Cinema e Vídeo

Filme: No Coração do Mar

Cenas do filme: No Coração do Mar

Herman Melville (Ben Whishaw) é um escritor ainda pouco prestigiado passando por um período de crise e precisando, não simplesmente de uma nova história, mas d’A história que o ajudará a provar, para o público e para si mesmo, que é um bom autor. Fascinado pelos relatos extraordinários sobre a expedição do navio Essex, acontecida mais de 30 anos antes, Melville procura Thomas Nickerson (Brendan Gleeson – idoso, Tom Holland – jovem), o único sobrevivente ainda vivo da dita expedição, para tentar convencê-lo a contar o que realmente aconteceu nos terríveis meses em que a tripulação esteve à mercê da baleia e das interpéries impostas por longas viagens pelo mar.

É de conhecimento geral que os fatos e mitos acerca da viagem do navio Essex e a gigantesca cachalote que perseguiu sua tripulação foram a fonte de inspiração para Herman Melville escrever o que hoje é considerada sua obra prima. No coração do Mar é um filme sobre a história que o inspirou a escrever Moby Dick.

Fui assistir a este filme sem expectativas ambiciosas, esperando apenas uma boa aventura e duas horas de entretenimento descompromissado. Devo dizer que acabei sendo positivamente surpreendida.

É uma boa aventura? Sim. É um entretenimento descompromissado? Sim. Tudo isso temperado por aquele apelo irresistível de uma história cercada de mitos, com o suporte de atuações consistentes e um ótimo trabalho de produção e fotografia.

Considero um ponto a favor o fato da adaptação ter priorizado o cinematográfico, focando a real expedição liderada pelo Capitão George Pollard (Benjamin Walker) e sua relação problemática com o primeiro imediato Owen Chase (Chris Hemsworth). Se tivessem optado por um viés mais literário o resultado poderia ter fugido do hollywoodiano, mas com certeza seria muito menos fluido e dificilmente acertado – se você já leu Moby Dick vai imaginar quão custoso seria o trabalho de adaptar um romance tão complexo sem deixá-lo cair na “mesmice” superficial e compreenderá o que estou querendo dizer.

A atuação do elenco me agradou bastante de modo geral. Destaque para a ala coadjuvante, que mesmo com pouco espaço ou aprofundamento, conseguiu deixar sua marca e caracterizar o grupo e a época. Também estou gostando bastante de ver Chris Hemsworth em suas tentativas de desvincular, aos poucos, a exclusividade da imagem do Thor de sua carreria, embora ainda deixe claro que há bastante trabalho pela frente: existe consistência, mas falta coração e a entrega verdadeiramente apaixonada.

Tecnicamente o longa de Ron Howard não carece de retoques, por outro lado senti que ele perdeu um pouco a mão no controle do fluxo narrativo e na manutenção dos conflitos. A alternância do foco entre o passado e o presente nem sempre parece acontecer no momento certo causando quebras desnecessárias e, muitas vezes, amenizando de modo negativo aqueles que deveriam ser os principais ápices da história. O conflito entre Pollard e Chase, que a princípio parecia ser a viga em que se apoiaria o principal arco dramático da história, também parece ser simplesmente jogado para escanteio em algum momento sem que isso seja convincentemente justificado pelo o aparecimento da baleia.

O saldo final, para mim, foi bastante satisfatório. Não surpreende, não inova, mas também não decepciona. Uma boa opção para quem procura a distração de uma aventura para aquela tarde tediosa de domingo.

No Coração do Mar

In the Heart of the Sea (EUA, 2015, 121 min.)

