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	<title>LumaKimura.net [ Blog ] &#187; Livros</title>
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		<title>Livro: Mil Dias em Veneza, de Marlena de Blasi</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
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		<description><![CDATA[Marlena de Blasi, americana de meia idade, trabalhava como crítica de gastronomia e jornalista, era chef e sócia de um café e já tinha dois filhos adultos quando conheceu um &#8220;estranho&#8221; durante uma de suas viagens anuais a Veneza. Poucos meses depois vendeu tudo o que tinha e se mudou para a Itália a fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-mil-dias-em-veneza.jpg" alt="Mil Dias em Veneza, de Marlena de Blasi" class="alignleft" /> <strong>Marlena de Blasi</strong>, americana de meia idade, trabalhava como crítica de gastronomia e jornalista, era chef e sócia de um café e já tinha dois filhos adultos quando conheceu um &#8220;estranho&#8221; durante uma de suas viagens anuais a Veneza. Poucos meses depois vendeu tudo o que tinha e se mudou para a Itália a fim de se casar com ele e iniciar uma nova fase. <strong>Mil Dias em Veneza</strong> é o relato autobiográfico dessa impetuosa reviravolta na vida da autora e de sua adaptação ao cotidiano de uma cidade pela qual é completamente apaixonada.</p>
<p>O amor de uma mulher e um homem, o amor por uma cidade cercada por um misticismo de tradição romântica, o amor pela boa comida. Sim, é uma bela história de amor, não nego os méritos de tudo isso, mas também não consigo dizer que o livro tenha me cativado completamente.</p>
<p>Não sei se consigo me fazer entender, ainda não tenho minhas impressões dispostas com muita clareza para mim mesma, a questão é que o tempo todo, por mais que a própria Marlena estivesse tentando se justificar e dizer o contrário, senti que ela estava se anulando. Deixar tudo para trás em nome do amor é lindo, fazer concessões faz parte de um relacionamento saudável. Mas qual é o limite?</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 300px;">
    <img src="http://www.4freeimagehost.com/uploads/3dd677bd3834.jpg" alt="Marlena e Fernando" /></p>
<p class="wp-caption-text">Marlena e Fernando <br /> &copy; Arquivo de Marlena de Blasi</p>
</div>
<p>Talvez o ponto seja apenas este, a autora passa tanto tempo tentando explicar porquê está abrindo mão disto, disso e daquilo, tantas páginas demonstrando sua abnegação em prol do &#8220;momento difícil&#8221; pelo qual seu amado está passando, que a impressão que tive é de que ela precisava, acima de tudo, convencer a si mesma. Fico feliz que no final as coisas tenham dado certo para Marlena e Fernando, que eles tenham encontrado o equilíbrio e estejam juntos até hoje, vivendo nos lugares mais lindos da Itália.</p>
<p>Alguns trechos do livro são inspiradores, Marlena reflete sobre mudanças de um jeito sereno e ao mesmo tempo corajoso &#8211; embora nem sempre faça sentido com suas próprias atitudes. Verdadeiros <em>insights</em> foram anotados no meu caderninho de capa vermelha. Outros trechos, em compensação, conseguem ser absolutamente enfadonhos. Exercício de força de vontade para evitar a &#8220;leitura dinâmica&#8221; e o salto direto por diversas páginas.</p>
<p>Não é bem o tipo de leitura que realmente me empolga, mas é leve, dá para encarar numa boa. Opção para aquelas tardes de domingo cinzentas e chuvosas, quando tudo o que queremos é um cantinho sossegado e um livro morninho, para afagar de leve o coração.</p>
<div class="separador"></div>
<p>Mais um livro lido para o <a href="/blog/2011/desafio-literario-2012/" title="Leia o post Desafio Literário 2012">Desafio Literário 2012</a> cujo tema para janeiro é Literatura Gastronômica. Leia também as outras resenhas já publicadas este mês: <a href="/blog/2012/livro-fama-a-mesa-de-fabiano-dalla-bona/" title="Leia o post Livro Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona">Fama à Mesa, de Fabiano Dalla</a>, <a href="/blog/2012/livro-como-agua-para-chocolate-de-laura-esquivel/" title="Leia o post Livro: Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel">Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel</a>, <a href="/blog/2012/livro-clube-do-jantar-de-jessie-elliot/" title="Leia o post Livro: Clube do Jantar, de Jessie Elliot">Clube do Jantar, de Jessie Elliot</a> e <a href="/blog/2012/livro-conforte-me-com-macas-de-ruth-reichl/" title="Leia o post Livro: Conforte-me com Maçãs, de Ruth Reichl">Conforte-me com Maçãs, de Ruth Reichl</a>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Mil Dias em Veneza</h3>
<p>Blasi, Marlena de</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Sextante</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Biografia e Memórias</li>
<li> <strong>Título Original em inglês:</strong> A Thousand Days in Venice</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 2 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<title>Livro: Leite Derramado, de Chico Buarque</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2012/livro-leite-derramado-de-chico-buarque/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 12:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto está convalescendo em um leito de hospital, um homem já bastante velho entrega-se a um longo e intermitente monólogo onde conta a história de sua família &#8211; uma tradicional família brasileira &#8211; desde os ancestrais vindos de Portugal até o tataraneto, típico garotão do Rio de Janeiro contemporâneo. Uma saga familiar marcada pela decadência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-leite-derramado.jpg" alt="Capa: Leite Derramado, de Chico Buarque" class="alignleft" /> Enquanto está convalescendo em um leito de hospital, um homem já bastante velho entrega-se a um longo e intermitente monólogo onde conta a história de sua família &#8211; uma tradicional família brasileira &#8211; desde os ancestrais vindos de Portugal até o tataraneto, típico garotão do Rio de Janeiro contemporâneo.</p>
<p>Uma saga familiar marcada pela decadência social e financeira, contada sob um ponto de vista tão pessimista quanto irônico, em ares tragicômicos que salientam aspectos relacionados ao racismo, à hipocrisia social, à corrupção e à delinquência, sobre o pano de fundo de diversos fatos históricos brasileiros.</p>
<p>É interessante a maneira como o livro foi estruturado. A narrativa é toda em primeira pessoa, apoiada unicamente nas falas do velho, e não segue uma ordem cronológica ou qualquer tipo de sequência organizada, ao invés disso encontramos buracos, contradições, variações de um mesmo fato, repetitivas obsessões e até mesmo aquelas lembranças que ele reluta em comentar mas são possíveis de se captar nas entrelinhas.</p>
<p>A desarticulação exemplificou bem o que poderia ser a memória de um homem de idade avançada e  deu uma plausível impressão de espontaneidade, mas fez com que eu tivesse bastante dificuldade de acompanhar alguns trechos e acabasse achando a coisa toda um bocado cansativa. De qualquer forma ainda é uma leitura rápida, apesar da saga se estender por pelo menos dois séculos o livro não tem mais do que 200 páginas.</p>
<p>Foi uma leitura de ocasião, não é bem o tipo de livro que realmente me empolgue, mas valeu a experiência, especialmente porque eu nunca tinha tido algum tipo de contato com o trabalho literário de <strong>Chico Buarque</strong>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Leite Derramado</h3>
