase uma hora depois, cheio de sacolas, e quando pressionado pela atitude pouco cidadã, solta a pérola: <strong>Isso não é problema meu!</strong>. Um levante de revolta dos que estavam ao redor, um pequeno bate-boca, o fulano entra no carro, bate a porta e vai embora quase cantando os pneus. E tudo mais fica por isso mesmo.</p>
<p>Deveria ser assim?</p>
<p>Você saberia o que fazer nesta situação? Eu confesso, até poucos dias atrás também faria parte da turma que estava alí, ao lado, lamentando sem ação. Nunca havia ouvido nada a respeito das providências que devemos tomar quando nos deparamos com o desrespeito aos espaços reservados para deficientes e &#8211; vergonha! &#8211; também nunca havia parado para pensar ou me informar. Só soube esses dias, em um papo com um grupo de colegas de trabalho o assunto veio a tona e um dos rapazes relatou um outro caso parecidíssimo, dizendo que basta ligar para o <strong>Departamento de Trânsito</strong> da cidade, que um guincho pode vir retirar o veículo do local proibido. A ocupação indevida de vagas especiais é considerada infração leve e está sujeita a (uma mísera) multa de R$ 53,20. Denúncias também podem ser feitas diretamente para a <strong>Polícia Militar</strong> através do <strong>190</strong>.</p>
<p>Mas a realidade não é tão &#8220;simples&#8221;. O acontecimento acima foi relatado pela própria Yulia, uma conhecida minha, de Campinas, que sofreu um acidente de carro há quatro anos e desde então anda em uma cadeira de rodas. Yulia, apesar de tudo, é uma mulher otimista, de bem com a vida. Considera-se uma felizarda: teve condições de adaptar todos os móveis e espaços dentro de sua casa para sua nova situação, mas lamenta que da porta de casa para fora a realidade seja completamente diferente. Ela contou que embora o flagrante também possa ser denunciado por uma pessoa não-portadora de deficiência isso muito raramente acontece, porque ninguém presta atenção na situação de terceiros. Excluindo-se caras como este aí de cima, que não estão nem aí para b*sta nenhuma, a maioria dos que possuem um mínimo de senso, contenta-se em não estacionar nestas vagas e pronto. Pedir a ajuda da Polícia também é complicado. Algumas vezes ela nem sequer atende à chamada e ainda por cima faz com que o solicitante passe por &#8220;histérico e exagerado&#8221;, outras vezes demora tanto a comparecer ao local que fica impossível fazer um flagrante pois o infrator já deixou o local.</p>
<p>E a coisa toda vai muuuito mais longe. E isso também não é novidade para ninguém.</p>
<p>Coincidentemente, no sábado agora, comprei um exemplar de um <a href="http://tribunadeindaia.com.br/" title="Site do jornal Tribuna de Indaiá" rel="external">jornal daqui da cidade</a> que trouxe uma matéria sobre as barreiras que um cadeirante encontra para se locomover pelas ruas, neste caso aqui em Indaiatuba. A matéria, de <em>Tatiane Quadra</em>, mostra a experiência que a reportagem fez com um cadeirante acompanhando-o pelas calçadas e pelo comércio do centro. O início da reportagem:</p>
<blockquote>
<p>Quando um problema não nos afeta é comum não percebê-lo. Por exemplo, você já notou que para entrar na maioria das lojas da cidade é necessário subir um degrau alto? Que há poucas rampas de acesso às calçadas e que a maioria delas não estão adequadas? Ou a dificuldade que é circular em calçadas, com desnível, carros estacionados e até mesmo móveis expostos? Tudo isso pode não oferecer nenhuma dificuldade para a maioria das pessoas, porém, são grandes obstáculos para o trânsito de um deficiente físico, apesar de existirem leis que garantam o direito da acessibilidade.</p>
</blockquote>
<p>Eu concordo que seja natural do ser humano não se atentar para aqueles problemas que não o afetem &#8211; ou ele pense que não &#8211; diretamente, mas isso não pode servir de desculpa para a alienação. Um bocadinho de consciência e espírito cidadão não faz mal a ninguém, muito pelo contrário. Que tal parar dois minutinhos para ler sobre o assunto? Existe <strong>muito</strong> material disponível por aí. Ler a respeito e <strong>agir</strong>. Vamos prestar um pouco mais de atenção em como anda a adequação de nossas cidades, engrossar o coro para que estes aspectos sejam resolvidos e pegar no pé dos que desrespeitam os espaços reservados?</p>