Cartaz: No Coração do Mar

  • Direção: Ron Howard
  • Roteiro: Charles Leavitt, Rick Jaffa, Amanda Silver, Nathaniel Philbrick
  • Gênero: Ação / Aventura / Drama
  • Elenco Principal: Chris Hemsworth, Cillian Murphy, Ben Whishaw, Charlotte Riley, Paul Anderson, Brendan Gleeson, Tom Holland, Michelle Fairley, Benjamin Walker
  • Site Oficial: http://www.intheheartoftheseamovie.com/
  • Avaliação: ★★★★☆

Trailer

Música

Na Minha Playlist: Endless Forms Most Beautiful (Nightwish)

Nightwish

Minhas escolhas musicais nos últimos tempos não têm sido muito conscientes, tenho feito bastante uso dos modos randômicos. Aí que dando uma espiada nas estatísticas do meu player notei que este álbum do Nightwish tem figurado com bastante frequência no topo das minha execuções e, não tendo parado para pensar sobre isso antes, acabou soando como uma surpresa para mim.

Faço parte da turma que ficou se sentindo órfã quando Tarja Turunen saiu do Nightwish, para mim ela era a voz, a cara, o estilo da banda. Tentei deixar preconceitos de lado, não ser turrona demais quando Anette Olzon assumiu os vocais, botei o Dark Passion Play no modo repeat na época do lançamento e me obriguei a ouvir umas tantas vezes para ver se me acostumava. Não rolou.

Aí veio a Floor Jansen. Eu gostava muito dela no After Forever, mas confesso que não botei muita fé de que seu trabalho casaria bem com o Nightwish, demorei para ter coragem de conferir o resultado. E não é que acabei gostando bastante?

Não é a Tarja, óbvio, mas acho que funcionou bem. Floor tem uma voz maravilhosa e uma presença viva e cativante. As músicas, com seus vocais, parecem ganhar uma nova energia e tenho gostado bastante disso. Endless Forms Most Beautiful tem sido um dos mais tocados e meu álbum favorito das últimas semanas.

Algumas músicas do álbum:



Nightwish

  • Origem: Finlândia
  • Gêneros associados: metal sinfônico
  • Atividade: 1996->
  • Formação atual: Tuomas Holopainen, Emppu Vuorinen, Jukka Nevalainen, Marco Hietala, Floor Jansen, Troy Donockley
  • Site oficial: http://nightwish.com

(Dados coletados em Outubro/2016)

Livros

Livro: Entre Nós, de Lygia Barbiére Amaral

Entre Nós (Lygia Barbiére Amaral)

Quando comprei este livro – em uma banquinha de ofertas na livraria do Shopping Jaraguá por algo em torno de 10 dinheiros – eu não tinha ideia do que se tratava, admito que foi apenas por causa do que li na contracapa:

Entre 1637 e 1638, na península de Shimabara, revoltados com o absurdo aumento dos impostos decretado pelo xogunato de Tokugawa, 27 mil camponeses levantam-se contra a opressão e também contra a cruel perseguição aos japoneses convertidos ao Cristianismo.

É sob este pano de fundo que se desatam os nós deste novo e instigante romance de Lygia Barbiére Amaral, onde entenderemos porque Makoto Hiroshi, um samurai desencarnado há séculos no castelo de Hara, perambula pelo Brasil, nos tempos atuais, em busca de vingança.

Entre flashbacks desse passado distante, a trama, ao mesmo tempo em que remete o leitor ao Japão do século 17, aborda também questões de interesse geral na atualidade: relacionamento conjugal; infidelidade; mediunidade entre os jovens; a natureza e as possíveis causas do câncer e como lidar com a doença, mostrando que, na verdade, o mal e a cura estão entre nós.

Instigante, não?

Eu também não conhecia a editora, do contrário poderia ter tido uma noção melhor, teria pelo menos sacado que se tratava de um romance espírita. Claro que eu poderia ter simplesmente captado as pistas: a sinopse fala em encarnação e mediunidade, mas não me passou pela cabeça, pensei mesmo em algo nos moldes de Labirinto (Kate Mosse) ou mesmo Cloud Atlas (David Mitchell), sabe? Histórias que abordam a questão da reencarnação por um viés mais desapegado da doutrina em si.