<p>Buarque, Chico</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Companhia das Letras</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Nacional, Romance</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<title>Livro: Olhai os Lírios do Campo, de Érico Veríssimo</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[érico veríssimo]]></category>
		<category><![CDATA[recomendados por amigos]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Olhai os Lírios do Campo acompanhamos a história de Eugênio Fontes, que teve uma infância difícil, marcada pela pobreza e pelas humilhações. Determinado a se livrar da vergonha da miséria de sua família, ele consegue, com muito sacrifício, formar-se em Medicina, mas na ânsia de alcançar uma posição na sociedade ele se casa por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-olhai-os-lirios-do-campo.jpg" alt="Capa: Olhai os Lírios do Campo, de Érico Veríssimo" class="alignleft" /> Em <strong>Olhai os Lírios do Campo</strong> acompanhamos a história de Eugênio Fontes, que teve uma infância difícil, marcada pela pobreza e pelas humilhações. Determinado a se livrar da vergonha da miséria de sua família, ele consegue, com muito sacrifício, formar-se em Medicina, mas na ânsia de alcançar uma posição na sociedade ele se casa por interesse com Eunice, em detrimento de seu verdadeiro amor por Olívia.</p>
<p>Meu palpite é de que este é um livro cuja experiência de leitura vai tomar proporções e características diferentes dependendo do estado de espírito do leitor. Consigo me imaginar profundamente tocada se eu o tivesse lido, por exemplo, em meados de 2010, época em que, por uma série de motivos que não vêm ao caso agora, eu andava equilibrando minhas emoções sobre uma corda bamba, debatendo comigo mesma questões bastante próximas às apresentadas no livro.</p>
<p>Não foi bem o caso agora. Vi no romance um painel social típico, com mensagens claras sobre os efeitos do capitalismo sobre os homens, repleto de personagens marcados pelos mais antigos conflitos humanos que representam papéis públicos enquanto lutam internamente para conciliar os desejos do coração e o medo da mediocridade. Um panorama de vastas possibilidades dramáticas, melancólico e belo, forte e ao mesmo tempo delicado, mas&#8230; bem, um pouquinho sentimentalista demais para meu gosto e meu momento pessoal, especialmente na primeira parte.</p>
<p>No mais, achei bem interessante a maneira como <em>Érico Veríssimo</em> construiu a narrativa, separando-a em duas partes e navegando entre o tempo presente e o passado, de maneira que ficam evidentes os contrastes de cada momento na vida de Eugênio.</p>
<p>Mais do que um romance de apelo emocional, <em>Olhai os Lírios do Campo</em> traz uma forte crítica ao arranjo social que encoraja futilidades, status e riquezas, e gera tanta hipocrisia nos relacionamentos.</p>
<div class="separador"></div>
<h3>Muito obrigada, Dri!</h3>
<p>E este foi mais um livro lido para o <a href="/wlog/101coisas-3/#25" title="25. Perguntar a 15 amigos sobre um livro que tenha sido especial para cada um deles, ler e resenhar">item 25 da minha lista de 101 coisas</a> e esta fpo a recomendação da <strong>Dri Ornellas</strong>, do blog <a href="http://a-menina-do-fim-da-rua.blogspot.com/" title="Visite o blog A Menina do Fim da Rua">A Menina do Fim da Rua</a>. A Dri nem me &#8220;conhecia&#8221; há tanto tempo assim, mas foi um doce de pessoa e logo se prontificou a me ajudar.</p>
<p><strong><em>Muito obrigada pela colaboração com o meu projeto, Dri!</em></strong></p>
<div class="separador"></div>
<div class="quadro">
<h3>Olhai os Lírios do Campo</h3>
<p>Veríssimo, Érico</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Companhia das Letras</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Nacional, Romance</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<item>
		<title>Livro: Excalibur, de Bernard Cornwell</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2012/livro-excalibur-de-bernard-cornwell/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[bernard cornwell]]></category>
		<category><![CDATA[epenguin]]></category>
		<category><![CDATA[kindle books]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>
		<category><![CDATA[warlord chronicles]]></category>

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		<description><![CDATA[Excalibur (publicado com o mesmo título no Brasil) é terceiro e último livro da trilogia The Warlord Chronicles, em que Bernard Cornwell nos apresenta uma versão historicamente possível dos mitos arturianos. Chave de ouro para fechar a saga com a força que só as boas sagas carregam. Pode ser que eu já me encontrasse no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-excalibur.jpg" alt="Capa: Excalibur, de Bernard Cornwell" class="alignleft" /> <strong>Excalibur</strong> (publicado com o mesmo título no Brasil) é terceiro e último livro da trilogia <em>The Warlord Chronicles</em>, em que <strong>Bernard Cornwell</strong> nos apresenta uma versão historicamente possível dos mitos arturianos. Chave de ouro para fechar a saga com a força que só as boas sagas carregam.</p>
<p>Pode ser que eu já me encontrasse no ritmo certo depois de ler os 2 primeiros volumes, talvez Cornwell realmente tenha a habilidade de prender o leitor com seu texto de qualidade incontestável, mas é fato que embora todos os volumes sejam bastante volumosos não houve muito espaço para o cansaço, fui com-ple-ta-men-te absorvida pela trama.</p>
<p>Este último me pareceu o mais intenso dos três livros. As batalhas são mais sangrentas, os conflitos mais severos, os sentimentos mais explosivos, as atitudes mais impulsivas. Os anos vão passando e os personagens estão bem mais envelhecidos, muitos deles já não têm o mesmo vigor, ainda assim a narrativa tem muita força. E, finalmente, descobri porque Derfel encontra-se na posição em que está quando começa a contar a história &#8211; estou me perguntando sobre isso desde as primeiras páginas!</p>
<p>A história de Arthur não é de todo desconhecida mesmo para aqueles que nunca leram qualquer uma das versões, ainda assim vou evitar um post muito longo para não deixar escapar <em>spoilers</em> já que a graça aqui está justamente nas arranjos do autor para tornar a história mais plausível e coerente.</p>
<p>Se você não tem medo de um grande volume de páginas e gosta de sagas épicas, aqui está uma trilogia recomendadíssima. <img src='http://lumakimura.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="quadro">
<h3>Excalibur</h3>
<p>Cornwell, Bernard</p>
<ul>
<li> <strong>Série:</strong> The Warlord Chronicles #3</li>
<li> <strong>Editora:</strong> ePenguin, versão Kindle</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Romance Épico</li>
<li> <strong>Título na edição brasileira:</strong> Excalibur (Record)</li>
<li> <strong>Site do autor:</strong> <a href="http://www.bernardcornwell.net/" title="Visite o site do autor">http://www.bernardcornwell.net/</a></li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 4 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro: Conforte-me com Maçãs, de Ruth Reichl</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2012/livro-conforte-me-com-macas-de-ruth-reichl/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 20:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[editora objetiva]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>
