Companheiro
Antes do nosso primeiro gatinho “aparecer” em casa eu nunca havia considerado a hipótese de ter um bichinho de estimação, achava que dava muito trabalho, muitos gastos, que não teria tempo e paciência para cuidar dele. Incrível como nossas opiniões podem mudar. Depois da maneira repentina com que o Polenguinho (na foto ao lado) nos deixou e a dor da perda abrandou, a vontade de adotar outro gatinho veio com força. Então, por quê não adotar outro bebê?
Tem sido uma experiência deliciosa acompanhar o desenvolvimento do Nick. Ele chegou há pouco mais de duas semanas, tão bebezinho ainda, tão desengonçado que mal sabia andar! O desenvolvimento desses filhotinhos é impressionante, hoje já temos em casa uma ‘criança’ muito esperta, cheio de energia, que corre pela casa, brinca com tudo que vê pela frente, adora um colo e um bom cafuné, nos faz rir, nos faz companhia. Das melhores terapias anti-estresse que poderia existir.
Ter um bichinho em casa, seja um gatinho, um cachorrinho, o que for, é sinônimo de alegria.
Durante essa semana de folga forçada por causa do meu pequeno acidente da última terça-feira, o Nick (“lendo” comigo, na foto ao lado) foi meu grande companheiro. Sempre do meu lado, brincando comigo, ajudando a espantar o tédio.
Trabalho? Dá sim. Gastos? Sim, e não poucos. Para se ter um bichinho é preciso estar preparado, cuidar com responsabilidade. Mas vale muuuito a pena, as alegrias que essas criaturinhas nos proporcionam não tem preço!
Algumas pessoas me perguntaram sobre sites onde procurei por um amiguinho. Na verdade acabei mesmo adotando em uma loja de ração, que tinha alguns filhotinhos disponíveis para doação, mas estive procurando em vários sites antes de me apaixonar por ele. Estes, listados abaixo, são mais para região de São Paulo e Campinas, que são mais próximos de mim, mas pelo que vi nesta busca, existem muitas ótimas opções no país inteiro. Se você quer adotar um amiguinho, vale muito a pena dar uma espiada.
Enya - Boadicea
