Enfim. O negócio é que, para mim, Entre Nós não funcionou.

Não descarto romances espíritas logo de cara, li “uns par” deles e gostei bastante de alguns, mas também não chega a ser dos meus preferidos e, não sendo uma doutrina que me fale ao coração, poucas vezes consegue de fato me conquistar. De qualquer forma acredito que a questão aqui foi mesmo a tal da expectativa, não era o que eu esperava – um pouco em termos de escrita, mas principalmente na trama.

Os dramas das personagens são apresentados de maneira um pouco afetada demais para o meu gosto e o tom didático, pretendendo esclarecer dúvidas sobre o Espiritismo, embora possa ajudar os mais leigos a se situarem melhor, acaba por ter um efeito interruptivo no processo de imersão. Não consegui me aproximar, sentir junto, sequer me comover com as passagens mais trágicas (e olha que, quem me conhece sabe, sou uma emotiva chorona descontrolada) e os pontos mais incitantes apresentados no mote não foram aprofundados.

Veja bem, de maneira alguma estou dizendo que o livro é ruim, não o considero uma perda de tempo, a escrita é simples e a leitura flui sem percalços, não exige muito – para quem gosta de romances espíritas com uma boa base informativa ou para quem busca um drama como entretenimento descompromissado pode funcionar bem.

Entre Nós

Amaral, Lygia Barbiére

Capa: Entre Nós, de Lygia Barbiére Amaral

  • Editora: Petit
  • Categorias: Romance Espírita, Nacional
  • Avaliação: ★★☆☆☆
Cores

Cores: Paletas inspiradas em fotos de frutas

Frutas #1

Foto: (cc) Didriks @ Flickr

Frutas #5

Foto: (cc) mauwee88 @ Flickr

Moda, Beleza e SaúdeProjetos Pessoais

Que produtos você usa para cuidar da pele oleosa?

Produtos para pele oleosa

Oi Luma

Vi um comentário seu em um post da anabel sobre produtos para pele oleosa (sou dessas, me intrometo nos comentários alheios mesmo kkkk) e pelo que vi sua pele é muito, muito parecida com a minha. Fiquei curiosa, que produtos você usa pra cuidar da pele?

Mayara

Vamos começar com alguns “parâmetros” para quem não conhece a mim ou a Mayara, certo?

Minha pele do rosto é oleosa. Muito oleosa. Muito, muito oleosa. Dessas que, sem exagero, já estão brilhando como fritura de imersão cerca de 30 minutos depois que termino a maquiagem em um dia de calor. E é também acnéica. A coisa já foi bem pior, mas atualmente a acne – do tipo interna, que incha, sangra e fica roxa por baixo da pele, dói até para sorrir – só piora mesmo no período da TPM. A questão é que não importa que eu já esteja caminhando para a terceira idade, minha pele ainda se comporta como se eu fosse uma adolescente com hormônios borbulhantes.

Não costumo usar sempre os mesmos produtos, nem tenho uma única marca preferida, nunca encontrei o produto milagroso capaz de resolver definitivamente meus problemas – até porque nossa pele muda e não reage sempre da mesmíssima maneira, então a cada compra procuro experimentar algo diferente, mas também tento não exagerar porque, quem tem a pele oleosa sabe, “cutucar” demais só agrava o problema. Alguns vêm de recomendações de dermatologistas, mas não estou fazendo nenhum acompanhamento no momento.

Atualmente meus cuidados com a pele se concentram em 3 pontos: limpeza, tonificação e hidratantes adequados com ingredientes para controlar a oleosidade. Também procuro não exagerar em alimentos gordurosos e beber bastante água, mas estes não entram na categoria produtos então não cabem no post.