		<category><![CDATA[ruth reichl]]></category>

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		<description><![CDATA[Ruth Reichl, que já foi crítica de restaurantes do The Los Angeles Times e do The New York Times (1993 a 1999), além de editora chefe da Gourmet Magazine (1999-2009), é considerada hoje uma referência entre escritores de gastronomia no mundo. Conforte-me com Maçãs é um relato com bases autobiográficas que começa com sua resolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-conforte-me-com-macas.jpg" alt="Capa: Conforte-me com Maçãs, de Ruth Reichl" class="alignleft" /> <strong>Ruth Reichl</strong>, que já foi crítica de restaurantes do The Los Angeles Times e do The New York Times (1993 a 1999), além de editora chefe da Gourmet Magazine (1999-2009), é considerada hoje uma referência entre escritores de gastronomia no mundo. <strong>Conforte-me com Maçãs</strong> é um relato com bases autobiográficas que começa com sua resolução de deixar para trás o trabalho como cozinheira do restaurante The Swallow para se tornar crítica de gastronomia, ainda que toda a sua família desaprovasse a mudança.</p>
<p>Só depois da leitura, quando fui fazer algumas pesquisas para a resenha, é que fui descobrir que este livro é precedido por um outro &#8211; A Parte Mais Tenra &#8211; e seguido por Alhos e Safiras, ambos também parte das memórias da autora, mas não creio que o fato de não ter lido o primeiro tenha causado muitos prejuízos ao entendimento dos fatos narrados aqui.</p>
<p>A inexperiência e as dificuldades do início de uma nova carreira, as viagens por diversos países do mundo &#8211; da clássica Paris a exótica Tailândia, a busca por refeições memoráveis e sabores inigualáveis, os problemas familiares, as dúvidas, os medos, os sonhos, tudo é narrado em tom de descontração, em uma leitura tão agradável que (com o perdão do trocadilho) devorei o livro quase sem me dar conta.</p>
<p>Uma das coisas que mais me empolga é ver a paixão ardendo nas pessoas e esse é um aspecto que fica muito claro no livro. Ruth é profundamente apaixonada pelos prazeres da boa comida, dos sabores e dos aromas, e coloca tudo isso em palavras que conseguem nos transmitir as sensações em seus mínimos detalhes. As analogias e metáforas que ela utiliza para descrever suas experiências com os diferentes pratos ao longo do livro são espirituosas e divertidas, as melhores que já li em livros do gênero, é quase como sentir o que ela sentiu, ainda que eu sequer tenha ouvido falar em grande parte das receitas e ingredientes citados.</p>
<p>Se eu fosse considerar Ruth como uma personagem fictícia diria que não simpatizei completamente com ela, de vez em quando ela toma umas atitudes para as quais eu simplesmente não pude deixar de torcer o nariz, mas no final das contas este acabou se tornando, para mim, um bom exemplo de um livro com o qual não precisamos &#8220;concordar&#8221; plenamente para ter uma boa experiência de leitura.</p>
<div class="separador"></div>
<p>Mais um livro lido para o <a href="/blog/2011/desafio-literario-2012/" title="Leia o post Desafio Literário 2012">Desfio Literário 2012</a>, cujo tema para o mês de janeiro é Literatura Gastronômica. Leia também as resenhas de <a href="/blog/2012/livro-fama-a-mesa-de-fabiano-dalla-bona/" title="Leia o post Livro: Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona">Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona</a>, <a href="/blog/2012/livro-como-agua-para-chocolate-de-laura-esquivel/" title="Leia o post Livro: Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel">Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel</a> e <a href="/blog/2012/livro-clube-do-jantar-de-jessie-elliot/" title="Leia o post Livro: Clube do Jantar, de Jessie Elliot">Clube do Jantar, de Jessie Elliot</a>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Conforte-me com Maçãs</h3>
<p>Reichl, Ruth</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Objetiva</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Biografia e Memórias, Gastronomia</li>
<li> <strong>Título Original em inglês:</strong> Comfort Me with Apples</li>
<li> <strong>Site do autor:</strong> <a href="http://www.ruthreichl.com/" title="Visite o site do autor">http://www.ruthreichl.com/</a></li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3.5 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro: Clube do Jantar, de Jessie Elliot</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2012/livro-clube-do-jantar-de-jessie-elliot/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 22:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[editora arx]]></category>
		<category><![CDATA[jessie elliot]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Junie quase não vê os pais, eles são executivos muito ocupados que passam a maior parte do tempo viajando para outros países. Quando seus sentimentos por Brian, seu adorável namorado, começam a ficar confusos ela sente que não tem com quem conversar&#8230; Célia nunca se apaixonou e não tem pressa, está à espera do &#8220;garoto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-clube-do-jantar.jpg" alt="Capa: Clube do Jantar, de Jesse Elliot" class="alignleft" /> Junie quase não vê os pais, eles são executivos muito ocupados que passam a maior parte do tempo viajando para outros países. Quando seus sentimentos por Brian, seu adorável namorado, começam a ficar confusos ela sente que não tem com quem conversar&#8230; Célia nunca se apaixonou e não tem pressa, está à espera do &#8220;garoto perfeito&#8221;. Ela tem um ótimo relacionamento com o pai, um excêntrico artista plástico, a quem considera seu melhor amigo, até que ele arruma uma namorada&#8230; Daniele não se lembra do pai, foi criada pela mãe e pela avó, família de origem italiana, cujas mulheres detém os dons da boa cozinha e a incrível &#8220;habilidade&#8221; de se interessarem somente pelos &#8220;homens errados&#8221;.</p>
<p>Em uma fase em que a confusão da adolescência ainda disputa espaço com as responsabilidades da vida adulta, as três garotas criam o hábito de se reunir uma vez por semana para cozinhar informalmente. Entre ingredientes e receitas, alegrias e tristezas, dúvidas e decisões, descobrem a importância de uma atividade conjunta e o valor das verdadeiras amizades.</p>
<p>Vou confessar que escolhi o livro apenas porque me pareceu uma boa para o tema do mês no <em>Desafio Literário</em>, um estilo diferente das outras opções que já havia selecionado, não esperava nada realmente inusitado. De fato não cheguei a me surpreender, mas, devo admitir, a leitura foi mais agradável do que eu esperava.</p>
<p>Junie, Célia e Danielle são personagens carismáticas, construídas de forma realista, cada qual com sua personalidade, que lembram pessoas que conhecemos no nosso dia a dia &#8211; ponto positivo para que eu pudesse me identificar e me aproximar delas.</p>
<p>A história &#8211; um <em>chick-lit</em> para adolescentes, eu diria &#8211; se abstém de exageros e extremismos que muitas vezes me incomodam bastante no &#8220;gênero&#8221;, é gostosa de acompanhar, emociona e ainda assim se mantém dentro do plausível. Gosto quando um escritor consegue captar o cotidiano em suas tramas e nos entreter com ela sem causar enfado.</p>
<p>Não posso dizer que tenha sido uma das leituras mais marcantes dos últimos tempos, mas sim, foi um bom entretenimento.</p>
