Cores

Cores: Paletas inspiradas em fotos de pavões

Pavão #2

Foto: (cc) m.shattock @ Flickr

Pavão #3

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Pavão #4

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Séries

Série: Bones – Season 9

Bones

Bones é mais uma série da Fox que corri para (terminar de) maratonar enquanto os episódios ainda estão disponíveis na Netflix. Lembro de ter começado no ano passado, mas apesar de ter praticamente engolido as 8 primeiras temporadas em poucas semanas, tinha dado uma “pausa” e já estava há meses sem assistir um único episódio.

Para situar o post: Bones é uma série criminal focada nos aspectos da investigação forense. Temperance Brennan (Emily Deschanel) é uma antropóloga forense que trabalha em parceria com Seeley Booth (David Boreanaz), agente especial do FBI, nos casos de assassinato em que a principal, às vezes única, pista são os ossos da vítima.

Atenção! A partir deste ponto o post poderá conter spoilers.

Não posso dizer que a 9ª temporada esteja perto de poder ser considerada a minha preferida.

Por um lado gosto bastante da maneira como a vida pessoal das personagens está evoluindo, alcancei aquela fase de apego as personagens depois de tantas temporadas e, com exceção de um ou outro estagiário, gosto bastante de todos eles. Esta também é a temporada em que a Dr. Brennan e o agente Booth finalmente se casam, apesar dos receios iniciais – temi que as mudanças descaracterizassem as personalidades dos dois – acho que está funcionando muito bem. A interação do casal é adoravelmente engraçada, a ideia clássica dos opostos que se atraem e conseguem interagir de modo que suas diferenças se completem. O imperfeito-perfeito, sabe? Adoro!

Minha contrariedade fica mesmo por conta dos casos apresentados. Pode ser que depois de tantos episódios a criatividade já esteja mesmo se esgotando (e eu fico imaginando como ficarão as coisas já que a série ainda seguiu até a 12ª temporada), as histórias estão muito fraquinhas, os culpados são quase sempre muito patéticos e mesmo os plot twists acabam seguindo um certo padrão que há tempos deixaram de surpreeender. Cheguei a me emocionar em um ou dois episódios (em um deles a ponto de chorar, admito), senti muito a falta de um serial killer fodástico para substituir o Pelant (Andrew Leeds) – aquela Ghost Killer? decepcionante – e não vi a menor graça na trama da season finale. Kind of boring.

Sigo assistindo. Já estou quase concluindo a 10ª temporada e depois disso a série voltará para minha geladeira uma vez que as duas últimas temporadas não estão disponíveis na Netflix (minha única opção atualmente) e eu não tenho – nunca tive – saco para ficar correndo atrás de downloads e afins…

Bones

(EUA, Fox, Season 9 – Set 2013 a Mai 2014, finalizada)

Cartaz: Bones

  • Episódios: Temporada: 9 – 24 episódios (43 min./ep.)
  • Criação e Direção Geral: Hart Hanson
  • Gênero: Drama, Policial, Investigação Criminal, Ciências Forenses
  • Elenco Principal: Emily Deschanel, David Boreanaz, Michaela Conlin, T.J. Thyne, Tamara Taylor, John Francis Daley
  • Avaliação: ★★★½☆

Trailer

(Dados coletados em Maio/2017)

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Séries

Série: Camelot

Camelot

Camelot já estava na minha “geladeira” há um tempão. Uma série sobre mitos arturianos (temática que sempre me fascina), com uma produção caprichada e um elenco de atores que gosto de acompanhar (Eva Green principalmente, mas também Joseph Fiennes e Jamie Campbell Bower) e ainda assim, sei-lá-porquê, ainda não tinha me animado a encarar. Aí que dias atrás fiquei sabendo que a série sairia da Netflix em breve (fica até o próximo dia 16, se não me engano) e finalmente encontrei motivação suficiente para encarar uma maratona.

Sabemos que existem muitas adaptações e releituras para a saga do Rei Arthur e, como esperado, a versão apresentada aqui traz várias diferenças em relação às mais clássicas. A história começa quando o caos ameaça a Grã-Bretanha depois da súbita morte do Rei Uther. Atormentado por visões de um futuro sombrio, Merlin vai buscar Arthur, filho de Uther e Igraine, um jovem que fora criado por uma família plebeia ignorando sua ascendência real, para assumir o trono.

O antagonismo fica por conta de Morgana, meia-irmã de Arthur, disposta a tudo, recorrendo inclusive a meios sombrios a custo de vida ou morte, para conseguir a coroa.

Não demorei muito para sacar o porquê da baixa popularidade e do cancelamento da série. O roteiro é fraco e arrastado, grande parte do elenco parece estar desconfortável em seus papéis e muitas das “releituras” soaram muito esquisitas, não me agradaram.

Eva Green, definitivamente, é o que faz tudo valer a pena. Posso dizer que só insisti em continuar assistindo por causa dela, que está fabulosa no papel de Morgana. Linda, atuação convincente e passional. Apenas.