Produtos para pele oleosa

sabonete gel de limpeza profunda Chronos da Natura, água micelar L’Oréal, loção adstringente antiespinhas Clean & Clear da Johnson & Johnson, hidratante antiolesidade Skin Balance Normaderm da Vichy, gel-creme protetor facial FPS 60 Fotoequilíbrio da Natura, primer antioleosidade MakeB d’O Boticário

Em um dia típico, lavar o rosto com um sabonete líquido/gel é a primeira coisa que faço logo que acordo (tá, eu também uso o banheiro, escovo os dentes, blablabla, mas vamos nos ater aos cuidados com a pele 😛 ) para retirar os produtos que passei na noite anterior (alguns próprios apenas para uso à noite que poderiam causar manchas no sol) e limpar o acúmulo da produção sebácea noturna. Gosto bastante deste da Natura, limpa bem sem deixar aquela sensação de estar repuxando, sabem?

O próximo passo são os cuidados pré-maquiagem: finalizar a limpeza e a tonificação com água micelar e loção adstringente – produtos que não “entendi” por muito tempo mas acabei descobrindo que realmente ajudam com o uso frequente; hidratante – estou gostando bastante deste gel da Vichy, deixa uma sensação boa na pele sem melecar e rende muito, bastam 3 ou 4 gotinhas, mas não vejo uma diferença significativa no controle da oleosidade; protetor solar – uso sempre-sempre, este para o rosto e outro, também da Natura, para o corpo, todos os dias, mesmo que esteja nublado; por fim, embora não use sempre, o primer – este antioleosidade d’O Boticário é o meu preferido do momento, não faz milagres, mas dá uma segurada, não é daqueles que parecem puro silicone e a sensação ao toque e o cheirinho são bem agradáveis.

Depois disso a maquiagem. Procuro usar bases indicadas para o meu tipo de pele – acabamento matte, com ácido salicílico, não comedogênicos – não porque tenha encontrado algum que “funcione”, dure o dia todo ou controle a oleosidade, mais para evitar piorar o problema mesmo. Tempos atrás experimentei uma base e um pó compacto da Asepxia mas não gostei, nenhuma cor deu certo para mim e achei a textura um pouco grosseira, ficou esquisito, artificial demais. De resto, produtos “normais”, minhas preferências tendem para sombras e blushs em pó compacto, máscara para cílios e delineador à prova d’água, mas nada tão específico.

Produtos para pele oleosa

papel cosmético antibrilho Daiso, pó compacto bege claro Aquarela da Natura

Para dar aquela segurada no brilho durante o dia esses papéis cosméticos de absorção são os meus queridinhos, só dar uma pressionada de leve sobre a pele (sem esfregar), absorve o excesso de oleosidade e brilho na hora e não afeta a maquiagem. Estes eu comprei em uma loja física da Daiso por 6,99 dinheiros, se não me engano. Em dias muito quentes também retoco o pó compacto – atualmente estou usando este, da linha Aquarela da Natura porque o meu favorito, da linha Una, estava com minha cor esgotada quando precisei comprar.

Produtos para pele oleosa

demaquilante bifásico Chronos da Natura, lenços demaquilantes Ruby Rose, demaquilante fluido micelar MakeB d’O Boticário

Uso maquiagem porque gosto, não por obrigação ou pressão social, uso porque quero mas tenho a consciência que ela pode – e vai – piorar o problema da pele oleosa e da acne, especialmente se a limpeza não for bem feita. Então, para mim, demaquilar acaba sendo um processo quase tão trabalhoso quando a maquiagem em si.

Para a área dos olhos vou de demaquilante bifásico, sempre. Este da linha Chronos da Natura limpa bem sem precisar de muita esfregação – e consequentes irritações – dá conta do delineador mais poderoso e da máscara à prova d’água sem problemas. Para o grosso da mistureba que taco na cara pela manhã – cremes, base, pós – uso discos de algodão embebidas em loções demaquilantes sem óleo ou lenços demaquilantes como estes da Ruby Rose que estou usando agora, um dos mais baratos que já encontrei, que não tem cheiro ruim e não irritam minha pele.