<div class="separador"></div>
<p>Este post também faz parte do <a href="/blog/2011/desafio-literario-2012/" title="Leia o post Desafio Literário 2012">Desafio Literário 2012</a>, cujo tema para o mês de janeiro é <em>Literatura Gastronômica</em>. Leia também as resenhas de <a href="/blog/2012/livro-fama-a-mesa-de-fabiano-dalla-bona/" title="Leia o post Livro: Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona">Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona</a> e <a href="/blog/2012/livro-como-agua-para-chocolates-de-laura-esquivel/" title="Leia o post Livro: Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel">Como Água para Chocolate, de Laura Esquível</a>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Clube do Jantar</h3>
<p>Elliot, Jessie</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Arx</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Juvenil</li>
<li> <strong>Título Original em inglês:</strong> Girls Dinner Club</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3.5 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<item>
		<title>Livro: Enemy of God (O Inimigo de Deus), de Bernard Cornwell</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2012/livro-enemy-of-god-de-bernard-cornwell/</link>
		<comments>http://lumakimura.net/blog/2012/livro-enemy-of-god-de-bernard-cornwell/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 15:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[bernard cornwell]]></category>
		<category><![CDATA[epenguin]]></category>
		<category><![CDATA[kindle books]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Enemy of God (O Inimigo de Deus, na edição brasileira) é o segundo livro da trilogia The Warlord Chronicles em que Bernard Cornwell propõe uma versão historicamente possível da história de Arthur. Depois da sangrenta batalha no Vale do Lugg, Arthur consegue unificar os reinos da Britânia sob um juramento de fidelidade ao Rei Mordred [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-enemy-of-god.jpg" alt="Capa: Enemy of God, de Bernard Cornwell" class="alignleft" /> <strong>Enemy of God</strong> (O Inimigo de Deus, na edição brasileira) é o segundo livro da trilogia <em>The Warlord Chronicles</em> em que <strong>Bernard Cornwell</strong> propõe uma versão historicamente possível da história de Arthur.</p>
<p>Depois da sangrenta batalha no Vale do Lugg, Arthur consegue unificar os reinos da Britânia sob um juramento de fidelidade ao Rei Mordred e acredita estar preparado para confrontar e expulsar, definitivamente, os saxões de suas terras. Ele não contava, no entanto, com pesadas traições que colocariam em risco sua própria vida e que afetariam tudo aquilo em que acredita, seus ideiais e os rumos da guerra.</p>
<p>Se durante a leitura do primeiro livro &#8211; <a href="/blog/2011/livro-the-winter-king-de-bernard-cornwell/" title="Leia o post Livro: The Winter King (O Rei do Inverno), de Bernard Cornwell">The Winter King</a> &#8211; precisei de algum tempo para me acostumar aos personagens e às características que o autor imprimiu a cada um deles, aqui já foi possível mergulhar de cabeça na trama, torcer por aqueles com quem mais simpatizei, me surpreender com atitudes inesperadas.</p>
<p>Os conflitos entre os seguidores da antiga fé e os cristãos ganham mais força neste segundo volume, com discussões mais acaloradas, atitudes mais extremas, intrigas mais complexas. As cenas de batalhas são brutais e detalhadamente descritas &#8211; podem, inclusive, incomodar aos mais sensíveis. A tensão nas entrelinhas é quase palpável.</p>
<p>Impossível detectar qualquer tipo de perda na qualidade do texto de <strong>Bernard Cornwell</strong>. Tal como o primeiro, é um livro bastante denso e extenso, que prende a atenção pela excelente narrativa.</p>
<div class="quadro">
<h3>Enemy of God</h3>
<p>Cornwell, Bernard</p>
<ul>
<li> <strong>Série:</strong> The Warlord Chronicles #2</li>
<li> <strong>Editora:</strong> ePenguin, versão Kindle</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Romance Épico</li>
<li> <strong>Título na edição brasileira:</strong> O Inimigo de Deus (Record)</li>
<li> <strong>Site do autor:</strong> <a href="http://www.bernardcornwell.net/" title="Visite o site do autor">http://www.bernardcornwell.net/</a></li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 4.5 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<title>Livro: Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 10:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[1001 livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[laura esquivel]]></category>
		<category><![CDATA[martins fontes]]></category>
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		<description><![CDATA[Como Água para Chocolate enaltece a cozinha como o lugar mais importante da casa, tratando-a como local de aprendizado e conhecimento, onde se vivem todos os tipos de emoções e desejos. Também é onde a protagonista, Tita, passa a maior parte do tempo. O romance conta a história de sua vida, desde o seu nascimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-como-agua-para-chocolate.jpg" alt="Capa: Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel" class="alignleft" /> <strong>Como Água para Chocolate</strong> enaltece a cozinha como o lugar mais importante da casa, tratando-a como local de aprendizado e conhecimento, onde se vivem todos os tipos de emoções e desejos. Também é onde a protagonista, Tita, passa a maior parte do tempo. O romance conta a história de sua vida, desde o seu nascimento em um rancho no norte do México, próximo a fronteira com os EUA, tendo como pano de fundo a Revolução Mexicana no início do século XX.</p>
<p>Este é precisamente o tipo de leitura que imaginei quando soube que o tema de janeiro para o <em>Desafio Literário 2012</em> seria <em>Literatura Gastronômica</em>. É um desses livros que evocam as emoções, os aromas e os sabores através de palavras muito bem colocadas, que incitam a imaginação.</p>
<p>Cada um dos 12 capítulos do livro começa com a lista de ingredientes de uma receita e mescla a narrativa com o modo de fazer em um texto tão bem coordenado que fica impossível imaginar uma coisa sem a outra, a história de Tita está indubitavelmente relacionada aos pratos que prepara ao longo da vida. Tudo isso &#8220;temperado&#8221; com História, tradições mexicanas e toques de realismo fantástico &#8211; estilo que, especialmente na literatura latino-americana, tem marcado forte presença entre meus favoritos nos últimos tempos.</p>
<p>Este foi o meu primeiro contato com o trabalho de <strong>Laura Esquivel</strong> e agora fiquei curiosíssima para conhecer outros livros dela (alguém recomenda algum?). <em>Como Água para Chocolate</em> é um livro para, em todos os sentidos, ser saboreado e apreciado.</p>
<div class="separador"></div>
<p>Este post faz parte do <a href="/blog/2011/desafio-literario-2012/" title="Leia o post Desafio Literário 2012">Desafio Literário 2012</a>, cujo tema para o mês de janeiro é Literatura Gastronômica. Veja também a resenha de <a href="/blog/2012/livro-fama-a-mesa-de-fabiano-dalla-bona/" title="Leia o post Livro: Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona">Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona</a>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Como Água para Chocolate</h3>
