A tal da saudade…

Saudade é um coisa estranha, contraditória em si mesma, tem uma natureza própria. É bonita, é dolorida, é gostosa, é triste.

Eu sempre preferi pensar na saudade como algo belo. Aquela parte de mim que escolhe enxergar o copo meio cheio, nunca meio vazio. Gosto de pensar que a gente só sente saudades do que é bom, de quem é especial. Imagine o quanto deve ser triste a vida daquela pessoa que não tem do quê ou de quem sentir saudades!

Meu menino é um carinha deveras especial.

A minha saudade, esta da qual estou tentando falar agora, não é impulsionada por um “fim”, uma morte, nada assim tão trágico… apenas… a distância. O Danilo vai passar alguns meses fora, viajou na última segunda-feira em busca de experiências que, eu acredito, ele deseja viver, de algo que ele já planejava há tempos, uma oportunidade que ele tem que aproveitar. Bom, eu penso assim. E é por essas e outras que não quero que este seja um post triste, não é este o tom. Eu estou verdadeiramente feliz por poder acompanhá-lo, mesmo à distância, nessa empreitada e, aqui, apenas estou procurando meios de lidar com a tal da saudade, com a tal da falta que me faz as nossas pequenices, estas que são as verdadeiramente importantes e que ficam, temporariamente, impossibilitadas com a distância.

Por mais que eu já soubesse, com antecedência, que esses dias chegariam, eu quis viver cada fase em seu momento. Este, agora, é o meu momento de saudade…

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