Os últimos vestígios da maquiagem eu tiro durante o banho, com o fluido micelar d’O Boticário. Ele não é potente o bastante para ser usado sozinho, muito menos para os itens à prova d’água, mas é ótimo para dar cabo daquele restinho que a gente nem percebe, aquele bege amarelado que sai no algodão mesmo quando a gente pensa que já está de cara limpa, sabem?

Produtos para pele oleosa

gel concentrado desincrustrante Effaclar da La Roche-Posay, água micelar Normaderm da Vichy, loção adstringente Normaderm da Vichy, loção de tratamento detox noturno Normaderm da Vichy, loção antiacne clareadora Skin Corrector Normaderm da Vichy

Por fim, a rotina noturna. Ensinaram-me que a pele está mais propensa a absorver os tratamentos neste período da noite, quando estamos dormindo, mas eu sempre dava uma migué em prol da preguiça, até que depois de um breve período de experiência acabei descobrindo que realmente faz bastante diferença, em níveis mais duradouros, e com um pouco de força de vontade incorporei os cuidados à minha rotina diária. Todas as noites, antes de dormir: lavo o rosto – antes eu usava o “verdinho” da Normaderm e gostava bastante, mas experimentei o Effaclar concentrado, mais forte, e virou o meu sabonete facial favorito ever (falaí, só o nome, desincrustrante, já faz a gente sentir até a alma lavada); tonifico (de novo sim!) com água micelar e loção adstringente; e finalizo com o detox noturno (este sim, o único da linha que promete controle da oleosidade e eu realmente sinto diferença), estes últimos todos da linha Normaderm da Vichy. Vez ou outra alterno o detox com a loção clareadora Skin Corrector, da mesma linha, que promete clarear manchas causadas pela acne.

Produtos para pele oleosa

água termal Vichy, creme de limpeza 3 em 1 Normaderm da Vichy

Alguns extras, produtos que não uso todos os dias mas também estão relacionados aos cuidados com a pele: água termal – uso para umedecer a esponja e fazer retoques quando a base fica com marcas de pincel, borrifo no rosto para refrescar em dias de muito calor ou para acalmar a pele no pós-sol e em caso de alguma irritação; creme de limpeza 3 em 1 Normaderm – uso uma vez por semana, do mesmo modo que uma máscara de argila pura, passo no rosto, deixo secar (craquela e repuxa tudo) e lavo com água fria.

Já me perguntaram: por que usar a loção adstringente da Jonhson & Johnson de manhã e o da Vichy só a noite?

No caso de produtos similares a escolha da marca é quase aleatória. Tenho a tendência de deixar os produtos mais fortes – dermocosméticos – para a noite, mas no geral não penso muito. Como eu disse, estou sempre experimentando produtos diferentes e acaba sendo apenas uma questão de facilidade mesmo. O adstringente da Johnson & Johnson fica na penteadeira onde faço a maquiagem, o da Vichy no nicho onde guardo os produtos da minha rotina noturna, um sabonete fica na pia do banheiro que uso pela manhã, outro fica no chuveiro onde tomo banho e por aí vai.

Sei que parece muito – e não é uma rotina de produtos definitiva – mas depois de tantos anos convivendo com o problema e de inúmeras tentativas a coisa toda já está tão enraizada na minha rotina que não me incomoda, não “toma” meu tempo. E, se parece ajudar, que mal há, não é mesmo?

E vocês, têm algum segredo de cuidados com a pele para compartilhar?

ico_plug Este post é uma resposta à pergunta da Mayara no Pergunta que eu respondo!, uma seção do blog onde respondo, com posts, às perguntas dos leitores. Para saber mais, enviar a sua pergunta ou ver a lista de perguntas/respostas já publicadas espia aqui.

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