<p>Esquivel, Laura</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Martins Fontes</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Romance</li>
<li> <strong>Título Original:</strong> Como Agua para Chocolate</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 4 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<title>Livro: Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 13:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[fabiano dalla bona]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>
		<category><![CDATA[tinta negra bazar editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comprei este livro não tinha uma noção muito exata do que ele tratava, fui atraída pela sinopse que prometia um texto relacionando Gastronomia e História, com curiosidades sobre a origem de pratos famosos. Achei o tema interessante e resolvi encarar. Fama à Mesa é uma compilação de diversas receitas (a princípio totalmente realizáveis, embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-fama-a-mesa.jpg" alt="Capa: Fama à Mesa, de Fabiano Dalla Bona" class="alignleft" /> Quando comprei este livro não tinha uma noção muito exata do que ele tratava, fui atraída pela sinopse que prometia um texto relacionando Gastronomia e História, com curiosidades sobre a origem de pratos famosos. Achei o tema interessante e resolvi encarar.</p>
<p><strong>Fama à Mesa</strong> é uma compilação de diversas receitas (a princípio totalmente realizáveis, embora alguns ingredientes sejam realmente difíceis de se encontrar por aqui) que levam nomes de pessoas famosas, na maior parte pratos criados em homenagem à elas. O livro é dividido em 6 capítulos: homens famosos, mulheres famosas, musicais, realeza, grandes escritores e personagens literários e drinks, e cada receita traz consigo um pequeno texto com a história do citado prato e uma rápida biografia do homenageado e/ou de seu criador.</p>
<p>O livro faz juz ao título incluindo, junto com as receitas, uma detalhada análise do que é a fama e de como é impossível, em qualquer época, desvincular a vida das pessoas &#8211; famosas ou não &#8211; dos prazeres da comida.</p>
<p>A-do-ro comer, mas Gastronomia não é um assunto com o qual tenho muito contato, não tenho muito conhecimento de pratos tradicionais/típicos e nem sequer tinha ouvido falar de boa parte das receitas apresentadas aqui como famosas. Este talvez seja o ponto de desvio da minha atenção, a leitura é rápida, leve, traz trechos bem interessantes, mas não foi para mim aquela que realmente prendeu minha atenção. Falta de um maior reconhecimento dos pratos e personalidades apresentadas, creio. Aqueles que estão mais ligados a este mundo muito provavelmente haverão de curtir mais a leitura.</p>
<div class="separador"></div>
<p>Este foi o primeiro livro lido para o <a href="/blog/2011/desafio-literario-2012/" title="Leia o post Desafio Literário 2012">Desafio Literário 2012</a> e o tema da vez é <em>Literatura Gastronômica</em>. Para quem está participando do Desafio e ainda não escolheu os livros para este mês, fica a dica: <em>Fabiano Dalla Bona</em> já publicou outros livros com o tema da Gastronomia &#8211; <em>Literatura e Gastronomia: um Casamento Perfeito</em> e <em>O Céu da Boca</em>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Fama à Mesa</h3>
<p>Bona, Fabiano Dalla</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Tinta Negra Bazar Editorial</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> História, Gastronomia</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 2.5 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		<item>
		<title>Livro: Ratos, de Gordon Reece</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-ratos-de-gordon-reece/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 14:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[gordon reece]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Shelley e sua mãe são como ratos, sofrem todo o tipo de maus tratos e humilhações, mas não sabem como reagir. Coagidas, medrosas e assustadas, acabam sempre permitindo que suas vidas sejam afetadas por todo o tipo de injustiça. Decididas a dar um fim em seus pesadelos, elas se mudam para um chalé isolado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-ratos.jpg" alt="Capa: Ratos, de Gordon Reece" class="alignleft" /> Shelley e sua mãe são como ratos, sofrem todo o tipo de maus tratos e humilhações, mas não sabem como reagir. Coagidas, medrosas e assustadas, acabam sempre permitindo que suas vidas sejam afetadas por todo o tipo de injustiça.</p>
<p>Decididas a dar um fim em seus pesadelos, elas se mudam para um chalé isolado e afastado da cidade. Depois de um doloroso e vexatório processo de divórcio, um longo período de <em>bullying</em> e um atentado violento que deixou os culpados impunes e marcas de cicatrizes no rosto de Shelley, elas enfim começam a se sentir seguras, protegidas pelas árvores e pela dificuldade de acesso a seu local seguro. Mas, na madrugada do aniversário de 16 anos de Shelley, um estranho invade sua confortável tranquilidade e desencadeia uma série de acontecimentos que vão mudar tudo.</p>
<p>Uma história sobre ação e reação, humilhações e limites, que me pareceu muito interessante quando li a sinopse e tinha praticamente todos os ingredientes para convencer. De fato, é bem escrita, bem conduzida, consegue prender a atenção e  manter um clima de tensão e suspense mesmo que o leitor consiga antever com relativa facilidade as direções que a trama vai tomar, mas me deixou com a sensação de que faltou <em>alguma coisa</em> &#8211; alguma coisa pequena, mas importante.</p>
<p>Não sei, apenas imagino, que a intenção do autor era fazer com que o leitor sentisse alguma compaixão pelas personagens mas, pelo menos comigo, não funcionou muito bem. Shelley e sua mãe carecem de carisma, nelas a fragilidade e a fraqueza se confundem em vários momentos, atrapalhando o processo de &#8220;solidificação da simpatia pelas personagens&#8221;, se é que vocês me entendem.</p>
<p>Também me incomodei um pouco com as &#8220;soluções&#8221; apresentadas. Pessoalmente acredito que parte deste incômodo vem da identificação. Sim, eu mesma me vejo na situação de <em>rato</em> em muitos momentos, também tenho um quê de dificuldade em lidar com uma porção de coisas, mas não gosto de pensar que para melhorar isso eu teria que adotar justamente o comportamento, o pensamento e as atitudes daqueles que estão no papel de opressores. A postura de Shelley ao final do livro me causou certo horror.</p>
<p>Não é um livro ruim. É tenso, traz algumas cenas um bastante fortes, trabalha assuntos que sempre chacoalham as emoções humanas, mas&#8230; é como eu disse, o &#8220;algo&#8221; que faltou parece ter feito uma significativa diferença.</p>
<div class="separador"></div>
<p>Este post também faz parte do <a href="/blog/2010/desafio-literario-2010/" title="Leia o post Desafio Literário 2011">Desafio Literário 2011</a> cuja tarefa para o mês de dezembro é ler lançamentos do ano. Leia também a resenha de <a href="/blog/2011/livro-identidade-roubadas-de-chevy-stevens" title="Leia o post Livro: Identidade Roubada, de Chevt Stevens">Identidade Roubada, de Chevy Stevens</a>.</p>
<div class="quadro">
<h3>Ratos</h3>
<p>Reece, Gordon</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Intrínseca</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Suspense, Contemporâneo</li>
<li> <strong>Título Original em inglês:</strong> Mice</li>
<li> <strong>Site do autor:</strong> <a href="http://www.gordon-reece.com/" title="Visite o site do autor">http://www.gordon-reece.com/</a></li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro: O Mundo se Despedaça, de Chinua Achebe</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-o-mundo-se-despedaca-de-chinua-achebe/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 20:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[1001 livros]]></category>
		<category><![CDATA[chinua achebe]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[recomendados por amigos]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado originalmente em 1958, pouco antes da independência da Nigéria, O Mundo se Despedaça é considerado um dos livros mais importantes da literatura africana e precursor da literatura moderna nigeriana. A história se passa na época da chegada do colonizador branco à África e retrata o impacto causado pela chegada dos missionários britânicos com sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-o-mundo-se-despedaca.jpg" alt="Capa: O Mundo se Despedaça, de Chinua Achebe" class="alignleft" /> Publicado originalmente em 1958, pouco antes da independência da Nigéria, <strong>O Mundo se Despedaça</strong> é considerado um dos livros mais importantes da literatura africana e precursor da literatura moderna nigeriana.</p>
<p>A história se passa na época da chegada do colonizador branco à África e retrata o impacto causado pela chegada dos missionários britânicos com sua fé cristã, suas leis e costumes europeus, às tribos da região. Okonkwo, filho de um flautista desprezado por sua gente por ser considerado um fraco, vive atormentado pelo medo de se tornar como o pai e emprega todos os seus esforços em provar seu valor, no que é recompensado ao se tornar o mais bravo guerreiro e um dos homens mais influentes de seu povo, uma tribo ibo estabelecida no sudeste da Nigéria.</p>
<p>Okonkwo é um dos principais resistentes aos missionários, com a mesma força que busca o reconhecimento e mantém a rígida disciplina de sua família, ele luta pelas antigas tradições da Ibolândia, mas se desilude profundamente com a percepção de que muitos de seus conterrâneos &#8211; inclusive seu filho primogênito &#8211; estão, pouco a pouco, aderindo as novas crenças e costumes.</p>
<p>Repleta de referências históricas e com uma rica apresentação dos usos e costumes dos ibos, a escrita de <strong>Chinua Achebe</strong> transpõe para o papel a tradição fortemente oral do povo ibo, que valoriza o dom da retórica e tem os discursos e provérbios em alto conceito.</p>
<p>Não é um livro que eu recomendaria se você procura uma história alegre. A leitura de <em>O Mundo se Despedaça</em> pode ser angustiante, desconfortável, mas o tempo todo arrebatadora. É uma história para grandes reflexões e reavaliação de conceitos, onde não existe o certo e o errado ou o bom e o mau em termos absolutos, que considera diferentes ângulos de uma mesma questão e exige um leitor de mente aberta, capaz de se desvincular de um ponto de vista pré-definido.</p>
<p>É um livro que me deixou pensativa por muito tempo. Mais um desses que todo mundo deveria ler pelo menos uma vez, em algum momento da vida&#8230;</p>
<div class="separador"></div>
<h3>Muito obrigada, Poli!</h3>
<p>Mais um livro para o <a href="/wlog/101coisas-3/#25" title="25. Perguntar a 15 amigos sobre um livro que tenha sido especial para cada um deles, ler e resenhar">item 25 da minha lista de 101 coisas</a>. Desta vez a recomendação veio de uma guria que faz parte da minha vida <em>internética</em> há tanto tempo que já nem lembro mais como foi que a conheci: a <a href="http://flowersapaixonadapelavida.blogspot.com/" title="Visite o blog Flowers: Apaixonada pela vida">Poli Lachi, do blog Flowers &#8211; Apaixonada pela vida</a>.</p>
<p>E a <strong>Poli</strong> me mandou uma lista super caprichada &#8211; deve ter dado um trabalhão! &#8211; várias recomendações de diferentes estilos, tudo bem organizado, indicando títulos originais, os motivos para que ela indicasse cada um deles com uma pequena análise de cada obra e até as imagens das capas! Além deste, que acabou sendo o escolhido porque eu nunca havia lido um escritor nigeriano e a própria Poli já havia me falado dele antes, foram mais 12 indicações (em <em>itálico</em> os que eu já havia lido):</p>
<ul>
<li> <em>O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry</em></li>
<li> O Menino Maluquinho, de Ziraldo</li>
<li> Calvin e Haroldo, de Bill Watterson</li>
<li> <em>Orgulho e Preconceito, de Jane Austen</em></li>
<li> Lendo Imagens, de Alberto Manguel</li>
<li> A História da Arte, de Ernst Hans Gombrich</li>
<li> Entre Quatro Paredes, de Jean-Paul Sartre</li>
<li> Salomé, de Oscar Wilde</li>
<li> Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque</li>
<li> <em>As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley</em></li>
<li> <em>O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence</em></li>
<li> Ciranda de Pedra, de Lygia Fagundes Telles</li>
</ul>
<p><strong><em>Obrigada pela colaboração com o meu projeto, Flor!</em></strong></p>
<div class="separador"></div>
<div class="quadro">
<h3>Mundo se Despedaça, O</h3>
<p>Achebe, Chinua</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Companhia das Letras</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Romance, Usos e Costumes</li>
<li> <strong>Título Original em inglês:</strong> Things Fall Apart</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 4 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro: Identidade Roubada, de Chevy Stevens</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-identidade-roubada-de-chevy-stevens/</link>
		<comments>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-identidade-roubada-de-chevy-stevens/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 20:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[chevy stevens]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[editora arqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos 32 anos Annie O&#8217;Sullivan levava uma vida que podia considerar bastante normal e tranquila, tinha um namorado bonito e atencioso, a casa de seus sonhos com uma adorável companheira canina e um emprego estável como uma das principais corretoras de imóveis de Clayton Falls, prestes a conseguir a exclusividade de vendas em um grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/blog/wp-content/uploads/capa-identidade-roubada.jpg" alt="Capa: Identidade Roubada, de Chevy Stevens" class="alignleft" /> Aos 32 anos Annie O&#8217;Sullivan levava uma vida que podia considerar bastante normal e tranquila, tinha um namorado bonito e atencioso, a casa de seus sonhos com uma adorável companheira canina e um emprego estável como uma das principais corretoras de imóveis de Clayton Falls, prestes a conseguir a exclusividade de vendas em um grande empreendimento.</p>
<p>A rotina pacata de Annie, no entanto, sofre um terrível golpe. Sequestrada por um psicopata que se aproximara sob a fachada de um cliente interessado em uma casa, ela fica presa durante um ano em um chalé totalmente isolado nas montanhas onde é obrigada a seguir regras extremamentes rígidas em uma rotina doentia detalhadamente arquitetada por seu algoz, sofrendo estupros e outras agressões, físicas e psicológicas, diariamente&#8230;</p>