Com o restante das personagens a química não rolou. Sim, o elenco é ótimo, são todos atores que considero muito bons, mas sabe quando não encaixa, não flui? Química mesmo.

Jamie Campbell Bower não se sai tão mal como o jovem Arthur. Admito que demorei um pouco para conseguir enxergá-lo bem encaixado no papel, mas no final já estava até achando que o jeitão pouco régio do menino combinava com sua situação dentro do roteiro. A infelicidade no caso dele foi essa tentativa de direcionar a história toda para o drama romântico. O rapaz é catapultado de uma vida absolutamente comum para o trono de um grande reino, tudo no mundo em que ele conhece vira de cabeça para baixo de uma hora para outra, sua família morre, o reino está se despedaçando e o cara só faz ficar de mimimi por causa da Guinevere! E já que estamos falando na Guinevere (Tamsin Egerton)… pois é, não gostei. Bonita, mas insossa. Por que sumiram com o Lancelot, meus deuses? E de onde saiu esse Leontes (Philip Winchester)? É alguma referência a The Winter’s Tale de Shakespeare?

E não dá para não falar do Merlin, certo? Entendo que a imagem cabelos brancos, barba longa e cajado é exageradamente cliché, mas por mais que eu tentasse não conseguia ver o mago em Joseph Fiennes. As únicas cenas que se salvam (e apenas porque eu desconectei da mente o fato de ele ser o Merlin) são as que ele compartilha com a Rainha Igraine (Claire Forlani). Admito, shippei.

Enfim, dei conta da série em uma maratona de menos de uma semana, naquelas de “vamos acabar logo com isso”. Dá para assistir? Dá. Até porque foi cancelada tão rápido que só tem 10 episódios, mas é para aqueles que querem algo rápido, que curtem a temática e não se importam com um desfecho que não é propriamente um desfecho e apenas deixa tudo em aberto, uma preparação para uma segunda temporada que nunca foi concretizada…

Camelot

(EUA / Irlanda / Canadá / Reino Unido, Starz, Fev a Jun 2011, finalizada)

Cartaz: Camelot

  • Episódios: 10 episódios (50 min./ep.) – 1 temporada
  • Criação: Chris Chibnall, Michael Hirst
  • Produção: Graham King, Morgan O’Sullivan, Michael Hirst
  • Gênero: Aventura, Drama, História, Fantasia
  • Elenco Principal: Joseph Fiennes, Jamie Campbell Bower, Tamsin Egerton, Claire Forlani, Chipo Chung, Peter Mooney, Clive Standen, Philip Winchester, Eva Green
  • Avaliação: ★★★☆☆

Trailer

(Dados coletados em Maio/2017)

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Referências fotográficas para artistas

Uma pergunta que tenho ouvido com certa frequência nos últimos dias: onde encontrar referências para usar como modelo para desenhos e pinturas?

Antes de qualquer outra coisa: desenho e pintura para mim são passatempos, exercício mental e de criatividade, terapia. Nunca fiz cursos, não vido da minha “arte”, não vendo meus trabalhos. Então, que fique claro, minhas referências não são necessariamente profissionais ou as de melhor qualidade técnica. Estamos entendidos?

Deixemos bem claro também que eu me importo e me preocupo com a questão dos direitos autorais e as licenças de uso. Não é porque não sou profissional que saio usando qualquer foto que me aparece na busca de imagens do Google.

Tenho basicamente 3 fontes de inspiração:

1. Para boa parte das minhas tentativas uso minhas próprias fotos. Vocês sabem, a fotografia também é um dos meus hobbies habituais (embora não muito frequente nos últimos tempos), então imagino que este seja um caminho natural, não?

2. Também tenho um banco de imagens particular com fotos de amigos e/ou pessoas que sigo nas redes sociais (Instagram, DeviantArt, Flickr), sempre que vejo uma foto que me chama a atenção peço permissão para usar a imagem e guardo uma cópia no meu computador com os dados. É uma boa fonte, mas vou ser bem sincera não recorro a ela com muita frequência porque não gosto de lidar com a expectativa das pessoas. Basta pedir uma vez e as pessoas já ficam esperando para ver o resultado (e muitas vezes sequer chego a usar as fotos), querem mandar mais sei-lá-quantas fotos, querem palpitar sobre a mídia e a técnica que devo usar, sobre cores, sobre tudo. Entendam, eu agradeço a atenção, sei que a intenção é boa, que meu pedido pode deixar as pessoas animadas e tudo mais, mas… me sinto sufocada.

3. E, por fim, os bancos de imagens online. Existem alguns sites com imagens de alta qualidade e utilização free. Sempre verifico as licenças de uso quando faço minhas buscas, mesmo naqueles sites em que supostamente é tudo liberado, procuro por fotos que possam ser copiadas, editadas, remixadas e utilizadas para criar outros trabalhos e, se a atribuição é requerida, anoto os dados atrás do desenho ou da pintura e dou os devidos créditos se chegar a publicar nas redes sociais.

Alguns dos sites onde encontro imagens nessas condições: