Cotidiano

2018: braços abertos ao que vier

2017 passou muito rápido (sim, pode acreditar, eu comecei o post com esse cliché).

Foi um ano cagado? Perdi as contas de quantas vezes ouvi esse veredito – de amigos, de colegas e eventuais desconhecidos – nos últimos dias.

De verdade? Esta tirinha do Armandinho traduz, com exatidão, meu sentimento com relação ao ano:

E para 2018?

Eu sempre disse isto: amo a sensação de renovação, mesmo que simbólica, proporcionada pela virada do ano. Começar uma nova agenda ou um novo diário é, para mim, a representação palpável do que um novo ano representa: um novo livro com 365 páginas em branco para preenchermos com vida. E o que eu quero é o que a vida me reservou, com a certeza de que pode não ser exatamente o que quero, mas será, sim, o que preciso. Fazer a minha parte, tomar o cuidado de manter as expectativas dentro da realidade, acreditando, abraçando o que vier.

Óbvio que fiz planos. 😀

No campo profissional 2017 foi um ano intenso e a tendência é que seja cada vez mais. Não estou pedindo menos trabalho, mas gostaria de trabalhar menos. Confuso? Passei a virada pedindo inspiração e energia para dar conta do grande – e crescente – volume de serviço, com um melhor rendimento, sem precisar recorrer a tantas horas extras. Acredito que fui eficiente no ano passado, agora quero ser mais eficaz. Também quero aprender a dizer não para aqueles freelas que na verdade estão mais para “favores aos amigos”, não compensam financeiramente e apenas rendem muita dor de cabeça.

Vou voltar a estudar: primeiros passos dados, devo começar uma pós-graduação ainda este mês. Esse negócio de frequentar sala de aula, ter horários definidos por terceiros e ser obrigada a socializar não é comigo, então vou recorrer a modalidade EAD que é muito mais a minha cara. Também devo voltar a estudar Alemão – na mesma pegada: com a grana curta e nenhuma vontade de encarar “cursinhos meia-boca”, será por conta mesmo, em casa. Sei que não é a mesma coisa, mas sou um boa autodidata, com os recursos certos e dedicação, funciona bem.

Quero ler menos este ano. Não, você não leu errado, falei ler menos mesmo. Não é o caso de estar tendo problemas com as leituras, perdendo o controle sobre a compulsão, nem vou deixar de ler se for o que tiver com vontade de fazer na hora, apenas quero dedicar mais tempo a outras atividades – filmes, séries, artesanato, fotografia, desenho e pintura – pela quais também sou apaixonada mas que sempre acabo preterindo, apenas e quase sempre, em favor dos livros. Ainda assim (pois é, eu não faço sentido) vou encarar dois desafios este ano: o Desafio Corujesco e o Desafio das Indicações, sobre os quais falarei mais tarde em posts separados.

E é isso. 🙂

Nada de novas metas gigantescas porque um novo ano não significa o cancelamento de sonhos mais antigos e ainda estou mantendo o foco em planos que estão em andamento a um prazo mais longo.

E vocês? O que planejaram para 2018?

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