<p>Um livro forte, capaz de causar calafrios, que vai direto ao ponto e prende a atenção em cada uma de suas páginas.</p>
<p>Achei interessante a maneira como a narrativa foi construída. A própria Annie é quem conta a sua história direcionando-a a sua terapeuta. Ao longo de 26 sessões (que aqui assumem o papel de capítulos), ela revive o pesadelo no chalé, intercalando os relatos com fatos de sua vida, a investigação policial em curso e a luta para vencer os devastadores traumas que passaram a direcionar cada um de seus pensamentos e atitudes depois da fuga, em um texto direto, por vezes cruel e desesperador, que não perde tempo com minúcias irrelevantes e ainda consegue reservar algumas surpresas para o desfecho.</p>
<p>Casos como os de <em>Elizabeth Smart</em>, <em>Jaycee Lee Dugard</em> ou <em>Natascha Kampusch</em> vinham à minha mente o tempo todo durante durante a leitura. Intensa e psicologicamente arrasadora, a história escrita por <strong>Chevy Stevens</strong> ganha ares mais assustadores quando percebemos que uma situação tão perturbadora não está limitada pelos muros da ficção e toda vez que eu me pegava ligeiramente impaciente com as recaídas e as paranóias da personagem Annie a pergunta praticamente despencava em minha cabeça: <em>e se fosse comigo?</em></p>
<div class="separador"></div>
<p>Este post também faz parte do <a href="/blog/2010/desafio-literario-2010/" title="Leia o post Desafio Literário 2011">Desafio Literário 2011</a> cuja tarefa para o mês de dezembro é ler lançamentos do ano.</p>
<div class="quadro">
<h3>Identidade Roubada</h3>
<p>Stevens, Chevy</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Arqueiro</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira, Drama, Suspense, Contemporâneo</li>
<li> <strong>Título Original em inglês:</strong> Still missing</li>
<li> <strong>Site do autor:</strong> <a href="http://www.chevystevens.com/" title="Visite o site do autor">http://www.chevystevens.com/</a></li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3.5 out of 5 stars</li>
</ul>
<div class="separador"></div>
<h4>Book Trailer</h4>
<div class="aligncenter">
		<object width="500" height="369"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Bz2-2fkg_CY?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Bz2-2fkg_CY?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="369" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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</div>
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		<item>
		<title>Livro: Kafka e a Boneca Viajante, de Jordi Sierra i Fabra</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-kafka-e-a-boneca-viajante-de-jordi-sierra-i-fabra/</link>
		<comments>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-kafka-e-a-boneca-viajante-de-jordi-sierra-i-fabra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[jordi sierra i fabra]]></category>
		<category><![CDATA[martins fontes]]></category>
		<category><![CDATA[recomendados por amigos]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Kafka e a Boneca Viajante é a versão criativa do escritor Jordi Sierra i Fabra para uma passagem pouco conhecida da vida do também escritor Franz Kafka. Passeando por um parque em Berlim, Kafka se depara com uma garotinha, Elsi, chorando desconsoladamente porque havia perdido sua boneca Brígida. Sem saber muito bem o que fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/wlog/wp-content/uploads/capa-kafka-e-a-boneca-viajante.jpg" alt="Capa: Kafka e a Boneca Viajante, de Jordi Sierra i Fabra" class="alignleft" /> <strong>Kafka e a Boneca Viajante</strong> é a versão criativa do escritor <strong>Jordi Sierra i Fabra</strong> para uma passagem pouco conhecida da vida do também escritor <em>Franz Kafka</em>. Passeando por um parque em Berlim, Kafka se depara com uma garotinha, Elsi, chorando desconsoladamente porque havia perdido sua boneca Brígida. Sem saber muito bem o que fazer para acalmá-la ele inventa uma história: sua boneca não havia se perdido, mas partido para uma longa viagem e ele, como um <em>carteiro de bonecas</em>, entregaria à menina, no dia seguinte, uma carta enviada por ela.</p>
<p>Naquela noite Kafka se debruçou febrilmente sobre o trabalho de escrita da primeira de 21 cartas que, durante três semanas, entregou à pequena, procurando consolá-la com as aventuras de Brígida em diversos cantos do mundo.</p>
<p>Singelo e encantador são algumas das palavras que, para mim, definem quase perfeitamente o livro. Delicado, mas carregado de força e energia raras, é desses que trazem uma narrativa simples, que cativa e acalenta sem jamais deixar de lado a profundidade das questões tratadas.</p>
<p><em>Sierra i Fabra</em> trabalhou de maneira admirável ao preencher as lacunas de uma história conhecida por relatos de terceiros somente depois da morte de Kafka. É uma pena que a garotinha e as cartas verdadeiras nunca tenham sido encontradas.</p>
<p>Quer uma leitura para aquecer o coração? Taí uma ótima dica.</p>
<div class="separador"></div>
<h3>Muito obrigada, Mi!</h3>
<p>Mais um livro lido para o <a href="/wlog/101coisas-3/#25" title="25. Perguntar a 15 amigos sobre um livro que tenha sido especial para cada um deles, ler e resenhar">item 25 da minha lista de 101 coisas</a> e a recomendação desta vez partiu de uma de minhas ídolas quando o assunto são os livros: a bibliófila <a href="www.bibliophile.com.br" title="Visite o blog Bibliophile">Mi Müller</a>.</p>
<p>Por demais atenciosa a Mi teve o trabalho de consultar <a href="http://www.skoob.com.br/usuario/2562-luma" title="Meu perfil no Skoob">meu Skoob</a> para ver os livros que eu já havia lido antes de recomendá-los, não é uma queridona? Além de &#8220;Kafka e a Boneca&#8221; ela também me indicou <em>Ex-Libris: Confissões de uma Leitora Comum, de Anne Fadiman</em>. Ambos me interessaram muito, peguei para ler aquele que encontrei primeiro.</p>
<p><strong><em>Muito obrigada pela colaboração com o meu projeto, querida!</em></strong></p>
<div class="separador"></div>
<div class="quadro">
<h3>Kafka e a Boneca Viajante <img src="/wlog/wp-content/uploads/ico_recomendado.png" alt="[recomendado]" /></h3>
<p>Sierra i Fabra, Jordi</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Martins Fontes</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Estrangeira</li>
<li> <strong>Título original:</strong> Kafka e la muñeca viajera</li>
<li> <strong>Site do autor:</strong> <a href="http://www.sierraifabra.com/" title="Visite o site do autor">http://www.sierraifabra.com/</a></li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 5 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Livros de dezembro para o Desafio Literário 2011</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2011/livros-de-dezembro-para-o-desafio-literario-2011/</link>
		<comments>http://lumakimura.net/blog/2011/livros-de-dezembro-para-o-desafio-literario-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 20:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>

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		<description><![CDATA[Discussões e preparativos para o Desafio Literário 2012 já estão correndo a todo vapor (já viu a minha lista para 2012?) e a empolgação é tanta que eu quase estava me esquecendo que ainda temos o mês de dezembro do desafio corrente pela frente! Para os que não estão familiarizados com os temas de 2011, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lumakimura/6391976393/" title="Desafio Literário 2011 - Dezembro by Luma Kimura, on Flickr"><img src="http://farm8.staticflickr.com/7021/6391976393_8f19438416.jpg" width="500" height="333" alt="Desafio Literário 2011 - Dezembro" class="aligncenter" /></a></p>