<p>Aqui em <strong>Indaiatuba</strong> é possível encontrar ônibus preparados para o acesso de cadeirantes (embora eu não saiba dizer se a coisa realmente funciona e se os funcionários da viação &#8211; motorista/cobrador &#8211; estão preparados para atender a estas pessoas), vagas de estacionamento reservadas em praticamente todo o perímetro central da cidade (com a ressalva de que o desrespeito a estas reservadas é constante) e na maioria dos estacionamentos de bons supermercados. Está em andamento um projeto da Prefeitura para construção de rampas nas calçadas do centro da cidade e adjacências (nas esquinas próximas à minha casa, que fica nessa região central, já foram colocadas) e a Prefeitura garante que estão de acordo com as normas exigidas (eu gostaria de ouvir a opinião de um cadeirante a respeito), restam ainda a adequação de desníveis e das rampas que já existiam anteriormente. Tudo isso é um começo mas longe demais ainda do suficiente. Estou procurando, agora, informações sobre o acesso de cadeirantes aos teatros, cinemas e centros de lazer.</p>
<p>Parece-me, que um dos grandes problemas ainda é o comércio local. A matéria do jornal que citei aí em cima ilustra bem isso: degraus para se entrar nas lojas, produtos expostos no meio da calçada, araras e expositores muito próximos uns aos outros, portas estreitas. E a Prefeitura, apesar da lei que regulamenta tudo isso, alega não ter condições de fiscalizar estes estabelecimentos.</p>
<p>Eu venho tentando acompanhar há algum tempo os trabalhos do COMDEFI (Conselho Municipal para Assuntos das Pessoas Portadoras de Deficiência), mas a maior dificuldade é realmente a falta de divulgação: a notícia só aparece quando é &#8220;politicamente bonita&#8221; e serve como propaganda&#8230; Eu gostaria de saber: como são as coisas aí na sua cidade?</p>
<h3>Para saber mais:</h3>
<ul>
<li> <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L10098.htm" title="Lei Federal N.º 10.098" rel="external">Lei Federal N.º 10.098, de 19/12/2000:</a> Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.</li>
<li> <a href="http://www.acessobrasil.org.br/" title="Acessibilidade Brasil" rel="external">Acessibilidade Brasil</a></li>
<li> Em Indaiatuba: <a href="http://www.indaiatuba.sp.gov.br/segem/leis/3910.pdf" title="Lei N.º 3.910 de 31/08/2000 - Arquivo em formato .PDF" rel="external">Lei N.º 3.910 de 31/08/2000</a>: Estabelece normas de acessibilidade às edificações, espaços mobiliários e equipamentos urbanos, em favor de pessoas portadoras de deficiência.</li>
</ul>
<h3>Próximo post: Acessibilidade na Web</h3>
<p>Eu tenho que admitir, e não me orgulho disso, sou um bocado relapsa com as questões de acessibilidade no meu blog/site pessoal, um aspecto que <strong>preciso consertar urgentemente</strong>, mas tenho me ligado bastante nessas questões de <strong>acessibilidade na web</strong> já há algum tempo: estou trabalhando duro na adequação do site de Indaiatuba (para quem não sabe, trabalho como responsável pela parte técnica do <strong>portal e-gov</strong> daqui da cidade), mais até do que sites comerciais, é importantíssimo que os sites governamentais mantenham suas informações acessíveis para todos. Escreverei um post sobre isso para breve, falando desse processo de adaptação/adequação e, principalmente, sobre as <strong>dificuldades e barreiras</strong> que venho encontrando até mesmo aqui <strong>dentro da própria Prefeitura</strong>. Enquanto isso, vale a pena dar uma espiadinha <a href="http://diadefolga.com/seu-blog-e-acessivel/" title="Leia o post &quot;Seu blog é acessível?&quot; no blog Dia de Folga" rel="external">neste post sobre o assunto</a> que a <a href="http://diadefolga.com/" title="Blog da Lu">Lu</a> publicou há alguns dias. Também existe <a href="http://www.google.com.br/search?source=ig&#038;hl=pt-BR&#038;q=acessibilidade+na+web&#038;btnG=Pesquisa+Google&#038;meta=" title="Busca por &quot;acessibilidade na web&quot; no Google" rel="external">muita informação disponível na web</a>, basta ter o mínimo de interesse. <img src='http://lumakimura.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Notícias de Indaiatuba</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2005/noticias-de-indaiatuba/</link>