<p>Discussões e preparativos para o <strong>Desafio Literário 2012</strong> já estão correndo a todo vapor (já viu a <a href="/blog/2011/desafio-literario-2012/" title="Leia o post Desafio Literário 2012">minha lista para 2012</a>?) e a empolgação é tanta que eu quase estava me esquecendo que ainda temos o mês de dezembro do desafio corrente pela frente! <img src='http://lumakimura.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para os que não estão familiarizados com os <a href="/blog/2010/desafio-literario-2011/" title="Leia o post Desafio Literário 2011">temas de 2011</a>, a tarefa para dezembro é ler &#8220;Lançamentos do Ano&#8221;, motivo pelo qual não foram listados com antecedência os livros que os participantes pretendem ler nesse mês. Felizmente eu já vinha anotando títulos que me despertaram o interesse desde o início do ano e pude evitar o trabalho acumulado.</p>
<p>A princípio tive algumas dúvidas quanto ao que deveria considerar um &#8220;lançamento do ano&#8221;. Livros publicados pela primeira vez este ano? Livros publicados <em>no Brasil</em> este ano?</p>
<p>Mandei um e-mail para o pessoal da organização do Desafio, tirei algumas dúvidas e no final das contas mantive minhas escolhas dentro do esquema &#8220;<em>livros publicados em português pela primeira vez este ano no Brasil</em>&#8220;, 3 opções de acordo com a lista que eu já havia montado para os outros meses do ano e um extra porque comprei 4 títulos e fui simplesmente incapaz de escolher qual deles ficaria de fora:</p>
<p><foto livros></p>
<ul>
<li> <strong>Opção 1:</strong> Identidade Roubada, de Chevy Stevens</li>
<li> <strong>Opção 2:</strong> Ratos, de Gordon Reece</li>
<li> <strong>Opção 3:</strong> A Lebre com Olhos de Âmbar, de Edmund de Waal</li>
<li> <strong>Extra:</strong> Noah Foge de Casa, de John Boyne</li>
</ul>
<p>&#8216;Bora encarar o último mês do ano? <img src='http://lumakimura.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="separador"></div>
<p>E se você ainda não está participando do <strong>Desafio Literário</strong> dá uma <a href="http://desafioliterariobyrg.blogspot.com" title="Blog do Desafio Literário">espiada</a> no blog oficial. Os temas para 2012 prometem!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro: A Hora da Estrela, de Clarice Lispector</title>
		<link>http://lumakimura.net/blog/2011/livro-a-hora-da-estrela-de-clarice-lispector/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 20:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luma Kimura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[clarice lispector]]></category>
		<category><![CDATA[editora rocco]]></category>
		<category><![CDATA[recomendados por amigos]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas de livros]]></category>

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		<description><![CDATA[De incontestável papel de importância na Literatura Brasileira, A Hora da Estrela foi o último livro publicado em vida pela escritora Clarice Lispector. O romance conta a trajetória de Macabéa, retirante alagoana que chega ao Rio de Janeiro e vai trabalhar como datilógrafa, embora não seja nada boa nisso. Extremamente ingênua e ignorante, ela é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/wlog/wp-content/uploads/capa-a-hora-da-estrela.jpg" alt="Capa: A Hora da Estrela, de Clarice Lispector" class="alignleft" /> De incontestável papel de importância na Literatura Brasileira, <strong>A Hora da Estrela</strong> foi o último livro publicado em vida pela escritora <strong>Clarice Lispector</strong>. O romance conta a trajetória de Macabéa, retirante alagoana que chega ao Rio de Janeiro e vai trabalhar como datilógrafa, embora não seja nada boa nisso. Extremamente ingênua e ignorante, ela é tão, tão simplória que sequer se dá conta de sua própria existência, do que lhe faz falta ou das agressões que a vida lhe impõe e segue com a sua rotina pisoteada, isenta de quaisquer sobressaltos.</p>
<p>Em uma outra camada temos também o relato de Rodrigo S. M., o escritor fictício que cria e narra a história da desventurada moça, identificando-se com ela ao mesmo tempo que se ressente e a insulta. Às voltas com tentativas de se explicar, descrevendo o processo criativo e inserindo comentários a respeito de sua própria condição social, Rodrigo tece reflexões sobre o papel do escritor na sociedade e o ato de escrever em si.</p>
<p>É um livro <strong>muito</strong> mais denso do imaginei &#8211; suposição fraca, admito, baseada na simplicidade da edição, nas poucas páginas e no meu conhecimento quase nulo do trabalho da escritora. O tom irreverente, a poesia e a doçura de alguns trechos enganam, para mim foi &#8211; em um bom sentido &#8211; um soco no estômago. A leitura me fez sofrer, fez com que eu me sentisse exausta e angustiada, ao mesmo tempo em que, arrebatada, me vi fascinada pela habilidosa manipulação das palavras, pela maneira crua com que o texto falou, direta e secamente, aos recantos mais profundos de minha própria existência.</p>
<p>Amei e odiei Macabéa. Amei e odiei Rodrigo.</p>
<p>É mais um clássico que entrou para minha lista &#8220;livros que todo mundo deveria ler pelo menos uma vez na vida&#8221; e que vai para minha prateleira dos livros que merecem muitas releituras. Recebi a recomendação e passo adiante, vale muito a pena, em especial para aqueles que gostam dos livros cuja leitura jamais poderá ser simplesmente ordinária.</p>
<div class="separador"></div>
<h3>Muito obrigada, Rosangela!</h3>
<p>Este foi mais um livro lido para o <a href="/wlog/101coisas-3/#25" title="25. Perguntar a 15 amigos sobre um livro que tenha sido especial para cada um deles, ler e resenhar">item 25 da minha lista de 101 coisas</a> e a recomendação foi de uma blogueira muito querida que eu já acompanho há um tempão, a <a href="http://rosangelaneres.com/" title="Visite o blog (des)cortinada palavra">Rosangela Neres</a>.</p>
<p>A <strong>Rosangela</strong> foi <em>super atenciosa</em> e me mandou uma lista de recomendações toda organizadinha, dizendo como foi a experiência dela e porque ela recomenda cada uma das leituras. Além d&#8217;A Hora da Estrela ela também me recomendou (em itálico aqueles que eu já havia lido antes):</p>
<ul>
<li> <em>Pollyanna Moça, de Eleanor H. Porter</em></li>
<li> Ao Farol, de Virginia Woolf</li>
<li> Sons and Lovers, de D.H. Lawrence</li>
<li> <em>O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde</em></li>
<li> Razão e Sensibilidade, de Jane Austen</li>
<li> <em>Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis</em></li>
<li> The Year of The Flood, de Margaret Atwood</li>
<li> A Estrada, de Cormac McCarthy</li>
<li> Heavenly, de Jennifer Laurens</li>
<li> <em>Hush, Hush, de Becca Fitzpatrick</em></li>
</ul>
<p><strong><em>Muito obrigada pela colaboração com o meu projeto, querida!</em></strong></p>
<div class="separador"></div>
<div class="quadro">
<h3>Hora da Estrela, A</h3>
<p>Lispector, Clarice</p>
<ul>
<li> <strong>Editora:</strong> Rocco</li>
<li> <strong>Categorias:</strong> Literatura Brasileira, Romance</li>
<li> <strong>Avaliação:</strong> 3.5 out of 5 stars</li>
</ul>
</div>
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