		<comments>http://lumakimura.net/blog/2005/noticias-de-indaiatuba/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2005 14:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião, Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Tornado destrói indústrias em Indaiatuba (SP), por Agnaldo Brito (Estadão) Indaiatuba &#8211; Um tornado classificado como de nível 1, com ventos que chegaram a 140 km/h, atingiu a cidade de Indaiatuba, município da região metropolitana de Campinas, distante 100 quilômetros da capital de São Paulo. Pelo menos quatro indústrias foram destruídas e três torres de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h3>Tornado destrói indústrias em Indaiatuba (SP), por Agnaldo Brito (Estadão)</h3>
<p><strong>Indaiatuba</strong> &#8211; Um tornado classificado como de nível 1, com ventos que chegaram a 140 km/h, atingiu a cidade de Indaiatuba, município da região metropolitana de Campinas, distante 100 quilômetros da capital de São Paulo. Pelo menos quatro indústrias foram destruídas e três torres de energia elétrica foram torcidas com a força do vendaval. A cidade enfrenta um apagão desde a tarde de terça feira.</p>
<p>Texto Completo em:<br /> <a href="http://www5.estadao.com.br/cidades/noticias/2005/mai/25/145.htm" title="Texto Completo da Notícia" rel="external">http://www5.estadao.com.br/cidades/noticias/2005/mai/25/145.htm</a></p>
</blockquote>
<blockquote>
<h3>Ruínas de tornado viram ponto turístico em Indaiatuba, por Silvana Guaiume (Estadão)</h3>
<p><strong>Indaiatuba</strong> &#8211; As ruínas das indústrias derrubadas por um tornado em Indaiatuba se transformaram em ponto turístico neste feriado. Dezenas de moradores da cidade e de municípios próximos se deslocaram ao Distrito Industrial para conferir de perto e até fotografar os destroços deixados pelos ventos de 140 Km/h que devastaram parte de Indaiatuba na tarde de terça-feira.</p>
<p>Texto Completo em:<br /> <a href="http://www5.estadao.com.br/cidades/noticias/2005/mai/26/98.htm" title="Texto Completo da Notícia" rel="external">http://www5.estadao.com.br/cidades/noticias/2005/mai/26/98.htm</a></p>
</blockquote>
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		<title>Voltando</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2005/voltando/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2005 15:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião, Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Enfim temos de volta a energia elétrica, a água e os telefones. Pude passar o feriadão tranquila, sem maiores problemas. Não viajei mesmo, nem para o Rio, nem para qualquer outro lugar. Depois de tanto auê, melhor mesmo é ficar em casa quietinha. Muita preguiça, muitas fotos, muitos vídeos, muita pipoca, chazinho e chocolate quente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim temos de volta a energia elétrica, a água e os telefones. Pude passar o feriadão tranquila, sem maiores problemas.</p>
<p>Não viajei mesmo, nem para o Rio, nem para qualquer outro lugar. Depois de tanto auê, melhor mesmo é ficar em casa quietinha. Muita preguiça, muitas fotos, muitos vídeos, muita pipoca, chazinho e chocolate quente debaixo dos cobertores. Quase tudo com que eu fico sonhando todos os dias enquanto trabalho. Precisa mais? Humm&#8230; </p>
<p>Domingão. Buscando agora ânimo para enfrentar a segunda-feira e todo o trabalho que ela representa depois do caos da semana passada. Não faço a menor idéia de como podem estar as coisas lá na Prefeitura, porque apesar de ter ficado de sobreaviso durante o feriado e o fim-de-semana porque a qualquer momento poderia ser chamada, isso não aconteceu.</p>
<p>Prevendo dias de <strong>muito</strong> trabalho pela frente&#8230;</p>
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		<title>Resumo do Caos</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2005/resumo-do-caos/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2005 07:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião, Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O caos pode ser resumido? Terça-feira chuvosa e cinzenta. Delícia de friozinho. Sonhando com capuccino e bolo de chocolate, debaixo de cobertas quentinhas, muito bem acompanhada enquanto encaro sem muita vontade uma pilha de pendências e problemas a resolver. Monitor piscando pra mim. Piscando? Sim, piscando. Literalmente. Oscilações de energia e logo&#8230; puff! Sem energia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O caos pode ser resumido?</p>
<p>Terça-feira chuvosa e cinzenta. Delícia de friozinho.</p>
<p>Sonhando com capuccino e bolo de chocolate, debaixo de cobertas quentinhas, muito bem acompanhada enquanto encaro sem muita vontade uma pilha de pendências e problemas a resolver.</p>
<p>Monitor piscando pra mim. Piscando? Sim, piscando. Literalmente. Oscilações de energia e logo&#8230; puff!</p>
<p>Sem energia, sem computador, sem música. Tempestade se formando do lado de fora.</p>
<p>Vento assobiando muito forte, telhas sendo chacoalhadas lááá em cima, forro boqueta de papelão querendo voar&#8230; Assustador.</p>
<p>Desprotegidos. Define bem a sensação. Esconder onde, se o teto sobre sua cabeça é o primeiro a te dar medo?</p>
<p>Os barulhos eram muito fortes. O vento era muito forte.</p>
<p>Primeiras impressões, ainda na Prefeitura: divisórias caídas, vidros estilhaçados, portas e janelas inteiras arrancadas, árvores quebradas e/ou tombadas, prédio destelhado, carros estragados, parabólicas, muito lixo, cones, bandeiras&#8230; bandeiras? Haviam mesmo bandeiras alí?</p>
<p>Dispensados por volta das 16h da tarde. Fotos para registrar o pretenso caos.</p>
<p>Caminho para casa: melhor visão da extensão da coisa. Cidade de ponta-cabeça. Literalmente. O que estava sendo construído, desabou. O que já estava construído, desabou. Postes não caíram, foram retorcidos. Árvores não quebraram, foram arrancadas do chão com a raiz.</p>
<p>Sem água e sem luz desde o momento em que tudo começou. Ainda não normalizou.</p>
<p>Estado de calamidade pública decretado.</p>
<p>Mais <a href="http://eptv.globo.com/noticias/2505200520429603.asp" title="Notícia no Portal EPTV" rel="external">aqui</a> e <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI538961-EI306,00.html" title="Notícia no Portal Terra" rel="external">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Guerra</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2003/a-guerra/</link>
		<comments>http://lumakimura.net/blog/2003/a-guerra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2003 14:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião, Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarta-feira eu cheguei da faculdade era quase meia-noite, meus pais e minha irmã estavam na sala com os olhos grudados na TV&#8230; a telinha mostrava imagens de Bagdá&#8230; Eu estava evitando falar qualquer coisa aqui no blog sobre esse que é o grande assunto do momento: A GUERRA. Evitei falar porque a revolta que tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira eu cheguei da faculdade era quase meia-noite, meus pais e minha irmã estavam na sala com os olhos grudados na TV&#8230; a telinha mostrava imagens de Bagdá&#8230;</p>
<p>Eu estava evitando falar qualquer coisa aqui no blog sobre esse que é o grande assunto do momento: A <strong>GUERRA</strong>. Evitei falar porque a revolta que tenho contra o Bush e essa maldita obsessão pela guerra são tão grandes que eu nunca conseguiria exprimir com palavras o quanto, mesmo que eu ficasse aqui mil anos postando sem parar.</p>
<p>Até o momento que assisti o noticiário falando sobre o início dos ataques eu ainda guardava uma esperançazinha de que uma luz divina iluminasse esse babaca do Bush e ele mudasse de idéia. Agora&#8230; à revolta, ao nojo, ao asco, a tudo de mais vil que eu poderia sentir, se juntou o medo&#8230; O medo de tudo, das consequências que isso pode ter pro mundo, pro Brasil, pra minha família, pra minha vida! Já me disseram que tudo isso está longe, que eu não preciso ter esse medos todos.. Longe? O que são algumas centenas de kilômetros num caso desses? E no mais, não é impossível que a guerra venha bater na nossa porta, é? E porque eu só deveria me preocupar quando isso acontecesse?</p>
<p>Mais ridículo que tudo é ver que tem gente que apoia essa insanidade! Céus! Como isso é possível? O que passa pela cabeça dessa gente? Por mais que eu procure me colocar no lugar dessas pessoas, ver o lado delas.. não, não dá!</p>
<p>Aí bate aquela tristeza gigantesca, sinto-me em um buraco eternamente profundo, escuro e frio. Pequena e impotente. Sabe aquela sensação de que eu não posso fazer nada de efetivo para evitar algo tão monstruoso? Que eu não posso catar o Bush e todos que apoiam essa insanidade pelo pescoço e obrigá-los a entender o quanto isso é desumanamente ridículo? Nem de impedir que inocentes morram, nem tenho como amenizar a dor de todos aqueles que vão perder parentes e amigos&#8230; Vácuo. É onde me sinto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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